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Mostra Multimídia Donato Ramos

5/04/13

Amostra Multimídia Donato Ramos. 4 de março 2013

O veterano radialista, artista plástico, jornalista, escritor, editor, compositor e músico Donato Ramos, que adotou a Ilha de Santa Catarina no final dos anos 1960 continua sendo um agitador cultural. Nesta quinta-feira, 4/4, inaugurou no espaço Cultura Rita Maria, em Florianópolis a sua primeira – e segundo ele – última, Mostra Multimídia reunindo seus livros, suas artes plásticas, seus discos e outros eventos numa inédita reunião artístico, cultural, musical e de confraternização.

Estiveram presentes e participaram do programa de abertura da mostra, além de Donato cantando uma de suas mais de 80 composições, o Grupo de Idosos Horto Florestal, Coral Floripa encanta, finalizando com uma apresentação especial de Donato acompanhado do Duo Mar&Sal integrado por Márcio e Salete Tonelli. No podcast trechos do som ambiente destacando interpretações de Donato Ramos, Joyce Luiz, Grupo de Idosos Horto Florestal, Coral Floripa Encanta e Trio Sal do Mar.

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Amor à Ilha: arte e música

20/03/13

23 de março, sábado, Cláudia Barbosa, Lui Almeida e Bernardo Flesh (Besouros da Praia) e Gilson Duarte apresentam show inédito com músicas produzidas em Florianópolis, em comemoração aos 287 anos da cidade.

No repertório, uma viagem no tempo com produções de várias épocas: desde os contemporâneos François Muleka e Júlio Cruz, passando por sucessos dos anos 80 com Zuvaldo Ribeiro e Daniel Lucena, até composições da década de 60 com as mais populares de Luiz Henrique Rosa e Zininho.

Os ritmos serão variados: marchinha, bossa, samba, fado, reggae, valsa, funk e até uma ‘opereta’ divertidíssima, composta em manezês (idioma típico ilhéu), de autoria de Gilson Duarte, o Baixinho e gravada pelo Grupo Engenho.

Também na noite de comemoração do aniversário de Florianópolis, o Coisas de Maria João abrirá as portas para apresentar à cidade a exposição “AMOR À ILHA”, com quadros do artista Renato Franzoni que conta um pouco das coisas da Ilha desde o século XIX, passeando por fatos históricos e cotidianos, além de prestar uma linda homenagem aos músicos da terra.

Quem são:

Cláudia Barbosa é intérprete da música catarinense e ocupa os palcos desde que seu pai, o compositor Cláudio Alvim Barbosa – ou simplesmente Poeta Zininho, como é conhecido -, faleceu em 1998. A cantora viu na arte uma forma de manter seu pai vivo e dar continuidade ao trabalho de conscientização e preservação do patrimônio cultural de Florianópolis, através da interpretação de suas músicas e da divulgação da obra que Zininho deixou como herança para a cidade. A partir daí lançou-se na estrada musical, sempre acompanhada por artistas renomados da cidade, interpretando não só as canções de seu pai, como também de outros compositores famosos: Luiz Henrique Rosa, Osvaldo Ferreira de Melo, Nelson Wagner, Mirandinha, até os contemporâneos Luiz Meira, Zuvaldo Ribeiro,  Daniel Lucena, Neco, Tatiana Cobbett, Marcoliva, Jorge Coelho e Denise de Castro, sua parceira desde o início, entre outros.

Lui Barbosa Almeida é filho de Cláudia e cresceu no mesmo ambiente musical. Prestes à se formar no curso de Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Lui fundou a banda “Besouros da Praia”(Foto) juntamente com seu colega de faculdade Bernardo Flesh, tecladista, cantor e compositor da banda.  Na Besouros da Praia, Lui canta, toca guitarra, baixo e bateria. Fazem parte da Besouros mais os músicos Luiz Gustavo Wistuba (baixo e voz) e André Amaral (guitarra e voz).

