<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
>

<channel>
	<title>Caros Ouvintes &#187; Rádio</title>
	<atom:link href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&#038;cat=98" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog</link>
	<description>Caros Ouvintes</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 19:03:25 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9</generator>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<!-- podcast_generator="Blubrry PowerPress/1.0.3" mode="advanced" entry="normal" -->
	<itunes:summary>Caros Ouvintes</itunes:summary>
	<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/plugins/powerpress/itunes_default.jpg" />
	<itunes:subtitle>Caros Ouvintes</itunes:subtitle>
	<image>
		<title>Caros Ouvintes</title>
		<url>http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/plugins/powerpress/rss_default.jpg</url>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?cat=98</link>
	</image>
		<item>
		<title>Rádio: o segredo está na marca</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18721</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18721#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18721</guid>
		<description><![CDATA[Fernando Morgado
O rádio — assim como todas as outras mídias de massa — sofre com um processo contínuo de comoditização do seu conteúdo, ou seja: aquilo que ele oferece encontra-se acessível de forma cada vez mais banal. Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias permitiram com que nunca se consumisse tanto conteúdo sonoro na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fernando Morgado</strong></p>
<p>O rádio — assim como todas as outras mídias de massa — sofre com um processo contínuo de <em>comoditização </em>do seu conteúdo, ou seja: aquilo que ele oferece encontra-se acessível de forma cada vez mais banal. Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias permitiram com que nunca se consumisse tanto conteúdo sonoro na história da Humanidade, os veículos de comunicação, que sempre posicionaram-se como as <em>únicas</em> fontes de entretenimento e informação, agora lutam para manter-se, pelo menos, como as <em>principais</em>. Nesse mercado, tão dominado pela generalidade e pela semelhança, conceitos como <em>primazia </em>e <em>especialização</em> nunca foram tão importantes.</p>
<p>O Brasil conta com mais de 4 mil emissoras de rádio. No quesito quantidade, só perdemos para os Estados Unidos. Além disso, milhões de <em>webradios </em>de todas as partes do mundo juntam-se a esse universo de opções para os ouvintes. Estas estações distribuem-se entre dezenas de gêneros e sub-gêneros de programação e, dentro deles, as atrações oferecidas, na grande maioria dos casos, são extremamente semelhantes entre si ou até mesmo idênticas. Por exemplo: recentemente, visitei o site de uma empresa estadunidense especializada em oferecer <em>webradios</em> para empresas. Mal havia terminado o primeiro semestre, mas já havia a seguinte frase na página inicial: “Procurando por canais de Natal? Clique aqui!”. O <em>link </em>apresentava uma rádio com uma <em>playlist </em>já fechada, composta por clássicos natalinos, e que mantêm-se igual para todos aqueles que comprarem esse serviço. O máximo de customização permitida é a inclusão do logo da contratante no canto da página onde está o <em>player </em>e a inserção de algumas vinhetas com o nome da empresa no meio das músicas. Ou seja: se, por exemplo, 1.000 contratarem essa estação, teremos mais 1.000 estações de rádio disponíveis na Internet oferecendo programações rigorozamente iguais!<span id="more-18721"></span></p>
<p>Tudo isso estimula a um exercício de pensamento: afinal, se as opções existentes são tão próximas entre si, o que faz um ouvinte optar por uma rádio e não por outra? Algumas hipóteses são bastante conhecidas e surgem com frequencia:</p>
<p><strong>Hábito</strong><br />
Hábito é mais do que um ato ou conjunto de atos realizados automática e instintivamente. Eles são motivados por algum fator: família, gosto, rotina, necessidade, falta de opção&#8230; Não se trata de algo imposto, mas sim resultado de uma escolha consciente, fruto de uma causa muito forte. Por isso, o hábito está mais como consequencia do que propriamente causa para sustentação de audiências fiéis. Então, em vez de encerrar a discussão resumindo tudo ao hábito, os gestores das rádios deveriam retomar aquela pergunta que fizemos no começo: o que, de fato, motiva um ouvinte a sempre sintonizar a sua rádio e não outra?</p>
<p>Em tempo: favor não confundir hábito com inércia, afinal, estamos tratando de rádio — uma mídia móvel por natureza e que possui um universo de opções de escolha que poucas formas de comunicação oferecem aos seus usuários.</p>
<p><strong>Fidelidade à um locutor ou comunicador</strong><br />
Mais uma vez, isso não responde a pergunta original, pelo contrário: gera muitas outras. Afinal, que faz o ouvinte gostar de um determinado locutor ou comunicador? Seria a voz? O horário em que ele está no ar? Os quadros que ele apresenta? Perguntas desse tipo ajudam na construção do diagnóstico, mas ainda assim não resolvem o problema, afinal, muitos locutores tem vozes e técnicas de expressão muito semelhantes (e muito boas), todos os horários possuem opções de qualidade para informar e entreter e, geralmente, através de atrações muito parecidas. O real motivo que gera a fidelidade é mais profundo que tudo isso e responde, ao mesmo tempo, todas essas questões derivadas.</p>
