Arquivo de tag para 'Paraná'

Um furacão nas ondas do rádio

13/03/13

O que está acontecendo no rádio esportivo de Curitiba? É o que me perguntam todos os dias. Como estou “saboreando a vida” neste começo de ano em São Paulo, Curitiba e Florianópolis fico bem à vontade para escrever sobre as novidades do rádio esportivo da capital paranaense. O surgimento da 95.7 FM no esporte abriu caminho para profissionais que estavam sem prefixo. Sob o comando do Capitão Hidalgo foi dado continuidade ao trabalho em iniciado em 2012 na emissora de Paulo Malucelli.

Começaram as transmissões do Campeonato Paranaense dos jogos do Atlético, Coritiba e Paraná. De repente tudo se modificou. Apareceu o Clube Atlético Paranaense para formar uma parceria para dar cobertura exclusiva às suas atividades. A ideia a princípio deixou todos atônitos e as emissoras coirmãs preocupadas. E continua a preocupação, pois a 95.7 FM se tornou em Rádio CAP com um programa diário às 18 horas que só fala das notícias do clube e transmitirá os jogos do clube onde ele for jogar. Leia mais…

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A Sonoplastia do Eulampio

17/02/13

Memória | Capítulo 19Eulampio Viana foi um dos melhores sonoplastas que tivemos em nosso Rádio. Começou jovem, 15 anos, como operador de som na veterana PRB-2. Ali aprendeu muito e era o substituto eventual de Rolff Mário, o grande cobra da época, na sonoplastia das novelas da Rádio Clube. Os dois eram muito bons, e vale lembrar que nos anos 50 e 60 era bem mais difícil fazer o seu trabalho, pois não havia os recursos de agora. Mais tarde, com a saída do Rolff Mário, a responsabilidade ficou toda com o Eulampio e ele deslanchou de vez. Muitos discos foram quebrados no início da carreira, para desgosto do Jacinto Cunha que era o zeloso gerente da Bedois. Leia mais…

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Curitiba de outrora

27/01/13

Memória | Capítulo 19 A nossa Curitiba dos anos 50 era bem diferente dos dias atuais. Uma das coisas curiosas desta cidade querida era o footing na rua XV de Novembro, entre a Praça Osório e a Rua Barão do Rio Branco. Footing era o nome dado a um passeio a pé, geralmente para espairecer, bater-papo, rir um pouco e namorar. Naquele tempo os automóveis ainda circulavam pela Rua XV, a mais importante da cidade, mas nos sábados, domingos e feriados ao entardecer o trânsito de veículos era interditado e a rua ficava para o povo. A Rua XV ficava cheia. As pessoas caminhavam respeitando o sentido duplo, indo por um lado e voltando pelo outro, conversando, rindo, e de olho naqueles que retornavam pelo lado oposto. Leia mais…

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Fita Suja

20/01/13

Memória | Capítulo 19

E a outra, contada pelo Ernani, fala de uma entrevista feita pelo Borba Filho. O Borba Filho, um misto de comentarista esportivo e técnico de futebol, trabalhava na época na Rádio Guairacá. Certa vez, caminhando pela Rua XV, casualmente ele se encontrou com o diretor de futebol do Coritiba e aproveitou a oportunidade para colher informações sobre o Coxa. E veio a novidade: – Eu estou deixando a direção de futebol do Coritiba.

O assunto interessava e ficou marcada uma entrevista na casa do desportista, um circunspeto cidadão já em idade avançada. Borba Filho voltou à emissora e apanhou um daqueles pesadíssimos gravadores usados antigamente, e foi em busca da entrevista. Leia mais…

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O Bilhete

9/12/12

Memória | Capítulo 19

Nos Anos 60 a Rádio Clube apresentou, durante algum tempo, às 6 horas da manhã, um programa com Militão, o Rei do Violão. Militão era um exímio violonista. Conhecia um número extraordinário de acordes, tirava sons puríssimos do seu violão e solava com maestria. Tinha um grande repertório de músicas. O seu ponto forte era a valsa “ABISMO DE ROSAS” de Américo Jacomino, o Canhoto. Dava gosto ouvi-lo tocar. Apesar de tão cedo, todas as manhãs o seu programa recebia inúmeros visitantes. Pessoas que iam para o trabalho e antes passavam na Rádio para ouvir “o rei do violão”, familiares de aniversariantes que levavam seus nomes para prestar-lhes homenagens oferecendo-lhes as músicas, e por aí afora. Leia mais…

