Oled predominará

Rádio CBN Brasil | MUNDO DIGITAL, com Ethevaldo Siqueira

Milton – Ethevaldo, quais são as perspectivas do LED orgânico ou Oled? Você acha que essa tecnologia vai pegar?

Ethevaldo – Não tenho dúvida, Milton. Não será uma vitória de curto prazo, mas, sim, de muitos anos, ainda. Os investimentos nessa área são enormes, em especial no caso das duas maiores fabricantes de displays do mundo: as coreanas Samsung e LG, que, até aqui, batem suas concorrentes japonesas. Mas a diferença que separa as indústrias coreanas e japonesas nessa área é cada dia menor. A competição tecnológica entre os dois países só aumenta, até porque, em 2012, as japonesas Sony e Panasonic criaram uma aliança com o propósito de produzir televisores de Oled de grandes dimensões a preços mais competitivos. Nesse sentido, elas anunciaram em Las Vegas na semana passada a produção dos maiores televisores de Oled do mundo: com 56 polegadas de diagonal (apenas uma polegada a mais do que os da LG e da Samsung).

Milton – Por que o Oled é tão importante para a indústria de televisores?

Ethevaldo – Porque esse material promete muitas vantagens, como melhor imagem, melhor contraste, menor consumo de energia e menores custos no futuro. O problema é que os processos de fabricação ainda não conseguiram baixar os custos aos níveis previstos e na velocidade esperada. Quem ainda leva nítida vantagem na área de preços são os fabricantes coreanos.

Milton – Qual é a relação entre os preços de um televisor de Oled e os de LED mais avançados atualmente?

Ethevaldo – Até aqui um televisor de Oled custa praticamente o dobro do preço de um televisor de LED do mais alto padrão, sejam eles de 55 ou 85 polegadas.

Milton – Ethevaldo, amanhã é sexta-feira, dia de falarmos sobre o futuro. Qual será o seu tema?

Ethevaldo – Será o televisor de 2020.

Milton – Até amanhã.

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