Arquivo de autor para Edemar Annuseck

A Fonte está Secando!

14/06/13

Há muito tempo venho escrevendo sobre o que está por ocorrer no futebol brasileiro. Parece que agora os clubes começam a acordar para uma realidade que vai se cristalizando a cada dia.

Estou cansando de alertar sobre a qualidade do futebol atual, os altos salários, o envolvimento de empresários que tiraram os jogadores dos clubes e tudo o que você já está cansado de saber.

Muitos clubes devendo até o fio do cabelo sem encontrar uma solução. Outros sem se preocupar com o que devem aumentam suas dívidas. Leia mais…

Compartilhar

Ondas curtas em alta

3/06/13

O rádio brasileiro coloca os pés no chão e retorna forte com sua programação também em Ondas Curtas. Rádio Aparecida, Record, Bandeirantes, Nacional da Amazônia, Brasil Central de Goiânia, Guaíba, Gaúcha e agora o retorno na RB2 ex-Rádio Clube Paranaense. Comercializada há mais de ano com os Irmãos Redentoristas, a tradicional emissora paranaense voltará a operar com suas Ondas Curtas de 25, 31 e 49 metros.

A direção da emissora já está sendo cumprimentada pelo povo brasileiro por essa iniciativa. Os jovens que curtem rádio estão mais acostumados com as emissoras em Frequência Modulada (FM) e com as tecnologias avançadas como internet, iphone, celular, tablete, JPS e outros. Para quem mora no interior brasileiro não tem ainda acesso a todas essas inovações. Leia mais…

Compartilhar

A mídia mascara o produto!

1/06/13

Como diria Roberto Avallone “Meu Deus” (exclamação) como pode? Hoje pode. Graças à mídia qualquer jogadorzinho de futebol vira craque, ídolo, joga na seleção e vai ganhar a vida rapidamente no exterior.

O exagero ultrapassa as fronteiras. Culpa da mídia que dá “corda” e promove algumas “coisas” que não passam de uma grande enganação. Os tempos realmente são outros e a influência que a mídia nas suas mais diferentes projeções tem facilita a criação de “monstros” no futebol.

O que tem de “bonde” jogando nos grandes times e sendo repassados para o exterior é incalculável. O duro é ver as dificuldades para se formar hoje uma seleção competitiva que possa resgatar o nosso futebol. Leia mais…

Compartilhar

Afinal quem manda mesmo?

31/05/13

Jogadores agora decidem quem o clube deve contratar. Foi o que aconteceu na Associação Portuguesa de Desportos. O clube que disputa a Série “A” do Campeonato Brasileiro desejava colocar Emerson Leão para treinar seu time. Os jogadores comandados por Souza reagiram e foram contra sua contratação alegando o comportamento de Leão no comando das equipes.

O São Paulo também teria dado sua opinião sobre a contratação alegando que só cederia o jogador Cañete se Leão não fosse o treinador. Verifica-se no futebol brasileiro uma inversão de valores. Não defendo o que Leão teria feito ou deixado de fazer quando dirigiu o São Paulo e outros clubes. Todos sabem que é exigente e que em muitas ocasiões pode ter passado dos limites. O que não se deve esquecer é a hierarquia. Afinal quem manda nos clubes? Leia mais…

Compartilhar

Isso era o Rádio Esportivo!

24/05/13

Os bons tempos do rádio esportivo brasileiro já não existem mais. Até 2000 o jornalismo esportivo brasileiro estava presente em todos os grandes acontecimentos dentro e fora do pais.

Era comum a presença de 10 a 15 emissoras acompanhando jogos amistosos e oficiais da Seleção Brasileira. Tudo isso mudou com a introdução do off-tube (transmissões feitas com imagens da televisão) que hoje se transformaram em estádios de futebol.