O baterista e percussionista Gilson Duarte é músico conhecido dos palcos catarinenses e participa ativamente do processo musical catarinense desde a década de 1980. Gilson Duarte – ou “Baixinho” como é conhecido no círculo musical, acompanha os principais grupos e artistas da cena florianopolitana: Grupo Engenho, Sabor Brasil, Araitá, Bernunça Elétrica, Quebra Com Jeito, BandAroeira, Maurício Cavalheiro, Cia. Camaleão, Guinha Ramires e Elisah, Ponto de Fuga, entre outros. Baixinho acompanha a carreira de Cláudia desde os primeiros shows, em 1999.

O Show:

É a primeira vez que Cláudia e Lui ocuparão o mesmo palco profissionalmente num show concebido exclusivamente para homenagear a música local por ocasião do aniversário da cidade. Bernardo Flesh assinará também algumas das canções que estão sendo preparadas para este repertório. Músicas inéditas tanto para a cantora quanto para o grupo serão apresentadas, como a canção romântica “Entrando no País das Maravilhas”, de François Muleka, o samba “Desasado”, de Luiz Meira, o doce fado “Segredos de uma Ilha”, de Julio Cruz e a divertidíssima “Opereta do Mané”, de Gilson Duarte. A sincronicidade entre as gerações será o diferencial do show: Lui e Bernardo, parceiros da nova geração e Cláudia e Baixinho (foto), parceiros que já estão na estrada há mais tempo, interpretando músicas que vêm desde a década de 1960 até hoje mostrando que a música é a única linguagem verdadeiramente universal e atemporal, fazendo uma viagem pela música catarinense que transcende o tempo. Somente o repertório é delimitado pelo mar que cerca este pedacinho de terra e que dá vazão ao carinho e ao amor que sentimos por esta cidade.

“AMOR À ILHA” show e Exposição de Arte, em comemoração aos 287 anos Florianópolis | 23 de março – sábado, 21 h | Coisas de Maria João - Rua Cônego Serpa, nº 57 – Fone: 3338-1937 | Couvert artístico: R$10,00 | amplitude multimídia comunicação & arte desde 1998 em Florianópolis. www.amplitudecultural.com.br

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Literatura e arte às dúzias

14/03/13

Sonho, ilusão, quimera ou Khimaira para lembrar a origem grega do substantivo? Errou. É a I Tertúlia Literária Instituto Memória promovida pelo próprio em parceria com a Juruá Editora e o BRDE, em Curitiba/PR, dia 26 de março, a partir das 19 horas no Palacete dos Leões – Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória, com estacionamento interno gratuito!

Durante a tertúlia serão sorteados DVDs do filme O Preço da Paz, livros Pedaços de Muita Vida, História dos 122 anos da Associação Comercial do Paraná, livros Acervo Artístico da Associação Comercial do Paraná e o Rádio do Paraná – fragmentos de sua história de autoria do radialista e publicitário Ubiratan Lustosa, cronista do Instituto Caros Ouvintes.

O lançamento nacional e noite de autógrafos inclui as seguintes obras: E Agora? Crônicas de Viagem, diversos autores; A Dor de Joana de Carolina Vila Nova; Nosso Encontro com Ubiratan Lustosa – crônicas selecionadas; Crianças Roubadas de Neyd Montingelli; Vislumbre : A História de Elizabeth, de Rosalina Cândico Carvalho; Cidade dos Monges de Willy Schumann; Verdade, Direito e Poder – sob a ótica de Nietzsche; Dano Moral e Direitos Fundamentais – uma abordagem multidisciplinar; Conflitos Coletivos de Trabalho – a arbitragem como método alternativo de resolução de lides, de Maria Cecília W. L. De Freitas Ahrens; Economia Solidária de Marilene Zazula Beatriz; Adoção: o amor faz o mundo girar mais rápido de Hália Pauliv de Souza e Renata Pauliv de Souza Casanova; Uma Odisseia no Pantanal de Miguel Teixeira de Oliveira. (Com informações do Blog do Editor).