<p><strong>Fidelidade à um estilo musical</strong><br />
No começo deste artigo, falei que nunca se consumiu tanto conteúdo sonoro quanto nos dias atuais e, neste espaço, a música ocupa o papel de protagonista. Isso acontece porque nunca se teve tantas formas de produzir, acessar, armazenar e executar as obras dos nossos artistas favoritos. De aparelhos de MP3 até páginas onde você monta sua própria <em>webradio</em>, o aumento da oferta musical veio junto com a possibilidade de customização, ou seja: nós, usuários, escolhemos as músicas que desejamos ouvir, na hora e na ordem que quisermos. E mais: sem intervalos! Mesmo com tudo isso, os fãs cariocas de samba e pagode, por exemplo, brindam a FM O Dia com a marca de quase 260 mil ouvintes/minuto. Por que será? Claro que a qualidade do programador musical e da sua equipe conta muitos pontos, mas é interessante buscar o que o rádio oferece que nem toda a comodidade e personalização das novas tecnologias consegue trazer. A resposta não está apenas <em>nas</em> músicas (porque isso qualquer aparelho oferece), mas principalmente no que está <em>entre</em> elas.</p>
<p><strong>Comodidade técnica</strong><br />
Chamo de &#8216;comodidade técnica&#8217; o grau de facilidade com que a mídia rádio pode ser recebida e consumida em comparação com outras mídias. Apesar de todas as suas qualidades — como a mobilidade e a possibilidade de ser recebida em diversos aparelhos —, o rádio, infelizmente, já não ocupa a primeira posição em qualidade tecnológica de som. Trata-se da mesma questão enfrentada há tempos atrás (só que na área de vídeo) pela televisão, mas que já foi superada com o advento do sinal digital (o que, para o rádio, ainda é um ponto bastante polêmico). Em compensação, o rádio conseguiu superar este ponto ao ser a mídia que melhor se adaptou à Internet, aproveitando-se dela para expandir sua qualidadade de transmissão e recepção e, principalmente, ampliar a sua audiência em escala global (conforme eu antecipei no artigo <a href="http://televisionado.wordpress.com/2010/01/09/o-futuro-do-radio/" target="_blank">“O futuro do rádio”</a>).  Apesar de tudo isso, não podemos ignorar uma verdade sempre muito bem lembrada por <a href="http://televisionado.wordpress.com/2010/03/29/entrevista-exclusiva-com-fernando-portella-ceo-da-ojc-organizacao-jaime-camara/" target="_blank">Fernando Portella, CEO da Organização Jaime Câmara</a>: nós não <em>somos </em>ouvintes; nós <em>estamos</em> ouvintes (e isso vale para todas as outras mídias). Por mais que adoremos rádio e fiquemos &#8216;na escuta&#8217; por muitas horas, nós também necessitamos de conteúdos vindos de outros meios, de acordo com uma série de fatores: o local que nós estamos, a hora do dia, o tipo de informação ou entretenimento que buscamos etc. Então, o fato do rádio ser produzido, transmitido e recebido da forma que é também não pode ser usado isoladamente para justificar o porquê das pessoas consumirem essa mídia e uma determinada emissora.</p>
<p>* * *</p>
<p>Mais do que qualquer requisito técnico do produto — locução, programação, vinhetas, músicas, qualidade de sinal etc. —, o que de fato atrai os ouvintes para uma determinada rádio é o conjunto de atributos que verdadeiramente fundamentam a realização desse produto, ou seja: mais do que pela voz, as pessoas gostam de um comunicador principalmente pelas ideias que ele defende e pelos valores que ele possui; mais do que pela programação, um ouvinte se identifica com a comunidade de pessoas gira em torno daquelas atrações (sejam elas musicais, noticiosas, esportivas etc.); e assim por diante. Rádio é relacionamento humano e, como todo relacionamento humano, ele é fincado em valores, crenças e ideiais. Um relacionamento frutifica quando ambas as partes compartilham dos mesmos valores e de forma expontânea. Essa identificação, inclusive, é a que viabiliza o debate, a divergência saudável, tão presente, por exemplo, nas rádios <em>talk</em>.</p>
<p>À esse conjunto de valores que norteiam as relações da emissora com todos os seus públicos (ouvintes, anunciantes, funcionários, acionistas, governo etc.), o marketing chama de <strong>marca</strong>. Ao lugar que a emissora e sua marca ocupam na mente dos seus públicos em comparação com os seus concorrentes, dá-se o nome de <strong>posicionamento</strong>. Por tudo isso, podemos concluir que o núcleo do negócio rádio (assim como em todas as outras mídias de massa) está na força da sua marca e do seu posicionamento, de forma a diferenciá-la dos seus concorrentes (sendo esse um fator crítico para o sucesso nesse ambiente que, conforme disse anteriormente, está dominado pela falta de inovação).</p>
