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Diga: não é tão bom estar apaixonado? Os olhos dilatam, têm mais brilho. Somos mais eficientes, brilhantes e nos sentimos capazes de ultrapassar todos os obstáculos impossÃveis. Não é tão bom ser sensual? Nadar nu, comer ouvindo o mar, ou a melodia do vento acariciando a natureza com a pessoa que nos atrai irresistivelmente, fazer amor sem reserva ou inibição. Espreguiçar o corpo quente mesmo que a noite seja fria, ter alegria na dádiva onde nada é mal nem bem, errado ou certo, apenas sintonia? Para os gregos a qualidade do amor dependia da separação entre a sua nobreza e a vulgaridade. Quando o indivÃduo se centraliza na vulgaridade se descentraliza de si mesmo e de seu eu não podendo sentir a espontaneidade do amor.
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Acaert NotÃcias
Antunes Severo/Blog
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