Uma iniciativa despretensiosa em Biguaçu/SC chega às escolas e conquista alunos e seus familiares
Tudo começou quando Luiz Carlos Silva, professor de língua estrangeira no Colégio Educar apresentou aos alunos a proposta de um projeto chamado Rádio Escola. O projeto funciona da seguinte forma, ele explica: “Escolhe-se um tema, se faz uma pesquisa de campo, convida-se pessoas relacionadas a área e se faz um programa ao vivo transmitido pela internet”.
Os alunos participam diretamente do projeto, desenvolvendo as entrevistas, produzindo e apresentando o programa. “Estou muito satisfeito com o resultado. Tem sido um sucesso, completa entusiasmado o professor.
Com a repercussão do programa de rádio, logo em seguida foi desenvolvido o projeto do Jornal Educar. Os alunos produzem o jornal do Colégio com notícias internas e externas e da comunidade.
“Nesse projeto os alunos desenvolvem as habilidade de comunicação oral e escrita com as entrevistas. Agora eu e o professor Fernando começamos a montar um projeto que se chamará Rádio Novela. O objetivo é resgatar o conto através do rádio. Estamos apenas no começo mas em breve isso se tornará realidade”, finaliza o professor Luiz Carlos Silva.
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Acaert Notícias
Antunes Severo/Blog

Para dar uma ideia do futuro doss computadores, utilizo um estudo que identifica as cinco maiores tendências tecnológicas para os próximos cinco anos na área da tecnologia da informação ou TI.

Numa das passagens do Novo Testamento, Cristo afirma, sobre o risco que corria pela exposição clara de sua doutrina, que, para iluminar, a luz deve ficar sobre a mesa e não sob ela!
Um dia recebi o telefonema de um amigo antigo. Quando o conheci ele ainda era criança. Cresceu, estudou, formou-se em medicina. Passou a ser o Dr. Carlos Bostelmann, urologista. Carlos presenciou diversos dos causos que tenho contado pelo Rádio, em meu site e agora conto neste livro.


Peguei o papo andando, mas deu para saber que o jovem militante tem orgulho do programa Bolsa Família: nós estamos tirando o povo da miséria, disse. (Nós quem cara pálida?) Óbvio, a seguir veio o surrado discurso contra os capitalistas exploradores (50 anos depois o papo é o mesmo!).
Recentemente, fiz uma varredura na faixa de 31 metros com o objetivo de verificar quais emissoras brasileiras estão ativas, atualmente, nesta faixa.