Hoje poucas, eu disse poucas, muito poucas emissoras enviam seus profissionais de rádio e até da televisão para transmitir “in loco” os jogos dentro e fora do país. Registro dois flagrantes da presença da Rádio Clube Paranaense no Exterior . Leia mais…

Compartilhar

As Redes de Rádio

4/05/13

Com o surgimento de novas tecnologias o Satélite e mais recentemente a Internet as emissoras de rádio no Brasil resolveram se expandir. As grandes do eixo Rio-São Paulo criaram redes para a retransmissão de sua programação autorizando inclusive a utilização de seus nomes para emissoras pouco representativas.

Muita gente entrou nessa achando que era um negócio do outro mundo e que viria a dar mais qualidade e maior faturamento. Passados alguns anos o que se previa vai se confirmando. O rádio continua muito regional para não dizer local. O tempo se encarregou de provar que o ouvinte quer saber o que acontece em sua cidade e região. Leia mais…

Compartilhar

As Transmissões Esportivas

2/05/13

Muito se tem questionado hoje as transmissões esportivas no rádio e também na televisão que não são feitas dos estádios. Isso já acontece há muito tempo. Aliás, antes da televisão transmitir os jogos ao vivo e surgir o off-tube existia a dublagem das transmissões esportivas. Locutores em ritmo mais lento ouviam a transmissão da emissora de rádio que estava no local do jogo e dublavam a mesma para sua emissora como se também estivessem no estádio. O Off-tube na atualidade também é muito comum nas emissoras de televisão que para diminuir os custos mantém narrador e comentaristas nos estúdios enviando apenas os repórteres aos estádios. Leia mais…

Compartilhar

O Estranho

30/04/13

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e desde então tem estado conosco. Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.

Meus pais eram instrutores complementares. Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Leia mais…

Compartilhar

Radiais, Televisivas e Esportivas

29/04/13

Cadê a ética?

A falta de ética no jornalismo brasileiro virou lugar comum no rádio, televisão e jornal. Ontem durante entrevista do delegado responsável pelo caso da dentista assassinada em São Bernardo do Campo foi demais. Os canais de televisão, rádios e sites faziam entrevista coletiva com o delegado. De repente certo apresentador que estava no estúdio tentou tomar para si o comando da entrevista insistindo sua equipe técnica em colocar escuta no entrevistado. Fez bem o delegado que seguiu a entrevista até esgotar o assunto para então atender ao que chamam de “exclusividade”. Que pobreza! Tremenda falta de respeito numa total falta de ética. Aliás, cabe a pergunta: ainda existe ética no jornalismo brasileiro? Leia mais…

Compartilhar

Falta respeito ao Rádio Esportivo – III

8/04/13


A falta de respeito ao rádio esportivo também se enquadra na falta de respeito do próprio rádio esportivo. Sei muito bem que a ausência dos repórteres no gramado vem de uma determinação da FIFA nas competições sob a sua égide e da Conmebol nos torneios de sua competência. É claro que ao longo dos anos houve muito abuso. Mas, não se pode esquecer a valorização que se dava ao trabalho dos treinadores durante uma partida. Nos meus tempos de Jovem Pan, Cândido Garcia, Fausto Silva, João Bosco, Israel Gimpel, Flávio Adauto, Juarez Soares, Reinaldo Simi Jr., Wanderlei Nogueira, José Roberto Ercolin ouviam durante o jogo a opinião dos treinadores. E esse rápido registro auxiliava os comentaristas Orlando Duarte, Randal Juliano, Leônidas da Silva, Claudio Carsughi, Mauro Pinheiro, Vital Bataglia, Mauro Nóbrega na opinião dando ao torcedor a noção de como o treinador e os analistas estavam vendo o jogo. Leia mais…

Compartilhar

Morte aos pequenos

28/03/13

A situação dos pequenos clubes vai piorar ainda mais depois da Copa do Mundo de 2014. No mundo globalizado de hoje ão se dá mais espaço para que alguém possa se igualar as grandes potências. Hoje só se pensa em tirar proveito de qualquer situação sem se preocupar como e quando. Isso se aplica e muito bem ao futebol aqui no Brasil. Durante décadas os pequenos clubes eram as fontes na revelação de jogadores para os grandes clubes. A criação de suas escolas e núcleos espalhados pelo país serve hoje como essa fonte de revelação para os grandes. Essa estratégia acabou afetando os pequenos. O problema não para por aí.