<p>A partir do momento em que todos os radiodifusores atentarem para essa questão, passaremos a ver as emissoras aproveitando todo o seu potencial de mobilização social para gerar novas inciativas e negócios, inclusive fora do <em>dial</em>. Somente assim — através de um pensamento integrado e baseado nos reais fundamentos da grandeza do rádio — é que esta mídia continuará a ampliar sua força em tempos de rediscussão da forma como a propaganda massiva gera resultados e do papel do usuário não somente no final como desde o início do processo de comunicação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18721</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que o rádio pode fazer por você nas eleições</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18719</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18719#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 22:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Paiva Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Influência]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Voto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18719</guid>
		<description><![CDATA[Eleições  &#124; Influência da Mídia
Estamos no período eleitoral, onde o cidadão brasileiro poderá usar a “arma” mais forte que possui: o voto. É de bom alvitre que a imprensa escrita divulgue informações preciosas com intuito de atingir um grande percentual da população. O rádio com o meio mais popular e de alcance de todos, deveria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eleições  | Influência da Mídia</strong></p>
<p>Estamos no período eleitoral, onde o cidadão brasileiro poderá usar a “arma” mais forte que possui: o voto. É de bom alvitre que a imprensa escrita divulgue informações preciosas com intuito de atingir um grande percentual da população. O rádio com o meio mais popular e de alcance de todos, deveria se familiarizar com os eleitores fornecendo-lhes detalhes ou informações preciosas de como votar certo, e como conhecer melhor o candidato escolhido. A cultura brasileira ainda deixa muito a desejar, por isso o rádio deveria tornar-se um potencial de informações, e sair do marasmo que se encontra exercendo o serviço de cidadania e de educação, com denodo e destinação. O papel do rádio e da TV, nas eleições, se torna muito importante e potencialmente perigoso. A lei deveria ser mais rigorosa e cautelosa ao mesmo tempo evitando abusos desnecessários e excessos que prejudicam o processo democrático. Rádio é rádio, o veículo de informação e educação mais importante que se tem conhecimento.<span id="more-18719"></span></p>
<p>Isento de paixões políticas o profissional do rádio deveria ser ético e não entrar no ciclo dos políticos perniciosos que tentam prejudicar outros candidatos ou partidos adversários. Na função, o radialista deve ser apolítico. Seu compromisso primordial e com os ouvintes. A lei só permite que a propaganda mediante rádio e TV seja na forma gratuita, não podendo os interessados remunerar as emissoras para que transmitam a propaganda. Essa regra busca igualar os candidatos, pois se fosse permitida a propaganda paga, apenas os candidatos mais favorecidos e que contassem com maior apoio de colaboradores, é que dominariam esses meios de comunicação.                                                                          Os que trabalham para candidatos políticos e usam o rádio como válvula de escape está sujeito a punições. Alguns profissionais deixam a ética de lado e fala abertamente do clichê popular muito usado no meio radiofônico, o jabá. O problema é que a maioria das concessões públicas é cedida a empresários e políticos.</p>
<p>Não pode o rádio exibir em outro horário a propaganda eleitoral gratuita. As ruas e avenidas das grandes cidades estão coloridas de bandeiras e propagandas de pretensos candidatos a um cargo eletivo. Um motivo a mais para o radialista exercer seu dever de cidadania, ou seja, alertar a população para a poluição visual e a sujeira que os partidos políticos deixam nas cidades, após o período eleitoral. Colocar o eleitor a par da legislação eleitoral informando com precisão os locais de votação, os documentos necessários para se exercer a sublime missão de votar. Informar também que a lei estabelece que nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem as eleições e no próprio dia das eleições não poderá ser exibida propaganda eleitoral gratuita, para que os eleitores não sejam induzidos. Alertar também sobre o que pode e o que não pode ser feito nos dias de eleições. O profissional do rádio deve conhecer a fundo a lei eleitoral para não passar por neófito na sua programação radiofônica, mas parece que muitos deles não têm esse cuidado ou essa preocupação. É importante dizer que, entre candidatos, partidos e coligações, deve vigorar o princípio da igualdade, pois não será permitido conceder privilégios e benefícios para uns em detrimento de outros. As eleições objetivam que a população escolha, através do voto, os membros do poder executivo (prefeitos, governadores e presidente da República) e legislativo (vereadores, deputados estaduais, deputados distritais, deputados federais e senadores da República).</p>