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Maratona cultural promete surpreender

26/02/13

A 3ª edição da Maratona Cultural de Florianópolis, será nos dias 22, 23 e 24 de março como parte das celebrações dos 287 anos da capital catarinense, com arte, cultura e lazer.

Neste ano, a Maratona Cultural chega com novidades. A maior delas é o aumento no número de endereços que irão receber atividades e atrações do evento, num total de 42 pontos espalhados por toda a cidade, incluindo o centro urbano de Florianópolis, que costuma ficar “esquecido” aos fins de semana e terá, assim, uma movimentação extra pelas ruas com diversas intervenções, exposições e shows.

Serão cerca de 250 atrações distribuídas em 36 horas de programação artística: da música ao teatro, passando pelas danças, cinema, artes plásticas e urbanas. Lembrando que todas as atividades que integram a Maratona Cultural são gratuitas.

A seleção dos artistas é resultado de uma avaliação criteriosa por parte dos curadores do evento. Na sua primeira fase, foram recebidos mais de 1000 inscrições de artistas de todo o Brasil. Após catalogação, os inscritos foram avaliados pelos curadores atuantes em diferentes áreas culturais. Nesta edição, o núcleo de curadores foi composto por: Emerson Gasperin e Ligia Gastaldi (música); Marisa Naspolini e Flávia Janiaski (artes cênicas); Marta Cesar e Bia Mattar (dança); Guto Lima e Sofia Mafalda (cinema); e Marina Baldini (artes visuais).

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Pelas Ruas com Jone Araújo

29/01/13

O pelas ruas da minha cidade de hoje vai até o bairro de Ratones no norte da ilha cohecer o ateliê e conversar com o fotógrafo, artista plástico e um dos maiores desenhistas desse país: Jone de Araújo. Reconhecido por suas obras repletas de natureza, cultura tradição e paixão.

Este programa foi produzido pela TV Câmara da Cidade de Florianópolis, com apresentação de Cláudia Barbosa e podcast convertido por André Celeste. Entrevista concedida em abril de 2009.

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Para colorir esses dias sombrios, a Arte de Eli Heil

18/11/12

Causa-nos desconforto a viagem a que somos submetidos diante das suas obras. O que nelas é fartura é fragilidade é ao mesmo tempo jactância que nos atinge e despe.

Maria de Fatima Barreto Michels *

A arte  dentro dessa mulher ave, dotada sobejamente de fertilidade, eclode-se em óvulos-obras tresloucadamente, sem esperar a mudança da lua. Sua obra está sendo mostrada na Exposição Barroco Bruto: Eli Heil, 50 Anos de Arte, em Florianópolis. Nossa perplexidade é sempre renovada quando olhamos uma obra desta artista catarinense. Existe muita cor e a marcante presença do ser feminino, seja em forma de ave ou de retorcidas mulheres. Ela não suportou tanta cor, tanta força criadora  que a assomou, por isso a compulsão  por espalhar seus óvulos. Há um cinema que Eli cria e amplia sucessivamente, ao limite da tensão. Ao precipitar-se para o universo em vôo obstinado, no seqüencial da  fita, ela produz e arremete para fora de si. Leia mais…

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George Peixoto e suas mandalas cativantes

30/10/12

Radialista nos primeiros anos de atividade profissional, desenhista de fino traço e ideias brilhantes George Alberto da Silva Peixoto galgou os mais altos degraus da publicidade em Santa Catarina fazendo direção de arte. Depois de 40 anos de Propague, Peixoto – o Picolé, como é mais conhecido – retomou seu antigo sonho: a arte pela arte e especializou-se na criação de mandalas que hoje correm mundo sem parar. Ativa e prestimosa, Cláudia Barbosa nos apresenta nesta edição do programa Pelas Ruas da Minha Cidade um George Peixoto falante e que encanta pelas ideias que curte e defende. O programa foi gravado e apresentado pela TV Câmara de Florianópolis, em 2008 e hoje você pode acompanhar aqui o áudio convertido pelo André Celeste.

