Quando Prates corrigiu “Não são 40, são 50 anos
”, eu me agarrei no lugar comum e lasquei: “É uma vida, hein, Prates?”. E ele tranquilo e sereno: “uma vida vivida com alegria e muita dedicação. Sou apaixonado pelo que faço”. O diálogo, mais do que uma carta de intenções era, de fato, o meu gancho para iniciar com as perguntas. Afinal, entrevistar o colega que há tantos anos tem me entrevistado me fazia lembrar a fábula do estar pisando em ovos. Felizmente, o Prates além de um excelente entrevistador é um entrevistado que todo o foca poderia pedir a Deus.
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