<p>Esses fatos aqui enumerados deveriam ser debatidos diuturnamente com o eleitor, pois um grande percentual comparece as urnas não sabendo como votar e em quem vai votar. Outro detalhe que deveria ser repassado é que as eleições federais, estaduais e municipais se dão de forma intercalada, no espaço de tempo de dois anos. Todo brasileiro tem o direito de se candidatar, mas não cabe ao profissional de rádio criticar nenhum candidato. Entretanto, dentro do período permitido em lei, as emissoras de rádio e televisão comunitária, as emissoras de televisão que operam em VHF e UHF e os canais de televisão por assinatura sob a responsabilidade do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal ou das câmaras municipais, deverão reservar horários para que a propaganda eleitoral gratuita seja transmitida.</p>
<p>É importante dizer que, entre candidatos, partidos e coligações, deve vigorar o princípio da igualdade, pois não será permitido conceder privilégios e benefícios para uns em detrimento de outros. Outro fato negativo e que o ouvinte deve tomar ciência é que alguns radialistas já sabem que vão se candidatar a um cargo eletivo e passam a usar o microfone em proveito próprio. Ouvinte cuidado com as artimanhas políticas armados por profissionais não éticos, eles existem e querem usá-los para obter proveito. Outro detalhe que talvez escape a compreensão dos radialistas e que o tempo de duração para ambos os cargos será de 50 minutos diários ou 150 semanais, para cada meio de comunicação (rádio e TV), sendo esse tempo dividido entre os candidatos e partidos. Alguns locutores esportivos aderem a uma torcida de um grande e querido clube para nessa época conseguir se eleger. Essa atitude vai de encontro ao Código de Ética do Radialista, que anda meio sumidinho e alheio aos profissionais da mídia falada.</p>
<p>Antes mesmo do período eleitoral o rádio deveria abrir espaço para o público se inteirar de como exercer a cidadania colocando autoridades da área para dirimir todas as dúvidas dos eleitores, principalmente os que estão votando pela primeira vez. Alguns detalhes ou observações aqui inseridos são normas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) São nesses momentos cruciais onde a inversão de valores é notória que a importância do rádio cresce em proporções gigantescas e dinâmicas. O rádio é um meio de comunicação ligado ao povo de qualquer condição ou classe social, mas estamos notando o desvio de finalidade do rádio que se transforma num veículo puramente comercial. O radialista com personalidade abrange não só as formas características da pessoa se conduzir nas situações cotidianas, como também acentua os fatores condicionais; o físico, a aparência, as aptidões, os traços de caráter.</p>
<p>Do ponto de vista popular a palavra serve para determinar traços que nos tornam agradáveis ou desagradáveis aos outros. O radio deve ensinar a sabedoria, pois a ignorância é sempre atrevida, a sabedoria, em geral, modesta. Um homem pode saber mais do que muitos; porém nunca como todos (Marquês de Maricá). O radialista não poderá fugir a regra devendo possuir as quatro funções que Jung delineou: sensação, pensamento, sentimento e intuição e além do mais deve ser um profissional competente e inteligente. Rádio de qualidade exige profissionais do mesmo nível. Pense nisso!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18719</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Estética do Frio</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18714</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18714#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 22:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18714</guid>
		<description><![CDATA[

Em meio as excelentes e concorridas comunicações apresentadas durante o 33º Congresso do INTERCOM, uma &#8221; Festa da Polenta&#8221; no campus da Universidade chamava nossa atenção. Neste micro universo da cultura em Caxias do Sul que pude presenciar, me foi muito útil o livro que ganhei do professor gaucho Cassiano Scherner. Ali encontrei a &#8220;Estética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_18732" class="wp-caption alignright" style="width: 156px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/polenta.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18732" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/polenta.jpg" alt="" width="146" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Preparo da polenta</p></div>
<div id="attachment_18729" class="wp-caption alignleft" style="width: 156px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/musicos_polenta.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18729" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/musicos_polenta.jpg" alt="" width="146" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">O som da polenta</p></div>
