Antigamente era costume as pessoas trocarem cartões de Natal e Ano Bom. Os envelopes começavam a chegar já no final do mês de novembro, o mais tardar no inÃcio de dezembro, para que as pessoas pudessem respondê-los, e o Correio, entregá-los em tempo hábil. Alguns cartões reproduziam quadros de pintores famosos em papel colorido e perfumado. Havia um tipo especialmente bonito e engenhoso que, ao ser aberto, armava uma paisagem, uma cesta de flores ou um lindo presépio. Leia mais…
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Cartão de Natal Virtual
Natal das Lojas HM
Conheci o José Geraldo Reis Pfau já publicitário maduro e respeitado em Blumenau, valorosa capital do Grande Vale do ItajaÃ. Aliás, naquele tempo Blumenau era mais famosa no Brasil do que Florianópolis e Camboriu – maior balneário do Estado – naquela época era uma pequena aldeia desmembrada do municÃpio de Camboriú. Falo da década de 1950, época em que trabalhei em Curitiba e Florianópolis, na sequência. E, em Curitiba, Elon Garcia e eu fomos a primeira dupla de locutores exclusivos para gravar a publicidade radiofônica das Lojas HM para todo o Brasil. As lojas Hermes Macedo eram, então, a grande rede de varejo do Brasil; seu slogan era exatamente Lojas HM – do Rio Grande ao Grande Rio. Mas, o tema hoje é Natal; ou melhor, o grande momento do comércio e por isso vamos falar das Lojas HM. O tema veio para aqui com o aviso do Adalberto Day, piloto de conceituado blog que edita e mantém em terras Blumenália, e que acaba de publicar crônica do Zé Pfau (permita-me, leitor a intimidade) em que ele relata uma bela história do Papai Noel das Lojas HM em Blumenau. Para acessar a matéria completa, com riquÃssimas imagens, toque aqui.
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Sonho de Natal é um texto de Silvana Duboc que selecionamos de acordo com o espÃrito natalino que Vilarino Wolff desenvolve em sua mensagem radiofônica.
Todo ano tenho um sonho no natal, / um sonho muito especial. / Crio a ilusão que voltarei a ser uma criança / a espera do Papai Noel, cheia de esperança. / Sonhos a gente pode alimentar / por isso eu insisto em achar / que tudo que eu desejar / o bom velhinho vai me trazer. / Escrevo minha cartinha sem me constranger / e peço tudo que acho que posso merecer. / Peço a ele potinhos variados / com conteúdos especificados. / Que o primeiro contenha paz, no segundo, amor demais, / no terceiro que haja força espiritual, / e no quarto saúde fÃsica e mental. / É assim que vivo os dias que antecedem o natal, / alimentando desejos, sonhos e ilusões / e acreditando que todos os corações / estarão abertos para repartir / o pouco ou muito que tiverem pra dividir. / Tudo que se reparte acaba sendo triplicado, / tudo que se doa sempre é recompensado. / As sementes de amor, carinho e compaixão
em qualquer solo sempre se multiplicarão.
O Papai Noel chega a Porto Alegre, com toda a pompa e circunstância devida, em uma tarde de sábado, dia 17 de dezembro de 1955. Vem descendo das nuvens em plena Redenção, o mais emblemático e democrático dos parques da capital gaúcha. Leia mais…
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Antunes Severo/Blog