O que está acontecendo no rádio esportivo de Curitiba? É o que me perguntam todos os dias. Como estou “saboreando a vida” neste começo de ano em São Paulo, Curitiba e Florianópolis fico bem à vontade para escrever sobre as novidades do rádio esportivo da capital paranaense. O surgimento da 95.7 FM no esporte abriu caminho para profissionais que estavam sem prefixo. Sob o comando do Capitão Hidalgo foi dado continuidade ao trabalho em iniciado em 2012 na emissora de Paulo Malucelli.
Começaram as transmissões do Campeonato Paranaense dos jogos do Atlético, Coritiba e Paraná. De repente tudo se modificou. Apareceu o Clube Atlético Paranaense para formar uma parceria para dar cobertura exclusiva às suas atividades. A ideia a princípio deixou todos atônitos e as emissoras coirmãs preocupadas. E continua a preocupação, pois a 95.7 FM se tornou em Rádio CAP com um programa diário às 18 horas que só fala das notícias do clube e transmitirá os jogos do clube onde ele for jogar. Leia mais…
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Acaert Notícias
Antunes Severo/Blog
Memória | Capítulo 19Eulampio Viana foi um dos melhores sonoplastas que tivemos em nosso Rádio. Começou jovem, 15 anos, como operador de som na veterana PRB-2. Ali aprendeu muito e era o substituto eventual de Rolff Mário, o grande cobra da época, na sonoplastia das novelas da Rádio Clube. Os dois eram muito bons, e vale lembrar que nos anos 50 e 60 era bem mais difícil fazer o seu trabalho, pois não havia os recursos de agora. Mais tarde, com a saída do Rolff Mário, a responsabilidade ficou toda com o Eulampio e ele deslanchou de vez. Muitos discos foram quebrados no início da carreira, para desgosto do Jacinto Cunha que era o zeloso gerente da Bedois. 









Nesses dias de Copa do Mundo estou relembrando algumas gafes cometidas por nossos radialistas em viagens ao exterior. A fim de transmitir para a Rádio Clube Paranaense a Copa do Mundo de 1986, realizada no México, o narrador Lombardi Junior partiu liderando uma grande equipe da qual fazia parte Léo Pereira. Era a primeira viagem de avião que o Léo fazia. Como sempre acontecia antes das viagens da Equipe Positiva para o exterior, Lombardi havia pedido que cada um levasse duas latas de feijoada para um dia matarem a saudade lá em Guadalajara, cidade sede da Seleção Brasileira.