<p>Em meio as excelentes e concorridas comunicações apresentadas durante o 33º Congresso do INTERCOM, uma &#8221; Festa da Polenta&#8221; no campus da Universidade chamava nossa atenção. Neste micro universo da cultura em Caxias do Sul que pude presenciar, me foi muito útil o livro que ganhei do professor gaucho Cassiano Scherner. Ali encontrei a &#8220;Estética do Frio&#8221;  texto do músico Vitor Ramil, narrativa de beleza esclarecedora. Como forasteira me surpreendi com a paisagem ampla, contraste exacerbado na temperatura fria, aonde a nevoa densa torna imperceptivel traços de um espaço que me pudesse ser conhecido. Sou estranha no frio como Vitor Ramil sentiu-se estranho no calor carioca? Estas sensações de pertencer a um território &#8211; como bem lembrou Ramil &#8221; é local, nacional, internacional&#8221; &#8211; logo me levariam a questionar as possíveis heranças do rádio educativo. Respostas oferecidas pela profa.dra. Valci Zucoloto que acaba de concluir tese sobre &#8221; A contrução histórica da programação de Rádios Públicas Brasileiras&#8221; . (Lilian Zaremba - inclusisve fotos clicadas no celular iphone - e Adriana Ribeiro para Caros Ouvintes).</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18714</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/programa_polenta.mp3" length="6393208" type="audio/mpeg" />
			<itunes:subtitle> -  -  -  Em meio as excelentes e concorridas comunicações apresentadas durante o 33º Congresso do INTERCOM, uma &quot; Festa da Polenta&quot; no campus da Universidade chamava nossa atenção. Neste micro universo da cultura em Caxias do Sul que pude presenciar,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>






Em meio as excelentes e concorridas comunicações apresentadas durante o 33º Congresso do INTERCOM, uma &quot; Festa da Polenta&quot; no campus da Universidade chamava nossa atenção. Neste micro universo da cultura em Caxias do Sul que pude presenciar, me foi muito útil o livro que ganhei do professor gaucho Cassiano Scherner. Ali encontrei a &quot;Estética do Frio&quot;  texto do músico Vitor Ramil, narrativa de beleza esclarecedora. Como forasteira me surpreendi com a paisagem ampla, contraste exacerbado na temperatura fria, aonde a nevoa densa torna imperceptivel traços de um espaço que me pudesse ser conhecido. Sou estranha no frio como Vitor Ramil sentiu-se estranho no calor carioca? Estas sensações de pertencer a um território - como bem lembrou Ramil &quot; é local, nacional, internacional&quot; - logo me levariam a questionar as possíveis heranças do rádio educativo. Respostas oferecidas pela profa.dra. Valci Zucoloto que acaba de concluir tese sobre &quot; A contrução histórica da programação de Rádios Públicas Brasileiras&quot; . (Lilian Zaremba - inclusisve fotos clicadas no celular iphone - e Adriana Ribeiro para Caros Ouvintes).


</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>5:20</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Chimarrão e oralidade radiofônica</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18691</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18691#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 18:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[sotaques]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18691</guid>
		<description><![CDATA[
Pois é, estou relacionando o ambiente / cultura, às idéias que formam e constroem o discurso no rádio. Uma delas, com certeza evidente aqui para nós cariocas, é o sotaque. Já no Rio Grande do Sul&#8230; Vai no attach o programa que fizemos sobre o hábito gaúcho de beber (tomar) chimarrão e os comentários sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_18712" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/mag_chimarrao-menor.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18712" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/mag_chimarrao-menor.jpg" alt="" width="168" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Magaly Prado</p></div>
<p>Pois é, estou relacionando o ambiente / cultura, às idéias que formam e constroem o discurso no rádio. Uma delas, com certeza evidente aqui para nós cariocas, é o sotaque. Já no Rio Grande do Sul&#8230; Vai no attach o programa que fizemos sobre o hábito gaúcho de beber (tomar) chimarrão e os comentários sobre oralidade radiofônica pela professora doutora Júlia Lúcia de Oliveira. Em tempos de forte homogeneidade nos formatos de informação, o corte cultural define outros caminhos, bem interessantes. Acredito que essa seja uma das discussões mais importantes nessa época de convergências tecnológicas e expansão da cultura do entretenimento de forma muito concentrada. Envio também no attach a professora doutora Magaly Prado (Universidade Casper Libero, de S. Paulo) tomando chimarrão numa tenda típica, armada dentro do campus da UCS – Universidade Caxias do Sul, além das imagens para este programa veja o gaúcho entrevistado e a mesa com os vários copos (cuias) com chimarrão e close em um deles, que são finamente decorados. Uma beleza. Cliquei essas imagens com meu iphone, uma das facilidades portáteis deste milênio. (Lilian Zaremba, de Caxias do Sul para o Caros Ouvintes)</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18691</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/chimarrao.mp3" length="2531790" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Ambiente,Cultura,Rádio,sotaques</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle> -  - Pois é, estou relacionando o ambiente / cultura, às idéias que formam e constroem o discurso no rádio. Uma delas, com certeza evidente aqui para nós cariocas, é o sotaque. Já no Rio Grande do Sul... Vai no attach o programa que fizemos sobre o há...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>



