A Academídia é uma extensão do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia destinada a promover a integração e parceria com pessoas, instituições de ensino e o ambiente acadêmico. Além da ideação e implantação de projetos conjuntos, a Academídia é um canal de incentivo e divulgação da produção intelectual e científica de estudiosos da comunicação. Está aberta a profissionais, pesquisadores, professores e estudantes que completaram trabalhos em forma de artigos, dissertações, teses ou TCCs, tendo como campo de estudo os meios de comunicação, particularmente as mídias eletrônicas e, dentre elas, com destaque o rádio (broadcasting ou por meio da internet) e a televisão.
Os trabalhos enviados serão publicados gratuitamente após aprovação do Conselho da Academídia, devendo conter identificação do autor (preferencialmente com foto), resumo do conteúdo (“abstract” em português) e o trabalho propriamente dito em arquivo Word (.doc)
Brevemente serão divulgados os critérios para trabalhos em áudio e vídeo.
Toda a comunicação com a Academídia deverá ser feita através do e-mail academidia@carosouvintes.org.br
Conselho Superior
Silvia Hoepcke da Silva
Mário Petrelli
Alfredo Lang
Ramiro Gregório da Silva
Conselho Acadêmico
Antunes Severo
Emilio Cerri N.
Fernando Morgado
Moacir Pereira
Ricardo Medeiros
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TESE
Lia Calabre, doutora em história pela Universidade Federal Fluminense – UFF (2002) com a tese No tempo do rádio: radiodifusão e cotidiano no Brasil. 1923-1960 e mestrado em história com a dissertação Na Sintonia do Tempo: Uma leitura do cotidiano através da produção ficcional radiofônica. (1940-1946). Pesquisadora e chefe do setor de Estudos de Política Cultural da Fundação Casa de Rui Barbosa – FCRB/MINC. Professora na Universidade Candido Mendes e na Fundação Getúlio Vargas – RJ. Autora de artigos e livros sobre história do rádio e sobre políticas culturais. Entre eles: A Era do Rádio (Jorge Zahar Editora, 2002); O rádio na sintonia do tempo: radionovelas e cotidiano – 1940-1946 (Edições Casa de Rui Barbosa, 2006); Políticas culturais no Brasil: dos anos 1930 ao século XXI. (Ed. FGV, 2009), e Políticas culturais no Brasil: história e contemporaneidade. (Banco do Nordeste do Brasil, 2010). Tese de doutorado apresentada ao Curso de História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial para a obtenção do grau de doutor. 2002.
No tempo do rádio: Radiodifusão e Cotidiano no Brasil 1923 – 1960
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ARTIGO
Elizabeth J Fernandes, mestranda do Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia. bette.fernandes@gmail.com O atigo aborda a relação entre cultura popular e cultura de massa e a apreensão do popular para comunicação com as massas, a partir d análise do jingle intitulado O Bonde a Bahia e do clipe homônimo produzidos pela Rádio Bahia FM como ferramenta de comunicação da emissora com seu público alvo.
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Clóvis Reis, doutor em Comunicação, é professor da FURB – Universidade Regional de Blumenau. Trabalho apresentado ao NP 03 – Publicidade, Propaganda e Marketing do V Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom.
Os formatos de anúncio e o mercado do rádio no Brasil
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Nélia R. Del Bianco, professora da Faculdade de Comunicação da UnB, doutora em Comunicação pela ECA-USP, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom. Trabalho apresentado no GP Rádio e Mídia Sonora, IX Encontro dos Grupos/Núcleos de Pesquisas em Comunicação. O paper faz parte da pesquisa intitulada “Análise do processo de construção das políticas públicas para implantação e desenvolvimento do rádio digital no Brasil e na Espanha.”
O rádio local na era das redes
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Célia Maria Corrêa Pereira, Maria da Conceição Viana Barcelos, Otacílio José Ribeiro e Dulce Maria Cruz. Programa de Pós-graduação em Engenharia da Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, apresentado XXIV Congresso Brasileiro de Comunicação – Campo Grande/MS – setembro 2001. O artigo traça considerações sobre o rádio, tentando identificar a oportunidade do seu uso na educação.
Educação em ondas: o rádio como instrumento e como possibilidade
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Ricardo Medeiros. Doutor em Rádio pela Université Du Maine, da cidade de Le Mans, França. É professor de Radiojornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina e repórter da Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Trabalho apresentado ao NP 06 – Rádio e Mídia Sonora, do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, trata da recepção de radionovelas em Florianópolis nos anos 1960, tendo como referência o público da antiga Rádio Diário da Manhã.
Recepção de radionovelas em Florianópolis no período dos anos 1960
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Valci Regina Mousquer Zucoloto. Jornalista graduada pela UFSC e Mestre em Comunicação Social pela PUCRS. É professora assistente do Jornalismo da UFSC, onde coordena os projetos Universidade Aberta e Fazendo Rádio na Escola – Rádio Ponto e Laboratório de Rádio. Trabalho apresentado ao NP 06 – Rádio e Mídia Sonora, do V Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom e que tem como foco os ensaios e sugestões do dramaturgo alemão Bertold Brecht no reunidos sob o título de “Teoria do Rádio”.
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Antunes Severo. Graduado em Administração, Especialização e Mestrado pela Escola Superior de Administração e Gerência/ESAG/UDESC. Profissionalmente atua como radialista, jornalista, publicitário e professor universitário. Sócio fundador do Instituto Caros Ouvintes e editor do site Caros Ouvintes. Trabalho apresentado no XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – BH/MG – 02 a 06 Set 2003 e publicado na coletânea organizada pelas professoras Dóris Fagundes Haussen e Magda Cunha, Rádio Brasileiro – episódios e personagens. Trata do programa de radiojornalismo Vanguarda considerado como a “fase mais elborada de um ciclo iniciado em 1956 e encerrado em 1975.
Vanguarda: o que se faz, o que se diz, o que se pensa. Gente, notícia, opinião
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