Arquivo de tag para 'Novela'

Minha vivência na Rádio Clube Paranaense

9/10/11

Memórias | Capítulo 4

1º de setembro de 1957. Nesse dia Carlos Baptista, membro da diretoria da Rádio Clube Paranaense, assinou o meu contrato de trabalho como Locutor Coadjuvante dessa emissora. Um mês depois passei a Locutor Anunciador. Daí em diante, por muitos anos e sem que eu percebesse, a minha vida profissional ficou estreitamente ligada à história da Bedois. Quando comecei na “Emissora Líder do Paraná”, o proprietário era o Sr. Epaminondas Santos e diretor superintendente o seu filho Dr. Rui Carvalho Santos. Já estavam na Bedois, contribuindo com o seu talento, Jacinto Cunha (gerente), Ione Peixoto (chefe da tesouraria), Dr. Hugo Cunha (diretor do departamento técnico), Eolo Cesar de Oliveira (diretor secretário e redator), Mano Bastos (diretor artístico), Moacir Amaral (diretor comercial), Dr. Pedro Stenghel Guimarães (diretor do departamento esportivo), Ivo Ferro (diretor de radioteatro), Paulo de Avelar (produtor e depois diretor de broadcasting) e Sergio Fraga (locutor chefe). Leia mais…

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Revista Guarujá revive início da história da emissora (Parte 2)

17/08/11

Radioteatro: Maria Alice Barreto, Eli (Lilica) Nunes, Palmério da Fontoura e Cacilda Nocetti

No apanhado que realizamos com base na produção do programa Revista Guarujá transmitido em maio quando dos 68 anos da emissora, você vai encontrar muitos nomes conhecidos e que fazem parte dos pioneiros do rádio na Capital catarinense. Da programação musical que começou com as famosas Dedicatórias ao esporte e ao jornalismo, também são muitos os pioneiros dos programas de auditório e as radionovelas. No podcast, além da produtora e apresentadora Carol Gonzaga você poderá ouvir um pouco da história da emissora na voz do correto narrador Tabira Estevão.

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Papo Livre 146: muitos discos foram quebrados na carreira de Eulâmpio

31/07/11

O meu amigo Eulâmpio Viana foi um dos melhores sonoplastas que tivemos no nosso rádio. Começou jovem, 15 anãos, como operador de som da veterana PRB2. Ali aprendeu muito e era o substituto eventual o Rolf Mário, o grande cobra da época na sonoplastia das novelas da Rádio Clube naquela época. Os dois eram muito bons. Vale lembrar que nos anos 1970 era muito difícil fazer o seu trabalho, pois não havia os recursos de agora. Mais tarde, com a saída do Rolf Mário, a responsabilidade fico toda com o Eulâmpio e ele desmanchou de vez. Muitos discos foram quebrados no início da carreira, para desgosto do Jacinto Cunha que era o zeloso Gerente da Bedois. Leia mais…

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Apaixonou-se pela voz saída do rádio

2/05/11

Estêvão Bertoni
A costureira e dona de casa Maria Delfino Todaro viveu boa parte da vida com o rádio ligado, ouvindo notícias e, antigamente, novelas. Aos 28, ela escutou pelo aparelho a voz do futuro marido.Na época, ela se apaixonou por um personagem de uma novela da Rádio São Paulo: um pianista que tocava Chopin nos momentos de melancolia. Um dia, foi à emissora conhecer o dono da voz que tanto a encantava. O ator, que também dirigia novelas e era oficial de Justiça quando não estava no ar, chamava-se Alfredo Todaro. Apaixonaram-se ali e, apesar da diferença de 20 anos entre eles, começaram um relacionamento que durou 52 anos. Filha de um administrador de uma fazenda, Maria nasceu em Indaiatuba (SP). Com 20 e poucos anos, veio a São Paulo atrás de um emprego. Foi costureira, apesar de o marido não gostar que ela trabalhasse. Na cozinha, era excelente, como lembra a filha, Cleo: o macarrão e o arroz com lentilhas que fazia eram um sucesso em casa. Muito séria, era chamada de “general” pelo marido. A filha conta que a mãe, extremamente ativa, andava rapidinho e não sentava nem para tomar café -fazia-o em pé. Maria nunca deixou de acompanhar a carreira do marido. A filha do casal chegou até a virar nome de um personagem numa novela. Em 1999, Alfredo morreu. No ano seguinte, Maria teve o primeiro derrame. Ficou dez anos na cadeira de rodas. Na segunda, não resistiu a outro derrame. Tinha 92 anos. Deixa filha, duas netas e bisneto. (coluna.obituario@uol.com.br)

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O radioteatro está de volta

23/04/11

Radiodramaturgia | Contos no Rádio

Equipe do Núcleo de Radiodramaturgia das Rádios EBC

A Rádio Nacional AM do Rio de Janeiro e a Rádio MEC voltam a produzir e transmitir uma de suas maiores atrações em todos os tempos: o radioteatro. Com linguagem contemporânea, peças adaptadas da literatura brasileira e universal serão veiculadas na série Contos no Rádio, a partir de segunda-feira, 25/4, na Rádio MEC AM; e no dia 28, na Rádio Nacional. Entre os autores escolhidos estão Lima Barreto, João do Rio, Machado de Assis, Raul Pompéia, Mário de Andrade e Alberto Moravia. O projeto faz parte das atividades do recém-criado Núcleo de Radiodramaturgia da Empresa Brasil de Comunicação.