Pois é, estou relacionando o ambiente / cultura, às idéias que formam e constroem o discurso no rádio. Uma delas, com certeza evidente aqui para nós cariocas, é o sotaque. Já no Rio Grande do Sul... Vai no attach o programa que fizemos sobre o hábito gaúcho de beber (tomar) chimarrão e os comentários sobre oralidade radiofônica pela professora doutora Júlia Lúcia de Oliveira. Em tempos de forte homogeneidade nos formatos de informação, o corte cultural define outros caminhos, bem interessantes. Acredito que essa seja uma das discussões mais importantes nessa época de convergências tecnológicas e expansão da cultura do entretenimento de forma muito concentrada. Envio também no attach a professora doutora Magaly Prado (Universidade Casper Libero, de S. Paulo) tomando chimarrão numa tenda típica, armada dentro do campus da UCS – Universidade Caxias do Sul, além das imagens para este programa veja o gaúcho entrevistado e a mesa com os vários copos (cuias) com chimarrão e close em um deles, que são finamente decorados. Uma beleza. Cliquei essas imagens com meu iphone, uma das facilidades portáteis deste milênio. (Lilian Zaremba, de Caxias do Sul para o Caros Ouvintes)</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>3:31</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Queremos sentir o vibrar de sua alma e o pulsar do seu coração</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18658</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18658#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 19:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18658</guid>
		<description><![CDATA[Senhoras e senhores peço licença para usar o espaço deste programa de entrevistas para uma manifestação em nome do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia. A partir da percepção de que uma emissão de áudio só é rádio – veículo de comunicação – se o conteúdo contiver uma mensagem socialmente construtiva trazemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18360" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Senhoras e senhores peço licença para usar o espaço deste programa de entrevistas para uma manifestação em nome do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia. A partir da percepção de que uma emissão de áudio só é rádio – veículo de comunicação – se o conteúdo contiver uma mensagem socialmente construtiva trazemos à sua consideração o que entendemos como proposta para nortear nossos passos nos caminhos que vemos pela frente. No próximo dia 22 vamos comemorar sete anos do site Caros Ouvintes e pretendemos aprofundar o estudo da radiodifusão como algo mais do que tecnologia e gestão empresarial.</p>
<p>Vamos continuar garimpando a história e a memória desse veículo maravilhoso e seus notáveis astros e estrelas, mas sob um olhar mais comprometido: queremos conhecer mais e melhor o que o sustenta; queremos conhecer mais e melhor a sua essência.  Queremos sentir o vibrar de sua alma e o pulsar do seu coração. Porque o rádio, ao contrário do que vulgarmente se divulga está muito longe do degredo onde a maledicência ignóbil o colocou, particularmente na atualidade.</p>
<p>Estamos abrindo mais espaço para relatos de profissionais e empresários conscientes da importância desse meio de comunicação como parte vital de nossa sobrevivência neste planeta tão generoso e tão maltratado. Abrimos as portas – e isso já faz tempo – para a comunidade acadêmica expressar os seus pensamentos, suas idéias e suas propostas.</p>
<p>Tudo o que vier como contribuição para a melhoria e adequação dos conteúdos para enriquecimento do bem estar e da preservação de toda a vida do planeta será reconhecido, bem vindo e levado ao conhecimento de todos os que estiverem interessados sem qualquer limitação, custo ou obrigação de nossa parte.</p>
<p>Vocês, nossos caros ouvintes são os nossos guias. Estamos certos de que com essa parceria poderemos transformar estas idéias simples em inspiração para mais corações sedentos de fazer todos os dias algo melhor.</p>
<p>Escreva, comente, exponha as suas propostas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18658</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/conteudoradioUp.mp3" length="1412182" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Caros Ouvintes,conteúdo,Rádio</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Senhoras e senhores peço licença para usar o espaço deste programa de entrevistas para uma manifestação em nome do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia. A partir da percepção de que uma emissão de áudio só é rádio – veículo de comunic...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg)Senhoras e senhores peço licença para usar o espaço deste programa de entrevistas para uma manifestação em nome do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia. A partir da percepção de que uma emissão de áudio só é rádio – veículo de comunicação – se o conteúdo contiver uma mensagem socialmente construtiva trazemos à sua consideração o que entendemos como proposta para nortear nossos passos nos caminhos que vemos pela frente. No próximo dia 22 vamos comemorar sete anos do site Caros Ouvintes e pretendemos aprofundar o estudo da radiodifusão como algo mais do que tecnologia e gestão empresarial.