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Morreu um ícone do rádio paranaense

30/07/12


Um das figuras mais importantes da história do rádio do Paraná faleceu no último dia 20. Falo de Euclydes Cardoso de Almeida, o Kid para os amigos que foi o responsável pela minha ida para a Rádio Clube Paranaense em 1994. Euclydes Cardoso de Almeida na função de Superintendente da B-2 colocou a emissora num patamar de competitividade com as grandes emissoras do país. O esporte era líder absoluto de audiência e seguiu após a morte de Lombardi Junior. Esteve presente em 1995 sob sua direção em todos os jogos da Seleção Brasileira e transmitiu ao vivo as partidas (todas) do Atlético, Coritiba e Paraná. Leia mais…

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Falta de preparo e ganância minaram a qualidade e estabilidade do rádio

22/12/11

Em Curitiba o excesso de emissoras provocou grande alteração na divisão do pequeno bolo publicitário e a consequente redução no faturamento das empresas. Em 1950 havia quatro emissoras de rádio na cidade. Em 2002 eram 45 as rádios atuando na região metropolitana de Curitiba. Para sobreviver muitas delas passaram a lotear seus espaços vendendo para quem assim o desejasse. A escassez de anunciantes levou muitas emissoras a situação de penúria sem recursos para investir em novos equipamentos e manter suas empresas em boas condições. Muitos diretores de rádios viram nos políticos um caminho para minorar as dificuldades, não só com a venda de espaços para eles, mas também como forma de disputar com maiores chances, as generosas verbas públicas, tão necessárias para garantir a continuidade de seus negócios. Leia mais…

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Primórdios da radiofonia do Paraná – Cap. 1

4/09/11

O Rádio do Paraná, assim como aconteceu em outros Estados brasileiros, teve suas origens marcadas pelo grande idealismo de seus pioneiros. Quando procuramos situar o Rádio paranaense nos primórdios da radiofonia brasileira, somos envolvidos por uma intensa nebulosidade que as informações que obtemos não conseguem desfazer totalmente. Os dados conseguidos nem sempre coincidem e muitas vezes são contraditórios. Explica-se: as pesquisas iniciais, fruto da curiosidade e do idealismo em especial de radioamadores, processaram-se em diversos Estados ao mesmo tempo. Clubes de Rádio surgiram e desapareceram rapidamente. Leia mais…

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A era dourada do rádio paranaense*

7/08/11

Meu caro Célio: nosso país é ingrato em decretar aposentaria de gente dotada de grande saber em suas áreas de trabalho. E na comunicação essa realidade tirou do ar um monte de talentos como você, dono de bonita voz e imensa capacidade de escrever a história presente. Acabo de ler seu brilhante comentário sobre o livro do Renato Mazânek. Emocionado estou e lamentando mais não ter podido ir ao badalado lançamento abraçar Renatão e tantos outros amigos dos bons tempos do rádio de Curitiba. Só amanhã é que receberei o meu exemplar, imagino “devorá-lo” de uma só vez. Bom fim de semana, Jair. P.S. 1. Você, que tem espaço num apreciado site, bem que poderia lançar a idéia de uma  reunião do pessoal de rádio e TV (gente acima dos cincoentões, sessentões, setentões, acho que até oitentões). Convoque Gilberto Fontoura, promoter desde o Clube Mirim da Rádio Guairacá para coordenar uma festa pra ninguém botar defeito. P.S. 2. Estou repassando seu artigo do livro de Mazânek para nosso sempre considerado Antunes Severo com a mensagem seguinte: convide Célio Guimarães para escrever semanalmente no site Caros Ouvintes, trincheira viva que serve de escola para os iniciados em comunicação. Leia mais…

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Papo Livre 146: muitos discos foram quebrados na carreira de Eulâmpio

31/07/11

O meu amigo Eulâmpio Viana foi um dos melhores sonoplastas que tivemos no nosso rádio. Começou jovem, 15 anãos, como operador de som da veterana PRB2. Ali aprendeu muito e era o substituto eventual o Rolf Mário, o grande cobra da época na sonoplastia das novelas da Rádio Clube naquela época. Os dois eram muito bons. Vale lembrar que nos anos 1970 era muito difícil fazer o seu trabalho, pois não havia os recursos de agora. Mais tarde, com a saída do Rolf Mário, a responsabilidade fico toda com o Eulâmpio e ele desmanchou de vez. Muitos discos foram quebrados no início da carreira, para desgosto do Jacinto Cunha que era o zeloso Gerente da Bedois. Leia mais…

