Inédito: site terráqueo revela bastidores das notícias do dia na Ilha

Caro Zininho, evito-te o tédio de repetir as notícias que a mídia local levou aos ares, aos bares, aos lares e aos mares que nos rodeiam se locupletando em júbilo pela efeméride e o acontecimento maior do dia: a entrega ao tráfego da Avenida Cláudio Alvim Barbosa, o Poeta Zininho. E não era para menos, depois dos atrasos e das inaugurações goradas até então, a festança tinha que ser grande.

Na foto detalhe de cena de um dos últimos shows da Claudinha. Uma pista, quem sabe?

A ala dos maledicentes, como sempre, chegou a espalhar que metade do pessoal que estava lá foi para conferir se desta vez a inauguração saia. Mas, você como personagem central da história deve ter acompanhado tudo que os jornais, as rádios, as TVs e os canais sociais que abundam pela internet escreveram, falaram e caretearam em Full HD de altíssima fidelidade. Como, porém, nem tudo cabe nos padrões jornalísticos que vigem por aqui, mando-te essas despretensiosas e mal traçadas linhas.

A festa começou de manhã bem cedo e se estendeu até o meio dia. Teve foguetório tão potente que se ouvia la na Trindade – a cachorrada da vizinhança aqui no continente botou pra correr do susto que levou; teve banda marcial – a “furiosa” da Polícia Militar continua majestosa como naqueles tempos; teve discurso do atual prefeito e de quem quer ser o próximo; teve gente pra dedéu lotando o palanque e os arredores, e teve também até passeata do pessoal da Comcap que aproveitou o ensejo para informar que os salários estão mais baixos do que barriga de cobra.

Só não teve uma coisa: o monumento em homenagem ao artista que com seu trabalho, sua arte e sua grandeza humana empresta seu nome a esse primeiro trecho da avenida da beira mar norte continental. Mas, nós aqui não dorme de touca. O nosso grupo conspirante já está mobilizado para que o monumento sugerido pelo Plinio Verani seja aprovado o mais urgente possível para que em maio a gente possa fazer uma baita festa musical – reunindo a nata da patota da Ilha – para inaugurar o marco físico da homenagem que o povo desta cidade resolveu te prestar. Era isso, caro. A saudade aqui é grande. A esperança é que um dia a gente volte a se encontrar.

PS – Precisas ver como a dona Ivette está coquete e faceira. Ela foi à inauguração e distribuiu sorrisos pra galera.

1 responder
  1. Cláudia Barbosa says:

    Deus… SALVE ANTUNES SEVERO!
    (Ei pai, e já te prepara pro festerê de aniversário! Depois não reclama que eu aviso sempre em cima da hora….)
    Beijos, beijos, beijos e PARABÉNS ANTUNES! PARABÉNS, ZIZA! PARABÉNS FLORIANÓPOLIS!

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