Vamos continuar garimpando a história e a memória desse veículo maravilhoso e seus notáveis astros e estrelas, mas sob um olhar mais comprometido: queremos conhecer mais e melhor o que o sustenta; queremos conhecer mais e melhor a sua essência.  Queremos sentir o vibrar de sua alma e o pulsar do seu coração. Porque o rádio, ao contrário do que vulgarmente se divulga está muito longe do degredo onde a maledicência ignóbil o colocou, particularmente na atualidade.

Estamos abrindo mais espaço para relatos de profissionais e empresários conscientes da importância desse meio de comunicação como parte vital de nossa sobrevivência neste planeta tão generoso e tão maltratado. Abrimos as portas – e isso já faz tempo – para a comunidade acadêmica expressar os seus pensamentos, suas idéias e suas propostas.

Tudo o que vier como contribuição para a melhoria e adequação dos conteúdos para enriquecimento do bem estar e da preservação de toda a vida do planeta será reconhecido, bem vindo e levado ao conhecimento de todos os que estiverem interessados sem qualquer limitação, custo ou obrigação de nossa parte.

Vocês, nossos caros ouvintes são os nossos guias. Estamos certos de que com essa parceria poderemos transformar estas idéias simples em inspiração para mais corações sedentos de fazer todos os dias algo melhor.

Escreva, comente, exponha as suas propostas.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>2:56</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Futebol e rádio</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18650</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18650#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 16:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18650</guid>
		<description><![CDATA[

Destacamos da programação do dia 3/9 do 33º Congresso da Intercom que se realiza em Caxias do Sul um dos momentos de maior interesse para você leitor-ouvinte na abertura das comunicações do grupo de Rádio e Mídias Sonoras: a mesa sobre Rádio e Esporte.  E desse campo Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro destacam o pensamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18651" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/LIlian_zaremba_taxi.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18651" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/LIlian_zaremba_taxi.jpg" alt="" width="150" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Lilian Zaremba </p></div>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_18652" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Adriana_ribeiro.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18652" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Adriana_ribeiro.jpg" alt="" width="200" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Adriana Ribeiro</p></div>
</div>
<p>Destacamos da programação do dia 3/9 do 33º Congresso da Intercom que se realiza em Caxias do Sul um dos momentos de maior interesse para você leitor-ouvinte na abertura das comunicações do grupo de Rádio e Mídias Sonoras: a mesa sobre Rádio e Esporte.  E desse campo Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro destacam o pensamento de dois experimentados profissionais e professores: o mediador da mesa Luiz Artur Ferraretto (UCS) e João Batista de Abreu Júnior (UFF). Participaram ainda da mesa Luciano Klockner (PUCRS), Marcio de Oliveira (UFJF) e Ary Rocco Junior (FECAP). (Adriana Ribeiro é professora da UERJ, editora de som e locutora, integrante da diretoria da SOARMEC e Lilian Zaremba é roteirista, direção geral e produtora de conteúdos audiovisuais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18650</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/intercom_futebol.mp3" length="3269486" type="audio/mpeg" />
			<itunes:subtitle> -  -  -  Destacamos da programação do dia 3/9 do 33º Congresso da Intercom que se realiza em Caxias do Sul um dos momentos de maior interesse para você leitor-ouvinte na abertura das comunicações do grupo de Rádio e Mídias Sonoras: a mesa sobre Rádio ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>






Destacamos da programação do dia 3/9 do 33º Congresso da Intercom que se realiza em Caxias do Sul um dos momentos de maior interesse para você leitor-ouvinte na abertura das comunicações do grupo de Rádio e Mídias Sonoras: a mesa sobre Rádio e Esporte.  E desse campo Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro destacam o pensamento de dois experimentados profissionais e professores: o mediador da mesa Luiz Artur Ferraretto (UCS) e João Batista de Abreu Júnior (UFF). Participaram ainda da mesa Luciano Klockner (PUCRS), Marcio de Oliveira (UFJF) e Ary Rocco Junior (FECAP). (Adriana Ribeiro é professora da UERJ, editora de som e locutora, integrante da diretoria da SOARMEC e Lilian Zaremba é roteirista, direção geral e produtora de conteúdos audiovisuais.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>2:43</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Os três macacos</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18644</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18644#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 14:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18644</guid>
