Arquivo para categoria 'Astros e Estrelas'

Edgard José de Oliveira, o “padre comunicador” – 2

6/06/13

Caros Leitores | Com um ideal no coração

Pe. Edgard, Nivalda e o coordenador da comunidade

Depois do primeiro episódio desta série iniciada na semana passada em companhia do padre Edgar e com a participação da Pretinha (Nivalda Jacques Severo) seguimos os caminhos peregrinos de um homem, garoto ainda, mas um homem decidido a lutar pelos seus ideais, fora e dentro da religião. Obstáculos foram muitos e plenos de surpreendentes desafios. Nada, porém, que arrefecesse, por um minuto sequer, a determinação do jovem que na adversidade encontrava a força para continuar lutando pelo sonho que aquecia seu coração. Conheça um pouco mais esse obstinado lutador pela causa da bondade e da harmonia que queria ser padre – não para a Igreja – mas para as pessoas.

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Making Of entrevista Maria Odete Olsen

31/05/13

Memória | Astros e Estrelas

Maria Odete. Foto: Fátima Damaceno

Maria Odete Olsen, apresentadora do programa Educação e Cidadania, na Record News Santa Catarina nunca sonhou ser apresentadora, mas quando decorou um texto e olhou para a câmera “mandou ver”.

Maria Odete Olsen tem 59 anos e sua carreira contempla grande experiência. Foram 17 anos na RBS TV, 10 anos TVBV e 4 anos Record News. Graduada em Ciências Sociais UFSC, Maria Odete é ainda autora de dois livros de poesia “Sem Rimas e Sem Razão” e “Poemas Infames – Sentimentos e algumas impropriedades” (premiado pela FCC em 2002).

Com esse currículo e a visibilidade que tem para Santa Catarina, a apresentadora é a segunda entrevistada da Making Of para a série especial de entrevistas da semana da mulher.

Making Of: As mulheres ocupam posições chave, da propaganda à Presidência do País. Isso significa que o preconceito foi vencido definitivamente?

Maria Odete: Falar do preconceito em relação à mulher é sempre uma coisa difícil. Já avançamos muito, óbvio, afinal como você bem cita na pergunta, nosso país é governado por uma mulher a presidente Dilma Rousseff. Mas ele ainda existe, sem dúvida alguma. É uma coisa sutil que perpassa o comportamento social, as regras do convívio em sociedade principalmente. A mulher ainda é observada o tempo inteiro por suas atitudes, como se expõe. Se está só ou acompanhada, os olhares a marcam, a estigmatizam. Leia mais…

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Antoninho da Fronteira, 60 anos de rádio

26/05/13

Gente | Astros e Estrelas

 

Antoninho e acompanhante ao acordeon

Radialista e músico, um dos pioneiros da radiodifusão do alto Uruguai catarinense, Antoninho da Fronteira será homenageado no 6º Encontro da Imprensa de Santa Catarina. A homenagem está programada para o dia 03 de agosto, na sede campestre da CDL, em Chapecó. E deverá contar com a presença de aproximadamente 500 profissionais de comunicação de todas as regiões do Estado.

O Encontro da Imprensa de Santa Catarina em Chapecó é organizado pela Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e MB Comunicação Empresarial/Organizacional com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL).

Antoninho iniciou na radiodifusão em 1954, como um dos apresentadores do Programa “Roda do Chimarrão”, na Rádio Rural de Concórdia, onde permanece até hoje. Além da Rural, atuou também na Rádio Salete, de Marcelino Ramos (RS). Paralelamente a carreira de comunicador, tornou-se conhecido no sul do País  como cantor de estilo regional, principalmente da música gauchesca. Leia mais…

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Gol, gol, gol: JB Telles faz 50 anos de jornalismo

13/05/13

JB Telles. Foto divulgação

J.B. Telles,  será homenageado no 6º Encontro da Imprensa de Santa Catarina, programado para o dia 03 de agosto, na sede campestre da CDL, em Chapecó. Participarão do evento 500 profissionais de comunicação de todas as regiões do Estado.