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Renato Mazânek conta em livro a história do rádio no PR

20/07/11

Pioneiro do rádio e da televisão no Paraná, o publicitário Renato Mazânek lança, na próxima segunda-feira, 25/7, o seu segundo livro: “Ondas curta e média sem delonga”. A sessão de autógrafos começa às 19h30min no Palacete dos Leões, na Avenida João Gualberto, em Curitiba.Renato Mazânek já contou a história da TV do Paraná, que ele ajudou a fazer em “Ao Vivo e sem Cores”, Edição Digital, 2004, e agora, com a mesma precisão e conhecimento apresenta uma vasto apanhado da rica e vibrante história do rádio paranaense. Renato, desde garoto se interessou pelas artes e aos 16 anos inicia no rádio a sua carreira profissional ao microfone da Rádio Ouro Verde de Curitiba. Depois transferiu-se para a Rádio Colombo, passando posteriormente a dirigir, sucessivamente as rádios Curitibana, Emissora Paranaense, Guairacá, Clube Paranaense e Iguaçu. No rádio exerceu as funções de operador de som, sonoplasta, locutor, radioator e humorista. Publicitário, dirige há mais de 35 anos a agência Teorema.

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Tony Mineiro: E aí galera?

13/03/11

Aos poucos estamos aumentando o acervo de informações sobre a carreira do locutor Tony Mineiro. O leitor ouvinte Celso Vilmar Henzi retorna com mais uma preciosidade: dessa vez é a foto do radialista (de bigode), com a equipe da FM Studio 96 de Curitiba nos anos de 1980. E acrescenta Henzi: “Ainda estamos atrás do áudio pioneiro do Tony ‘E aí galera?´ Esse  bordão ele lançou em 1974, na extinta rádio Iguaçu de Curitiba”. Quem se habilita com mais informações?

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Papo Livre 119: Gostou do relógio? Quer comprar?

19/12/10

E chegou a hora do nosso Papo Livre para eu contar causos pra vocês.
Em 1914, o prefeito de Curitiba Dr. Cândido de Abreu mandou instalar na Praça General Osório, perto do coreto, bem do centro da cidade, um relógio elétrico que ficou famoso. O relógio ficava a mais de dez metros de altura e tinha quatro mostradores, para que de todos os lados os transeuntes pudessem ver a hora oficial de Curitiba. A ideia era ótima e a intenção também, só que o danado do relógio constantemente parava de funcionar. Por causa desse relógio surgiu uma das divertidas lendas curitibanas. Leia mais…

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Luiz Carlos Paraná: poeta, compositor e cantor – 6

16/12/10

Estamos chegando ao final do programa de rádio que Ubiratan Lustosa produziu e apresentou na Rádio Paraná Educativa em homenagem a Luiz Carlos Paraná. Participaram o também cantor Léo Vaz, contemporâneo e amigo de Luiz Carlos e o jornalista e biógrafo Thiago Sogayar Bechara. Bechara concluiu a pesquisa e está finalizando o texto do livro que será lançado ainda no primeiro semestre de 2011. Nesse trecho você poderá ouvir duas das mais populares e representativas canções da produção músical e poética de Luiz Carlos Paraná: Nem sequer uma Rosa e Cafezal em Flor. O programa de Ubiratan Lustosa na Rádio Paraná Educativa AM de Curitiba é transmitido aos domingo aos domingos pela manhã. A emissora pode ser ouvida na internet.

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Luiz Carlos Paraná: poeta, compositor e cantor – 4

4/12/10

Na quarta parte do programa Revivendo que Ubiratan Lustosa apresenta aos domingos na Rádio Paraná Educativa segue a apresentação outras criações musicais de Carlos Paraná acompanhadas de destaques da biografia do cantor que Thiago Sogayar Bechara está pesquisando para o livro que lançará em breve. Além de Thiago, faz parte do programa o cantor Leo Vaz. Provocado pelo apresentador do programa, Thiago fala da fase paulistana do Carlos Paraná: “É nessa fase que ele realmente surge artisticamente para o país. No fundo Luiz sabia que era em São Paulo que os principais acontecimentos musicais aconteciam e que lhe traziam visibilidade”.