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Sou meu mago 99 – Viver com arte

30/09/12

A vida, quando bem vivida e bem preenchida é arte. Viva-a como se estivesse criando uma obra de arte. Cada dia é mais uma pincelada nessa tela cheia de mistério, que mês apos mês se torna menos misteriosa e cada vez mais rica. Não tenha medo de usar as cores mais escuras, são elas que fazem o contraste com as mais claras e brilhantes. Vivemos tentando descobrir a verdade ou finalidade do caleidoscópio da vida em miríades de coisas aparentemente banais; por isso não pinte com medo se os outros gostam ou aceitam, apenas sinta o prazer de pintar.

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Luiza Lins e o cinema infantil em Florianópolis

28/08/12

As artes concorrem entre si ou se completam? Com certeza, daria uma boa discussão. Mas quando fala em ou de arte, Cláudia Barbosa está muito mais interessada em mostrar a relevância que a arte, como um todo, tem em nossas vidas. E foi pensando assim que ela chegou à Luiza Lins, presidente da Cinemateca Catarinense e responsável pela mostra de cinema infantil em Florianópolis. A gravação do programa foi realizada na sede da Associação Catarinense de Cultura e transmitida pela TV Câmara em julho de 2008. Esta versão em podcast que você ouve foi transcrita do vídeo para áudio pelo André Celeste especialmente para i Instituto Caros Ouvintes e seus leitores/ouvintes.

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Lau Santos, uma história com Florianópolis

21/08/12

Surpreendente que é, Cláudia Barbosa que até a pouco desfilou pelas ruas de Londres, pressionada pela saudade de sua Ilha Encantada, hoje fala de um lugar muito especial. Ela se encontra na Caiacanga, la no finzinho do Ribeirão da Ilha onde a coruja pia e as gaivotas sobrevoam os cardumes de tainhotas assanhadas que por lá desfilam peladinhas, as desavergonhadas. E com quem ela conversa? Com o ator, diretor de teatro, dramaturgo e poeta Lau Santos. E como já era de se esperar, ela de mansinho vai descortinando as muitas andanças do seu entrevistado. O programa foi gravado e transmitido pela TV Câmara no dia 22 der agosto de 2008. A versão para áudio é, como sempre, do aplicado André Celeste.

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Artistas e empresários se unem por Chapecó

17/08/12

Os festejos dos 95 anos da criação do município catarinense de Chapecó recebem este ano o reforço de uma mídia suplementar pelo esforço conjugado de duas associações de classe e seus integrantes: Associação dos Artistas Plásticos (ACHAP) e Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC). A campanha comemorativa está expressa em uma série de outdoors que recuperam e saúdam o passado, o presente e o futuro “da cidade-polo do grande oeste de Santa Catarina”. A entidade empresarial patrocinou os outdoors e os artistas demonstraram seu talento nos respectivos painéis, compondo uma criativa homenagem a Chapecó através do olhar de cada artista e sua respectiva técnica.O presidente da ACIC, Maurício Zolet, destacou que o apoio à classe artística e a valorização das iniciativas culturais locais serão mantidas no plano de trabalho “porque representa uma notável demonstração de integração entre a arte e a economia”.  (MB Comunicação).

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Caio Muniz e suas suaves loucuras sonoras

19/06/12

Mas, loucura mesmo é a performance da Cláudia Barbosa que não satisfeita com clima ilhéu se toca para Londres e lá faz descobertas capazes de estarrecer a Rainha Mãe nos seus mais de oitenta anos de bem vivida vida por conta do contribuinte anglo saxão. Crica, no bom sentido da má palavra – se é que a palavra é má – Claudinha deita e rola e arranca do entrevistado deliciosas revelações da vida profissional de um dos mais viajados e perambulantes artistas brasileiros. Ouça tudo com atenção, anote os detalhes, faça seus comentários e mande para cá. Não é fofoca, não que isso é pecado. É pura curiosidade jornalística. Esta audição do programa Pelas Ruas da Minha Cidade foi gravada e apresentada pela TV Câmara de Florianópolis em 2008. E hoje ela está aqui em áudio convertido pelo André Celeste.