Nessa edição, mais uma vez, serão homenageados os profissionais com 50 anos de atividade e que ainda atuam, entre jornalistas, radialistas, publicitários, relações públicas, mídias, docentes, empresários e proprietários de meios de comunicação etc. O Encontro da Imprensa de Santa Catarina em Chapecó é organizado pela Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e MB Comunicação Empresarial/Organizacional com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL).

J. B. Telles é o jornalista catarinense credenciado em mais Copas do Mundo, seis ao total (Itália, Estados Unidos, França, Japão/Coreia; Alemanha e África do Sul), uma Copa das Confederações em Dubai e sete copas América (Equador, Chile, Peru, Uruguai, Paraguai, Venezuela e Argentina). Como radialista já esteve presente em 151 jogos da seleção brasileira de futebol em diferentes lugares do mundo. Leia mais…

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Zininho, poeta e amante da Ilha

7/05/13

“Eu já não posso mais sair na rua,/ Sou conhecido de qualquer jeitinho, / E as meninas quando me avistam, / Vão logo dizendo: aí vem o Zininho!”

Com esta vinheta de abertura, Cláudio Alvim Barbosa, o Zininho, estreou o seu programa semanal O Glentleman do Samba, na Rádio Guarujá em 1947, cantando sambas de breque no melhor estilo Jorge Veiga e Moreira da Silva, e sambas antológicos de Ary Barroso, Ismael Silva e Ataulfo Alves.

Zininho tem, para Florianópolis, a mesma importância musical de Lupicínio Rodrigues, para Porto Alegre, Adoniran Barbosa, para São Paulo, Noel Rosa, para o Rio de Janeiro e Dorival Caymmi, para a Bahia, genuínos porta vozes de uma geração preocupada em cantar o amor, a saudade e as belezas de suas terras. Autor do Rancho de Amor à Ilha, hino oficial da cidade, e dezenas de outras significativas composições inspiradas no cotidiano da Ilha de Santa Catarina, ele é reconhecidamente o poeta popular mais expressivo e identificado com “este pedacinho de terra perdido no mar”.

Considerado um legítimo ilhéu, poeta que cantou a sua cidade em prosas e versos, por ironia do destino, Zininho não nasceu em Florianópolis, mas sim em Biguaçu, no distrito de Três Riachos. O velho Largo Treze de Maio, o antigo casario das ruas Bulcão Vianna e Menino Deus, os campos de peladas sobre o aterro impiedoso que sufocou o quebra-mar para sempre, foi palco de sua infância, mais tarde perpetuada em letra de um samba bem ritmado.

Ai, que saudade, / eu vou sentir a vida inteira, do velho Largo Treze de Maio, / que hoje é Praça da Bandeira.

O Balneário, no Estreito, no entanto, onde viveu a sua adolescência entre chácaras com frutos abundantes, não está inserido em suas composições, fato inconteste de que a magia da ilha povoou a sua inspiração. Leia mais…

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Roberto Alves, o seu futuro estava no rádio

6/02/13

Paulo Brito

Nasceu em Florianópolis, em 8 de março de 1941. De aprendiz de sonoplasta a cronista esportivo multimídia. “Eu chegava e saia para trabalhar, lá estava ele, em frente da casinha onde morava, no Beco. Era a primeira casa na boca da rua. Não tinha como desviar ou fugir. Todos os dias o Roberto Alves vinha me pedir para ir junto. Queria porque queria ir comigo, para ficar lá na Rádio Guarujá? olhando tudo, enquanto eu trabalhava. De tanto pedir, de tanto insistir, concordei”. Quem conta é Onélio Rodolfo de Souza, vizinho de Roberto e técnico de som, operador e sonoplasta na Rádio Guarujá?. Numa noite de segunda-feira, em março de 1957, Onélio finalmente cedeu. Na emissora, Roberto ficava apenas olhando o que Onélio fazia. Foi aprendendo. Foi ficando. Aprendeu um ofício. Leia mais…

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‘Mané é a pinta da mãe’

1/02/13

Memória | Manezinhos da comunicação | Apresentação

“Mané é a pinta da mãe!” Era assim, com um palavrão cabeludo na ponta da língua, que o nosso homem de beira mar respondia às provocações do ilhéu urbano, quando vinha na cidade para uma consulta com o doutor Barreto, bater uma chapa ou fazer uns inzames no Departamento de Saúde Pública, ou ainda comprar riscadinho na Casa Salma e fazer aquela roupa nova para a procissão do Senhor dos Passos.