Com essa filosofia implantada os pequenos tem outro problema para sobreviver porque sobraram para quase todos somente os estaduais. E essas competições foram reduzidas para no máximo quatro meses. Quem não participa de torneios acaba encerrando o ano após os estaduais. Não tem como manter os jogadores por falta de recursos financeiros. Os grandes clubes querem diminuir ainda mais os estaduais a partir de 2015. Ontem durante seminário os cartolas dos grandes clubes decidiram que os estaduais precisam ser reduzidos ainda mais. “O grande problema no início do ano é que falta tempo para realizar uma boa pré-temporada. Leia mais…

Compartilhar

Falta de respeito ao rádio esportivo – II

25/03/13

Vocês lembram quando só as emissoras de rádio transmitiam os jogos do futebol brasileiro ao vivo? Pois bem. Naqueles tempos o Maracanã recebia mais de 120 mil torcedores nos clássicos, Morumbi 100 a 120 mil, Mineirão 100 mil, Fonte Nova 100 mil e num Atlético Paranaense e Flamengo no então Belfort Duarte hoje Estádio Couto Pereira 68 mil pessoas estiveram presentes. Isso não existe mais e do jeito que vai já tem time pagando para jogar. O Santos que o diga já que teve mais de 11 mil de prejuízo na partida contra o Guarani. Por enquanto os clubes se sustentam com o dinheiro da televisão e quando isso acabar? Leia mais…

Compartilhar

Falta de respeito ao rádio esportivo

22/03/13

Não bastasse o declínio do futebol brasileiro ocupando atualmente o décimo oitavo (18) lugar no ranking da FIFA outro fato merece registro e a busca de uma solução. É a falta de respeito ao rádio esportivo em nosso país. Não bastasse a televisão mostrando futebol o dia inteiro e os principais jogos no horário burro das 22 horas inventaram também partidas às 19h30. Nas grandes cidades (especialmente capitais) o trânsito não permite que o torcedor possa estar no estádio nesse horário. Ele acaba desistindo ou chegando já com o jogo em andamento. O recurso de ouvir no carro pelo rádio também diminuiu. Tudo porque com a obrigatoriedade de retransmitir a Voz do Brasil as transmissões só iniciam às 20 horas e mesmo porque nem todos tem acesso à internet quando estão retidos no trânsito. Jogos às 19h30 as quintas-feiras ainda tem os horários políticos gratuitos. Quando a transmissão começa no rádio o primeiro tempo já terminou. O rádio esportivo como fica nisso. Não fica. Ele que é o maior prestador de serviço está ficando cada dia como menos espaço no futebol brasileiro. Será que alguém já analisou a situação. É isso aí.

Compartilhar

Que jornalismo é esse?

18/03/13

Fui adiando, fui adiando na esperança que tudo fosse corrigido. Há muito tempo vejo que a televisão brasileira – especialmente aqueles canais que têm programas ao vivo mostrando o que acontece no dia a dia – fazer um jornalismo meia boca. Ficam os apresentadores comandando dos estúdios, os helicópteros sobrevoando a cidade e a informação que se espera tem poucos detalhes e o que se salva são as imagens.  Quando são deslocados repórteres para o local dos acontecimentos a informação também é incompleta. Porque não se divulga o nome do bairro, da rua e os dos envolvidos? O que se ouve é “Imagens exclusivas das fortes chuvas que estão alagando a Zona Leste”, “Nosso helicóptero registra o grave acidente que acaba de acontecer na Zona Sul”. No caso de São Paulo os apresentadores só especificam os bairros sem completar as informações que o telespectador aguarda. O telespectador não tem condições de saber pelas imagens onde está acontecendo, exceto quem reside no local. Se for ordem superior não passar nomes para evitar a concorrência é uma grande burrice. Tem-se a imagem, então porque não citar os nomes das ruas, bairros e envolvidos? Que jornalismo é esse que a televisão faz? Será que a direção dessas emissoras ainda não se tocou, ou está sendo comandada por gênios que nada entendem de jornalismo? Televisão não é só imagem. É antes de tudo informação. É isso aí.