A Rádio Nacional foi nos anos 1940 e 1950, estava entre as principais emissoras da América Latina e uma das cinco maiores do mundo, levando a todo o país radiofonizações de clássicos da literatura mundial, novelas, programas de auditório, humor e musicais, noticiosos e transmissões esportivas. Já a Rádio MEC, ao longo de sua história,  atuou também como protagonista e produtora de cultura. Além dos programas musicais e educativos, contou com um elenco fixo de radioteatro nos áurea tempos do rádio. Do cast da emissora saíram profissionais como Fernanda Montenegro, Edmundo Lys, Sadi Cabral, Sérgio Viotti, Magalhães Graça, Agnes Fontoura, Allan Lima e Ieda Oliveira, entre tantos outros. Leia mais…

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Aposta do SBT não vale como ficção nem como documento

10/04/11

Fernando de Barros e Silva*

Líder estudantil delicada e idealista, filha de pais comunistas, Maria Paixão (Graziela Schmitt) é a heroína da trama. Seu par romântico é José Guerra (Claudio Lins), jovem major fiel aos ideais democráticos, filho do general Lobo Guerra, da linha dura do Exército. “Maria” e “José”, “Paixão” e “Guerra” -isto é “Amor e Revolução”, novela sobre a luta armada que estreou na terça, no SBT. Mais do que maniqueísta, tudo é muito primário. O principal vilão, supostamente inspirado na figura de Sérgio Paranhos Fleury, o chefe torturador do Dops (a polícia política da ditadura), se chama Delegado Aranha (Jayme Periard). Seu assistente no porão da tortura é o inspetor Fritz (Enando Tiago). Leia mais…

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Novelas – 1

21/05/10

Nas primeiras décadas do século XX as rádios começavam a conquistar o seu espaço próprio por uma nova opção de cultura, entretenimento e lazer. As passam passaram a se dar conta da real importância do rádio em suas vidas, pois ele já era um novo membro da família escutado com atenção e vivo interesse. A dramaturgia no rádio começou a dar os seus primeiros passos com a leitura de textos literários e peças teatrais, como conta na edição de hoje a atriz Carmen Silva.

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Valores catarinenses: Gilberto Martinho

27/02/10

Gilberto Martinho e Fátima Freire na novela Cabocla. Foto site F. Freire

Quando Gilberto Martinho deixou sua bucólica Cangicas (hoje distrito de Hercílio Luz, Araranguá – (SC) para galgar os degraus da fama na TV Tupi (depois Rede Globo), era apenas mais um a tentar a sorte e apostar em seu talento no Rio de Janeiro. Leia mais…

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Papo Livre – 79

23/01/10

Comecei a ler o livro Grandes Radialistas e suas grandes gafes de meu amigo Donato Ramos, veterano radialista, poeta, escritor, músico, um homem de muitas qualidades. Ele é um grande colecionador de gafes, muitas delas cometidas pelos nossos radialistas. Eu peço permissão ao Donato para contar um dos causos que está no seu livro. Irene Morais foi uma de nossas melhores locutoras na Era de Ouro do Rádio. Irene era também radioatriz e atuou em diversas emissoras. Quando ela estava na Rádio Colombo, certa vez, num capítulo de novela, ela deveria dizer “Estou cansada como uma caminhante”, e para surpresa de todos, ela disse “Estou cansada como uma caminhonete”. Leia mais…

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Novela incentiva paz no Timor

26/11/09
teleatriz timorense

teleatriz timorense

A organização Internacional para Migrações, OIM, anunciou na sexta-feira, 21/11, que a população do Timor Leste vai ganhar uma telenovela para ajudar na construção da paz. O projeto é financiado pela Comissão Européia e tem por objetivo promover estabilidade através da reintegração sustentável dos deslocados do país. De acordo com a Organização Internacional para Migrações, as filmagens já começaram. A novela vai contar a história de dois irmãos órfãos que mudam para a Capital em busca de fama e fortuna, mas encontram uma região em tumulto.Ouça a matéria completa na voz de Daniela Traldi, da Rádio ONU, em Nova Iorque.

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Rádio Legal lança programação esportiva

4/05/09

A partir desta semana (4/5), a Rádio Legal, emissora online criada e administrada por cegos catarinenses veiculará dois programas especiais de esportes. Leia mais…

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O que é radioteatro

21/12/08

O livro de Ricardo Meddeiros já está a venda também pela internet no site da Editora Insular. Para comprar basta acessar www.insular.com.br

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Afinal, por que caiu a audiência das novelas da Globo?

29/11/08

A revista Veja foi atrás de uma especialista para saber o que acontece com as novelas da TV Globo. Segundo a análise, o índice cai constantemente e a entrevista especula sobre as possíveis razões disto. De olho na queda do interesse sobre o gênero no país, a Universidade de São Paulo já prepara um curso de especialização em novelas. Confira. Leia mais…

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Cláudio Monteiro e as novelas de rádio em tempos de internet

12/10/08

O radialista Cláudio Monteiro, que assume o microfone da Rádio Gaúcha, de Porto Alegre, no indigesto horário das três horas, em plena madrugada, é, sem dúvida, um entusiasta. E não por sua dedicação a um período de trabalho de poucos, mas fiéis ouvintes. Monteiro mantém vivo o radioteatro no Sul do país.

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