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Papo Livre 117: Rol das mulheres sérias

28/11/10

Hoje eu vou contar pra vocês um causo que encontrei no livro “Sintonia Fina”, escrito pelo veterano e consagrado homem de Rádio e TV, meu amigo Jamur Júnior. Entre tantas histórias do Rádio, ele conta a seguinte: “Numa ocasião Carneiro Neto foi fazer a cobertura de um concurso de Miss na Sociedade Thalia, junto com Durval Leal, Gilberto Fontoura e J. Pedro. No intervalo entre um desfile e outro, os repórteres conversavam sobre o evento e faziam comentários a respeito da beleza das participantes. Diziam coisas como “olha, com uma beleza como essa qualquer um vai querer entrar para o rol dos homens sérios”. Era assim que se designavam os homens que casavam. Entravam para o rol dos homens sérios.
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Papo Livre 109 e os bebedouros dos velhos tempos de Curitiba

1/10/10

E chegou a hora do nosso Papo Livre para eu contar causos pra vocês. Em nossa Curitiba dos velhos tempos houve época em que o transporte era feito em charretes e carroças, veículos de tração animal. Então, como havia muitos tropeiros e cavaleiros, surgiu a necessidade de se instalar na cidade os famosos bebedouros onde os animais, e até as pessoas tomavam água. Havia bebedouros na Avenida Sete de Setembro, primeiro na esquina da Lourenço Pinto e mais tarde na esquina com a Conselheiro Laurindo. Havia bebedouros também na Praça 19 de Dezembro, na Avenida Bispo Dom José e no Largo da Ordem. Com o progresso e o surgimento de automóveis e caminhões, os bebedouros foram retirados. Como recordação, ficou o bebedouro do Largo da Ordem que serve pra matar a saudade de um tempo que passou para não mais voltar. Informações encontradas no livro “Curitiba, essa velha desconhecida”, de João Marcassa. Este nosso Papo Livre transmitido pela Rádio Paraná Educativa AM 630 aos domingos, das 7 às 8 da manhã, é reproduzido no site www.carosouvintes.org.br do meu amigo Antunes Severo.

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Papo Livre 104: Os cantores do rádio do Paraná

31/07/10

Muita gente não gosta de lembrar o passado, alguns até por temer comparações com o que acontece agora. Bobagem. Recordar não faz mal a ninguém e nas coisas do passado a gente sempre encontra algumas lições que nos ajudam a conduzir o presente e a preparar o futuro. Eu gosto e sei que muitos dos meus ouvintes também gostam de reviver o tempo que passou. Nas décadas de 1950 e 1960 era muito difícil para os cantores paranaenses conseguirem gravar músicas em discos. Leia mais…

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Papo Livre – 98

19/06/10

Nesses dias de Copa do Mundo estou relembrando algumas gafes cometidas por nossos radialistas em viagens ao exterior. A fim de transmitir para a Rádio Clube Paranaense a Copa do Mundo de 1986, realizada no México, o narrador Lombardi Junior partiu liderando uma grande equipe da qual fazia parte Léo Pereira. Era a primeira viagem de avião que o Léo fazia. Como sempre acontecia antes das viagens da Equipe Positiva para o exterior, Lombardi havia pedido que cada um levasse duas latas de feijoada para um dia matarem a saudade lá em Guadalajara, cidade sede da Seleção Brasileira. Leia mais…

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Renato Mazânek em Ondas Curta e Média sem Delongas

6/12/09

Está em fase de conclusão o novo livro de Renato Mazânek de quem estamos reproduzindo em forma de capítulos o seu trabalho “Ao Vivo e sem Cores – Nascimento da Televisão do Paraná”, lançado em 2004. A notícia do novo livro “vasou” quando o Renato pediu ao Célio Guimarães que lesse os originais. Célio, também radialista dos tempos tempos que não voltam mais, não aguentou e escreveu no site Paraná Online o revelador artigo que repercutimos aqui. Antes de passar à leitura, é preciso registrar que o artigo foi “flagrado” no Blog do Paulo Branco, a quem abraçamos e cumprimentamos pelo belo trabalho que vem fazendo em favor d rescuperação da memória e da história da radiodifusão no Brasil. Com a palavra o bom camarada Célio Heitor Guimarães. Leia mais…

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