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Tango, uma arte a ser descoberta

30/04/12

ACADEMIDIA | Programa experimental de Rádio | Débora Gama e Alice Schmidt

“Respiração firme, coluna reta, braços levemente dobrados e corpos entrelaçados. Aos poucos as pernas se esticam o máximo possível e passos complexos se formam. Mas toda a rigidez da dança se desfaz. Quando a concentração deixa de ser o simples recordar dos passos e o tango flui naturalmente, como se a alma bailasse”. A informação faz parte da introdução de uma audição especial sobre a dança do tango, aqui contada como parte do projeto da disciplina de rádio da oitava fase do curso de Comunicação Social/Jornalismo da Unisul – Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus Pedra Branca. Ano letivo 2008. Produção e locução Alice Schmidt e Débora Gama. Apoio técnico Franz Pegoraro. Supervisão Helena Iracy Santos Neto.

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Marcoliva e suas muitas vidas no mundo das artes

10/04/12

Garimpeira de carteirinha, Cláudia Barbosa não se fez de rogada – e mesmo com chuva – mandou-se pras bandas das Canasvieiras e foi direto na fonte: proseou por quase quarenta minutos (39min42seg cravados) com o titular do pedaço – Marcoliva, o senhor das artes próprias e adjacentes e músico principalmente. Nesta edição de Ruas da Minha Cidade Claudinha, matreira que é, começa de mansinho e envereda por iluminuras que só se ouvindo é de acreditar. O programa foi gravado e apresentado pela TV Câmara em 2008 e hoje está aqui em áudio transcrito pelo André Celeste. Sirva-se. Bom proveito.

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Alemanha tem mais universidades de artes que qualquer outro país

31/01/12

Da densa rede de instituições de ensino superior dedicadas à arte no país, saem artistas, que se tornam internacionalmente conhecidos. Ou seja, sorte grande para quem consegue uma vaga em uma dessas escolas. “O artista é alguém que faz coisas, das quais ninguém precisa. Mas ele pensa, por alguma razão, que seria bom oferecer essas coisas às pessoas”. O popularíssimo Andy Warhol, que dominava melhor que ninguém a arte de vender o que fazia, sabia o que estava dizendo. Quem se candidata a uma vaga em uma escola superior de artes na Alemanha tem também que ter uma boa dose de persistência. Quem quer mesmo entrar ali precisa provar que tem talento. Uma tarefa nem um pouco fácil. Confira.

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George Peixoto, desenhista juramentado

26/12/11

Depois de 40 aos de propaganda, George Peixoto, o Picolé, dedica-se em tempo integral ao lápis e aos pincéis

Paulo Clóvis Schmitz

Peixoto. Foto (detalhe) Débora Klemplous/ND

Quarenta anos e uma cirurgia cardíaca depois de entrar na publicidade, George Alberto Peixoto se tornou um dos mais ativos desenhistas da Ilha de Sana Catarina.  Picolé, como é conhecido no meio, passa boa parte o dia entre canetas, pinceis e tintas, criando o que o trabalho pesado na agência Propague, como diretor de arte, criação e planejamento, não permitiu nos tempos de ativa. Seu apartamento no Centro de Florianópolis mescla trabalhos prontos ou em projetos com as centenas de CDs dos filhos Maurício e Marcelo, que são músicos – e também publicitários. No momento, Picolé prepara a próxima exposição, e só sai do sério quando fala da tranqueira em que se transformou a cidade, com sua mobilidade capenga.