Entretanto, essa indulgente revolta faz parte de um passado, não muito distante, é verdade, quando o termo manezinho era visto de uma forma pejorativa: qués o quê, ô istepô! Tás pensando co sô otaro?

Com o decorrer dos anos, o ilhéu sepultou o termo em seu sentido pejorativo para assumir a manezice, o que foi provocado pelo inchaço de sua cidade, caminhando em ritmo de metrópole, ao acolher uma avalanche de almas efetivamente dispostas a navegar para a eternidade neste pedacinho de terra docemente perdido no Atlântico.

Há quem diga que essa auto-estima coletiva foi provocada a partir da criação do Troféu Manezinho da Ilha, em 1987; entretanto, como criador do evento, sou suspeito para fazer uma avaliação mais profunda. Mas fico com a certeza de que, com a criação do Troféu, o ilhéu reconquistou a auto-estima e, hoje, a caminho do terceiro milênio, tem um orgulho desgraçado em se assumir Manezinho.

Na verdade, o troféu Manezinho da Ilha, não tem a pretensão de resgatar a cultura açoriana; se assim fosse – seria recomendável premiar milhares de moradores das comunidades praieiras mas, sim, homenagear pessoas identificadas com o cotidiano da cidade, com elevado espírito ilhéu, com sentimento de orgulho por Florianópolis. Em síntese, ser Manezinho é um estado de espírito.

E, com base na história do troféu ao longo de 11 anos, em que já foram homenageadas mais de 200 personalidades dos mais variados segmentos sociais, meu amigo Chico Amante, manezinho juramentado e com direito a diploma, uma doce figura que respira Florianópolis o ano inteiro, decide perpetuar a memória dos Manezinhos da Ilha também em livro, sob o sugestivo título Somos Todos Manezinhos, um incansável e eficiente trabalho de pesquisa e que revela o espírito festivo de nosso povo, bem como o perfil de mais de duas centenas de figuras expressivas de nossa cidade e que, de alguma forma, se destacaram ou representaram  determinado segmento da sociedade.

Um livro com conteúdo histórico, que seguramente vai merecer lugar de destaque na estante daqueles que efetivamente amam Florianópolis.

Aldírio Simões de Jesus no prefácio do livro Somos todos Manezinhos, de Francisco Hegídio Amante, lançado pela Editora Papa-livro. Florianópolis, 1998.

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Aldírio Simões de Jesus [05jan1942 * 22jan2004]

5/01/13

FALA MANÉ

Eterno em nosso coração

Homenagem do Instituto Caros Ouvintes e seus amigos

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Quem é Aldírio Simões de Jesus?

3/01/13

A entrevista é com Maurício Amorim, um dos amigos mais próximos do radialista, jornalista, agitador cultural e escritor Aldírio Simões. Vem a propósito da homenagem que o Instituto Caros Ouvintes presta a um dos profissionais da comunicação local mais identificados com as origens, hábitos e costumes dos portugueses que migraram para o arquipélago da Ilha de Santa Catarina. A entrevista foi gravada no final da tarde da quarta-feira, 2/1, no apartamento do Maurício, no Edifício Adolfo Zigelli no Centro e contou com a apresença do jornalista e produtor de televisão Rômulo Coelho criador do Programa Fala Mané apresentado por Aldírio na pioneira TV Cultura de Florianópolis. O áudio foi captado pelo iPhone e editado no Sound Forge. (Veja também neste site o artigo Quando o lírico é essencial).

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Murilo José, o ‘Narrador da Camisa Amarela’

21/12/12

Nasceu em Joinville (SC), em 17 de dezembro de 1942 e morreu em Florianópolis (SC), em 24 de setembro de 1989. Quando Murilo José Flores Lino nasceu, no dia 17 de dezembro de 1942, o jornalismo radiofônico vivia um de seus momentos mais importantes e o futebol um dos mais tristes.