Compartilhar

Rádio: As grandes diferenças

15/03/13

Os índices de audiência das emissoras AM e FM deflagram uma diferença brutal já de há muito tempo. O rádio AM tem hoje um pouco mais de 10% da audiência do FM na Grande São Paulo. E no futebol os números também não estão muito longe de parâmetros que não eram registrados até 2000. Como homem de rádio e amante do rádio tenho a impressão que a forma como se conduzem determinados profissionais defendendo ardentemente os clubes de seu coração tem parte nisso.

Nas décadas de 70,80 e 90 quando havia qualidade especialmente nas transmissões esportivas, os profissionais não demonstravam com tanta ênfase sua torcida pelos clubes. E havia respeito do ouvinte para com esses profissionais que eram profissionais da mais alta qualidade. Tenho ouvido questionamentos quase todos os dias sobre o atual rádio esportivo. Outro dia fui abordado porque estou fora do rádio e muitos dizendo que eu tinha que estar no ar.
Agradeci as palavras dessas pessoas que jamais tinha visto. Elas aproveitaram para dizer que do jeito que se transmite futebol hoje no rádio – na maioria das rádios – não dá mais para ouvir. Respeito à opinião de todos e vocês que me acompanham conhecem muita bem a minha opinião que tenho expressado nos Caros Ouvintes do qual sou colaborador desde 2007. Leia mais…

Compartilhar

Morreu o Barão Fittipaldi

11/03/13

O rádio e o esporte à motor do Brasil estão mais tristes nesta segunda-feira. Aos 92 anos faleceu nesta madrugada Wilson Fittipaldi, o Barão, pai de Emerson e Wilson Fittipaldi. Foi o iniciador dos grandes eventos esportivos à motor no Brasil e o principal narrador das grandes corridas dentro e fora do pais através da Rádio Panamericana, hoje Jovem Pan. Wilson Fittipaldi emocionou o Brasil ao narrar a conquista do primeiro título de Fórmula 1 do seu filho Emerson Fittipaldi, em 1972. O Barão com o qual trabalhei na Jovem Pan era uma pessoa maravilhosa, atenciosa e cheio de surpresas. Quando voltava das transmissões de Fórmula 1 da Europa sempre tinha alguma preparada para seus companheiros do Jornal da Manhã na Jovem Pan. O consagrado sempre foi de uma seriedade inconteste na épooca sob o comando de Fernando Vieira de Mello. Leia mais…

Compartilhar

Futebol Desmoralizado

8/03/13

Está virando brincadeira o mais importante torneio de clubes da América do Sul. Vários são os aspectos que precisam ser enumerados sobre a disputa da Copa Libertadores da América. Primeiro que a competição é organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) num continente composto por dez (10) países. Segundo: lógico seria o torneio contar com equipes desses países e só. De uns tempos a essa parte a entidade por interesses financeiros, creio, resolveu convidar equipes mexicanas desfigurando o real motivo do torneio. Terceiro: partidas em cidades como La Paz (3.640) e Oruro (3.735) acima do nível do mar que dá grande vantagem aos times da casa. Quarto: e ontem à noite em Tijuana na Baixa Califórnia o Corinthians teve que jogar num gramado sintético. O time local acostumado ao terreno de jogo e com pouca qualidade técnica ainda aproveitou para fazer 40 faltas e chutar a bola para qualquer lado. Leia mais…