George Peixoto, na verdade, sempre desenhou, e foi esse pendor que o levou do rádio para a publicidade, no final dos anos 1960. Depois de atuar na Rádio Santa Catarina, que mantinha uma programação refinada, só com música e noticiário, ele foi chamado por Antunes Severo, criador e proprietário da Propague, e por Emílio Cerri, seu colega na emissora e diretor de criação da agência, para mudar de ares. A propaganda estava deixando de ser um trunfo do rádio e passava a abarcar também os jornais – e aí é que entrou o talento do desenhista. Leia mais…

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Precisamos conhecer o exterior para perceber o que é o Brasil

20/12/11

A primeira parte da entrevista de Marcelo Perna à Cláudia Barbosa no programa Pelas Ruas da Minha Cidade para justamente no momento em que eles começavam a falar de certos comportamentos do ilhéu que ele chegou a classificar de “estranhos, muito estranhos”.   Depois ele estendeu o raciocínio ao país quando disse: “eu fico muito triste de que 97% do povo do meu país não vai ter nunca a possibilidade de sair do Brasil e conhecer o exterior, pelo menos para perceber que em muitas coisas agente está à frente. O Brasil é um país muito bom com muitas coisas boas”. Acompanhe o raciocínio completo no podcast. (A conversão do vídeo para áudio é do André Celeste).

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Valdir Agostinho e as mil faces de um astro iluminado

16/08/11

Aos artistas, as emoções são a tônica do seu ser e viver, mas quando se trata de uma estreia as emoções podem fazer perder a respiração. Até sufocar. Sufocar sim, tirar o brilho, jamais. Pois esse é o clima que envolve esta tríplice estreia de uma estrela, um astro e um programa inédito. Senhoras e senhores! O portal Caros Ouvintes tem o prazer de apresentar Cláudia Barbosa entrevistando Valdir Agostinho na audição de lançamento do programa Pelas Ruas da Minha Cidade, inicialmente transmitido pela TV Câmara de Florianópolis e agora em podcast para ouvir e fazer download. Leia mais…

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Iluminura radiofônica 3: quando o rádio é igual a arte

10/10/10

Rádio como arte pode levar você a novas paisagens… Quando Rádio é igual a Arte? Julio de Paula responde: “… no cotidiano de uma emissora de rádio a demanda por produção faz cegar o realizador e romper o diálogo com outras artes. Lutar contra esse status e buscar espaços para conteúdos pouco usuais no rádio aberto tornou-se tarefa correlata. Na prática a radioarte cede espaço para um processo artesanal. Rádio feito a mão. Rádio artesanal. Janete El Haouli completa “talvez eu prefira pensar o rádio como arte… a questão é de que arte estamos acreditando… que rádio praticamos… um rádio tem que afetar o outro…então eu me pergunto: arte? Rádio? Como? Indo na contramão. Na contramão da velocidade. Pára. Escuta. Faça algo por você”. Leia mais…

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Entre ouvidos: sobre rádio e arte

20/08/10

O livro organizado pela professora Lilian Zaremba é uma preciosidade incomum. Esse sentimento leitor, você só poderá dimensionar depois de ter o livro nas mãos, os olhos dançando sobre as páginas e a inteligência queimando de curiosidade e interesse. A começar pela beleza e o inusitado das ilustrações; e a terminar pela riqueza, amplitude e profundidade do conteúdo. Nada indigesto, porém. Apenas espantosamente simples e forte como o pensamento de Raduan Nassar citado no texto de apresentação do livro pela autora: “… cada palavra sim, cada palavra é uma semente”. Ou quando ela mesma pondera: “Rádio igual a música quis Gould, rádio igual  a paisagem imaginária propôs John Cage, radiobiorritimico sugere Murray Shafer, rádio polimorfo na visão do filósofo Tetsuo Kogawa, entre muitas outras idéias… o rádio chega ao terceiro milênio tratado como meio para inúmeras possibilidades de comunicação e criação. Mas como tais propostas poderiam encontrar lugar numa emissora de rádio, formatada sobre uma grade de programação?” Leia mais…

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