Astros e Estrelas | Enciclopédia do Rádio Esportivo Brasileiro

Bárbara Dias Lino

Acervo da família. Caros Ouvintes, 1960

Enquanto a Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, comemorava o sucesso do primeiro rádio jornal brasileiro, o “Repórter Esso”, e a Rádio Tupi, de São Paulo, levava ao ar o “Grande Jornal Falado Tupi”, o Brasil lamentava o cancelamento da copa do mundo da Fifa, marcada para aquele ano e inviabilizada pela Segunda Guerra. Ironicamente – e talvez não por acaso, o menino que nascia nesse contexto, filho de Dorival da Silva Lino e Marília Flores Lino, nutriria ao longo da vida duas grandes paixões: as ondas hertzianas e o futebol. Na adolescência, “Caju” – como era conhecido na época – jogava bola e trabalhava na loja de materiais de construção do pai, na Rua Conselheiro Mafra, no centro de Florianópolis. No futebol, chegou a ensaiar certo profissionalismo no time juvenil do Figueirense, onde ficou até os 18 anos. Leia mais…

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Miguel Livramento, o ‘narrador da moda’

14/12/12

Astros e Estrelas | Enciclopédia do Rádio Esportivo Brasileiro

Nasceu em Biguaçu (SC), em 8 de maio de 1942. O alfaiate que se transformou em “narrador da moda”, “Miguelito”, “o homem do sapato branco”, esses são alguns dos apelidos de Miguel Aroldo Livramento.

Valci Zuculoto, Eduardo Meditsch e alunos

Foto: Divulgação

Ou apenas Miguel Livramento, como é conhecido em todo o estado de Santa Catarina. Sua voz inconfundível, de fala rápida e típico sotaque manezinho, é tão autêntica quanto seu estilo de fazer rádio ou seu costume por sapatos brancos. Torcedor assumido do Avaí – fato que não poupa o time de suas críticas –, Livramento tem paixão tanto por seus passarinhos quanto pelo rádio. Mesmo assinando uma coluna em jornal, confessa: “não gosto de escrever, gosto mesmo de falar”. Miguel Livramento começou trabalhando como alfaiate. Com a diminuição das alfaiatarias, trabalhou como caixa no comércio. Leia mais…

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Léo César, conciliando carreiras, por Izani Mustafá

16/11/12

Nasceu em Joinville (SC), em 18 de abril de 1927. Léo César. Foi com este nome artístico que Leopoldo Schroeder ficou famoso na radiodifusão de Joinville, na década de 1950. Aos 85 anos, completados em 18 de abril de 2012, o senhor de cabelos brancos tem uma memória invejável. Recorda-se de muitos detalhes, dos nomes completos de colegas e amigos e diverte-se ao ver fotos antigas. Foi narrador esportivo nas duas primeiras rádios da cidade: Difusora AM, inaugurada em 1941, e na Colon AM, que iniciou as transmissões em 1958. Natural de Joinville e filho de Max e Frida Schroeder, Léo é casado com Traude, tem duas filhas, a Márcia e a Eliane, que lhe deram quatro netos: Gustavo, Otávio, Juliana e Flora. Quando estava com 21 anos, em 1948, fez um teste para trabalhar como locutor na Difusora AM. Para ele, trabalhar em rádio foi coisa do destino, já que desde os 16 anos era funcionário da Perfumaria Jasmim. Quando ingressou no rádio, estava na madeireira M. Lepper Cia. Ltda. Manteve os dois empregos. Leia mais…

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Fernando Morgado: entrevista sobre Hebe Camargo para a Rádio Globo

8/10/12

Em 29 de setembro, Fernando Morgado concedeu entrevista ao jornalista Maurício Bastos, da Rádio Globo, durante o programa Agito Geral Especial, que foi dedicado à cobertura do falecimento de Hebe Camargo.

Na entrevista, Fernando Morgado falou sobre a carreira de Hebe no rádio.

