Migração da AM para outras bandas

Publicado em: 14/06/2013

Quando as facilidades criadas pela tecnologia ainda são insuficientes para melhorar um sistema de importância fundamental para a comunicação humana e deleite dos animais…

Divulgação. Internet

“A migração das AM para o FM pode ser um novo caminho para quem faz rádio”,  afirma Edemar Annuseck, experiente profissional e atento observador, em mensagem ao editor . E completa: “A RB2, por exemplo, está anunciando a reativação de suas Ondas Curtas de 25, 31 e 49 metros. No AM 1410 ela continua com excelente alcance noturno com seus 50 mil watts de potência”.

O que está pegando – e as dúvidas são muitas – é que migrando para a faixa FM o tipo de cobertura é diferente, pois a propagação é em linha reta, que nem a da televisão. E nessas condições a potência passa a ser uma coisa secundária. Uma das saídas, talvez, possa ser a onda média ficar como opção empresarial (não obrigatória) compondo com as ondas curtas um sistema específico para coberturas rurais com baixa densidade populacional, mas estrategicamente importante para a segurança nacional.

Como ressalta Annuseck, em sua mensagem: “Então para chegar ao “interiorzão”  só mesmo em Ondas Curtas. Apesar da facilidade de se comprar um computador, o interior do Brasil ainda é carente nessa área”.

E o Annuseck termina citando o caso da Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, que há dois anos mudou todo o parque técnico com novos transmissores em Ondas Curtas. E finaliza: “Outro dia ouvi pelo rádio a Itatiaia e a Inconfidência em Ondas Curtas de 49 metros aqui em Curitiba, assim como tenho ouvido Bandeirantes, Guaíba e Gaúcha”.

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