Compartilhar

Estádio vazio

27/02/13

É o que teremos hoje à noite aqui em São Paulo quando Corinthians e Milionários se enfrentarão pela Copa Libertadores da América. A torcida está impedida pela Conmebol de comparecer ao estádio. Nos bastidores da nossa metrópole se comenta que as torcidas do Corinthians estarão em volta do Pacaembu. A segurança foi reforçada pela Polícia Militar na esperança de que não ocorra nenhum conflito. Curioso é o comportamento da torcida alvinegra depois dos acontecimentos de Oruro. Nem a apresentação do jovem que se responsabilizou pela morte ocorrida mudou o panorama. Todos vivem a expectativa do jogo desta quarta-feira. Todos torcem para que nada de irregular aconteça para que o julgamento da Comissão de Disciplina da Conmebol atenue a punição ao clube. Sinto que aquele entusiasmo inicial dos torcedores em relação à Copa Libertadores da América arrefeceu.  A audiência de Bragantino e Corinthians – 15 por cento, 930 mil telespectadores – na TV Globo mostra uma queda acentuada em relação a outros jogos. Escrevi outro dia uma matéria intitulada “Sinal Vermelho ligado” analisando o futebol atual que se pratica no país e suas possíveis consequências. Que o comentário sirva também para que a violência das torcidas dentro e fora dos estádios seja eliminada. É isso aí.

Compartilhar

Porque o rádio mudou?

7/02/13

Já ouvi as mais diferentes opiniões dos apaixonadas pelo rádio, como eu. Uns acham que a frequência AM tem cada vez menos ouvintes pelas interferências que ocorrem no som e que é por isso que o FM predomina. Os números mostram a diferença entre as emissoras. As 15 primeiras em FM de São Paulo somam dois milhões e duzentos mil ouvintes por minuto e as 15 primeiras em AM chegam a 350 mil ouvintes. Algumas rádios em FM tenta seguir hoje o que o AM fez e faz baseado no radio-jornalismo. Outras – em sua maioria – que não se dedicam ao jornalismo e ao esporte fazem a chamada mesmice com comunicadores gritando nos ouvidos dos ouvintes e música barulhenta. O que vale é o sucesso do momento, não a qualidade da música. A Prestação de Serviço implantada pela Jovem Pan e seguida por outras grandes de São Paulo continua sendo o ponto de referência das AM’S. Os chamados jornais falados mantém uma boa qualidade especialmente na Jovem Pan, CBN, Bandeirantes e Estadão. O rádio também mudou porque hoje o comunicador não se mantém mais com um só emprego. Precisa de dois ou até um terceiro para ganhar o suficiente no final do mês. Os proprietários ou os que dirigem as emissoras são os grandes responsáveis por essa situação. Infelizmente, essa é a grande realidade do rádio no Brasil. É isso aí.

Compartilhar

Sinal vermelho ligado!

5/02/13

Nos últimos anos os campeonatos estaduais tem perdido cada vez mais o interesse das torcidas. Hoje o que interessa são os Brasileiros, Libertadores, Sul-Americana e Mundial de Clubes. Essa é a visão dos grandes clubes do Brasil. E os pequenos? Como vão sobreviver? Nos jogos dos estaduais temos cada vez menos público. Não identifico o problema pelo início das atuais competições. O que chama a atenção é o desinteresse dos grandes clubes. A maioria não está nem aí para os jogos colocando em campo jogadores reservas. Esquece-se que existem verbas de televisão e de patrocinadores das suas camisas para bancar os custos. A exposição na mídia aumentou muito nos últimos anos, porém, a audiência da televisão está caindo a cada rodada. O assunto é oportuno, pois já imaginaram se com as baixas audiências os anunciantes saem para outros investimentos deixando de lado o futebol. Com os estádios vazios como os clubes se subsistirão? Vejo nisso tudo a falta de qualidade dentro e fora do campo. Dentro pela falta de qualidade do futebol que se pratica e fora pela falta de visão dos dirigentes. Cuidado gente porque “numa dessas a casa pode cair”. É isso aí.

Compartilhar
 
 
         
© 2010 por Caros Ouvintes. Todos os direitos reservados.