 

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Adolfo Zigelli, que falta que você faz

30/08/12

Adolfo Zigelli, estúdio Rádio Diário da Manhã. 1956

Vanguarda: o que se faz; o que se diz; o que se pensa. Gente, notícia, opinião. Esse era o sinal de alerta para o ouvinte da Rádio Diário da Manhã de Florianópolis, no horário do meio dia de segunda a sexta-feira. Sob essa bandeira Adolfo Zigelli plantou as bases do radiojornalismo profissional em Santa Catarina na década de 1950 quando o rádio vivia um dos seus momentos da mais intensa vibração.  O zelo e capricho acompanham o joaçabense Zigelli desde seus tempos de colégio. “Lembro perfeitamente que o Adolfo já era uma inteligência fulgurante. Era se não o primeiro um dos primeiros da sala de aula e já denotava, pelo seu espírito irrequieto, pela sua persistência, o homem de rádio, o político, o comentarista, o cronista que viria a ser anos após”. O depoimento de Nelson Pedrini, conterrâneo, contemporâneo de estudo e ferrenho adversário político é bem um retrato do cidadão e do profissional com quem convivi como irmão e como um dos mais exigentes e corretos radialistas durante quase 20 anos. Tempo em que fomos colega de emissora e de atividade radiojornalísticas e mais tarde na Secretária de Imprensa do governo do Estado de Santa Catarina. Leia mais…

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Lançamento da biografia de Antunes Severo foi sucesso de audiência

6/08/12

Cerca de 400 pessoas, entre amigos, autoridades e imprensa, prestigiaram o lançamento da biografia “Antunes Severo, o menino do arroio Itapevi”, de Ana Lavratti, no dia 2 de agosto, em Florianópolis. Personalidades como Mario Petrelli, presidente do grupo RIC, Juarez Beltrão, presidente da ADVB, Silvia Hoepcke da Silva, presidente da Hoepcke Bordados, Ademir Arnon, presidente da Associação Catarinense de Imprensa, e Zena Becker, presidente da ONG FloripAmanhã, fizeram questão de prestigiar a noite de autógrafos, no Palácio Cruz e Sousa, onde o homenageado pela obra voltou à cena, comandando um “programa de auditório” ao som da banda Stagium 10.

Nomes de grande expressão na história da imprensa catarinense, como Salomão Ribas Júnior, Roberto Alves, Paulo Brito, Rômulo Coelho, José Matusalém Comelli, Emílio Cerri, Flávio de Sturdze e Cyro Barreto, entre muitos outros, também estiveram no evento, reverenciando o colega e mestre Antunes Severo, que ganhou “parabéns” surpresa e uma torta personalizada, pela passagem de seus 80 anos.

Como a obra é alusiva aos 80 anos da Associação Catarinense de Imprensa, o livro também será lançado, ainda esse ano, em várias cidades do estado, através de uma série de palestras oferecidas a acadêmicos e profissionais da área. A campanha de divulgação da obra é assinada pela agência Propague, justamente a agência que teve entre seus fundadores o personagem da obra. A Propague produziu banners, convites, marcadores de página, e-mail marketing, cartões de identificação para dedicatórias, avatar para redes sociais e anúncios para jornal, utilizando como tema a mudança do biografado de Curitiba para Florianópolis, no ano de 1957.

A campanha publicitária tem como conceito “Ele veio pra Santa Catarina atrás das ondas. Do rádio”, e destaca o caráter “forasteiro” de Antunes Severo, que em busca de oportunidades no mundo do rádio chegou a morar nas próprias emissoras, pois nenhum sacrifício ou privação era empecilho para a concretização de seu sonho de comunicador. Vocação, aliás, que continua falando alto. “Sempre antecipando tendências, Severo fez questão de transmitir ao vivo o evento de lançamento pela web, através dos sites www.acontecendoaqui.com.br e www.carosouvintes.org.br, e também aprovou a grande sacada da criação de um blog para dar continuidade aos relatos do livro, elogia Ana Lavratti.

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Caros Ouvintes lança livro com mini show de rádio

22/07/12

Antunes Severo – o menino do arroio Itapevi é o livro de Ana Lavratti que será lançado em Florianópolis pelas editoras do Instituto Caros Ouvintes, Associação Catarinense de Imprensa e Insular no dia dois de agosto. O acontecimento é uma multiprodução coordenada pela própria autora com apoio de mais de uma dezena de amigos do biografado e contará com mini show dirigido pelo maestro José Ribeiro/Zezinho e a participação de cantores locais interpretando músicas de autores catarinenses ou que residem em Santa Catarina revivendo os programas e auditório da Era de Ouro do Rádio.  O lançamento será no salão do térreo do Museu Cruz e Sousa, Praça XV de Novembro, dia dois agosto, às 19 horas. O livro, além da história do radialista Antunes Severo narrada por Ana Lavratti, inclui depoimentos da repórter Sônia Bridi, do professor Eduardo Meditsch, do jornalista Moacir Pereira e do publicitário Roberto Costa.

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Voz íntima a todos os brasileiros

20/06/12

Se alguém o chamasse de “a voz das Casas Bahia” não estaria exagerando. O locutor Bob Floriano, dono de uma voz grave e das mais renomadas no mercado publicitário, trabalha para a rede varejista há 12 anos — nesse período, gravou nada menos do que 80 mil comerciais para o anunciante. Além disso, desde setembro do ano passado, ele também atua como presidente do Clube da Voz, entidade que completa 20 anos em 2012 e reúne os melhores profissionais de locução em atividade. Este ano, Floriano colocou no ar a Rádio Clube da Voz, transmitida via internet que tem como objetivo informar o mercado publicitário sobre o que acontece no setor, sempre de forma descontraída. Ele ainda lidera um projeto para anunciar a categoria em cinemas do Brasil, assim como tem dado palestras em faculdades de publicidade para que os “futuros contratantes” conheçam o serviço da locução profissional e reconheçam sua importância.  Leia mais…

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Jair Brito estava à frente dos atuais diretores artísticos

3/06/12

Do blog do Edemar Annuseck

Jair Brito falecido no último sábado foi o precursor da ideia de se implantar no rádio o jornalismo em larga escala. Nos anos 60 e 70 o rádio vivia basicamente do famoso Repórter Esso, Correspondente Renner, Globo no Ar de hora em hora. Havia já os jornais falados como o Jornal Falado Tupi, Equipe Sete e Trinta (atual Jornal da Manhã) da Jovem Pan, Titulares da Notícia e outros.  Jair Brito estava adiante dos que hoje se intitulam Diretores Artísticos. Que o digam Globo, Bandeirantes, Gaúcha, Clube Paranaense entre outras.

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Profissional de mídia terá certificação

2/06/12

Uma das principais resoluções do 5º Congresso da Indústria da Comunicação – antes denominado Congresso Brasileiro de Propaganda – foi a deliberação de que os profissionais de mídia terão que passar por uma prova de certificação e que cada agência de propaganda/publicidade deverá ter pelo menos um mídia certificado em sua equipe. Esse é o tema da entrevista com o publicitário, sócio-fundador e conselheiro do Instituto Caros Ouvintes gravada hoje a tarde em sua residência em Florianópolis e na presença do também publicitário George Peixoto, presidente do Instituto. Veterano em eventos de sua área profissional, Emílio Cerri participou de várias edições do Congresso que foi realizado pela primeira vez de 29 a 31 de outubro de 1957, na cidade do Rio de Janeiro. E para terminar, uma revelação confirmada pelo Emílio: o nosso site já tem definido o seu próximo upgrade: será elevado à categoria de portal e terá nova marca embora mantendo a designação Caros Ouvintes.

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Talentos como Jair são raros no rádio contemporâneo

29/05/12

Perdemos um bom amigo. O Rádio perdeu um de seus mais criativos profissionais. Jair de Brito esteve sempre na frente de seu tempo, inovando e rejuvenescendo a radiofonia. Foi o primeiro profissional a propor uma emissora de rádio exclusivamente jornalística. Na ocasião não encontrou apoio para sua proposta, considerada muito avançada. Anos mais tarde  surgiu a CBN. Jair de Brito sempre foi um realizador no presente com olhos voltados para o futuro. Talentos como Jair  são raros no rádio contemporâneo. Deixa saudades entre seus familiares e amigos e uma imensa lacuna na radiofonia brasileira.

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