		<description><![CDATA[Durante a infância, uma bronquite asmática me impedia de brincar na rua. A alternativa era ficar em casa e ver televisão ou folhear revistas e jornais. Mas, aquelas figurinhas miúdas, que chamavam de letras, eram um empecilho: eu precisava decifrá-las! Meu pai trabalhava em três períodos. Minha mãe tinha todos os afazeres da casa. Meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiotiva.png" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18645" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiotiva.png" alt="" width="150" height="148" /></a>Durante a infância, uma bronquite asmática me impedia de brincar na rua. A alternativa era ficar em casa e ver televisão ou folhear revistas e jornais. Mas, aquelas figurinhas miúdas, que chamavam de letras, eram um empecilho: eu precisava decifrá-las! Meu pai trabalhava em três períodos. Minha mãe tinha todos os afazeres da casa. Meus irmãos tinham a escola e, abençoados, podiam brincar na rua. Talvez por isso, não tinham muita paciência de ler para um pirralho analfabeto e desdentado, ícone do subdesenvolvimento natural. Que saco! Aos cinco anos de idade resolvi proclamar minha independência: “Quero ir à escola!”.<span id="more-18644"></span></p>
<p>Meus pais disseram que ainda era muito cedo, pois a idade mínima para a escola pública era sete anos. Mas, diante de minha postura irredutível, apelaram para a criatividade: recebi uma malinha e a Cartilha Sodré &#8211; que já haviam servido aos meus irmãos -, um caderno do MEC e um lápis, e fui matriculado na “Escola do Seu Manoel”, com direito a ditados, leituras e lições de casa. Meu pai “lecionava” enquanto almoçava!</p>
<p>De repente, as letras passaram a fazer sentido! Sopa de letrinhas passou a ser meu prato preferido e nem bulas e embalagens escaparam de minha “fúria revolucionária”!</p>
<p>Às figuras, uniram-se os balões de texto, que deram lugar às imagens, com textos de rodapé; que foram substituídos pelos textos, com figuras em páginas intermediárias, até que, finalmente, bastaram os textos: a imaginação já se tornara mais poderosa do que o traço dos ilustradores!<br />
A alfabetização liberta!</p>
<p>Assim, livre, os jornais passaram a fazer parte, indissolúvel, de minha vida. Neles, eu lia o que ouvia, no rádio, e via, na televisão, outros companheiros inseparáveis.</p>
<p>A informação instrumenta!</p>
<p>Essas múltiplas fontes de informação mostravam ora coerência ora discrepância. As diferenças geravam dúvida, desconfiança ou curiosidade, que estimulavam ao raciocínio; e as conclusões pessoais começaram a moldar a arte final desse processo.</p>
<p>A consciência não deixa escravizar! Ou, no mínimo, rejeita a escravidão!<br />
Será por isso que só a quarta parte da população brasileira é plenamente alfabetizada?</p>
<p>Bem, frações pequenas não sugerem dramaticidade. Que tal assim: três quartos dos brasileiros são analfabetos plenos ou funcionais, ou seja, não entendem o que lêem e mal sabem expressar suas idéias!</p>
<p>Isso não quer dizer, absolutamente, que 25% são expertos e 75% são tolos. Há uma enorme diferença entre ignorância e estupidez! Mas, de uma coisa não há dúvida: a alfabetização, a informação e o senso crítico são os antídotos para a ignorância, e os principais instrumentos para o desenvolvimento autônomo de um país!</p>
<p>Por isso a imprensa precisa ser livre!<br />
A sociedade precisa do jornalismo investigativo, sério, independente e responsável para alimentá-la de dados que permitam análise e conclusão! Isso não deve ser cerceado, mas incentivado e assegurado pelas instituições, que também devem promover e prover educação e cultura para o povo!<br />
Analfabetismo, ignorância, segredo e censura lembram a clássica figura dos três macacos: “Não falo! Não ouço! Não vejo!”.</p>
<p>Privados desses sentidos, não pensar é uma consequência quase inevitável! É quando o povo, em vez de macacos mudos, surdos e cegos, vira cordeiro, sacrificado todos os dias no sacrílego altar da violência e da corrupção institucionalizadas!</p>
<p>A democracia nunca existirá e ninguém jamais poderá se arvorar democrata enquanto promover, ignorar ou aceitar essas circunstâncias!</p>
<p>Ouça textos do autor em: <a href="http://www.carosouvintes.org.br/">www.carosouvintes.org.br</a> (Rádio Ativa)<br />
Leia outros textos do autor e baixe gratuitamente os livros digitais: Sobre Almas e Pilhas e Dest Arte em: <a href="http://www.algbr.hpg.com.br/">www.algbr.hpg.com.br</a><br />
Conheça as músicas do autor em: br.youtube.com/adilson59<br />
E-mails: <a href="mailto:algbr@ig.com.br">algbr@ig.com.br</a> e <a href="mailto:prof_adilson_luiz@yahoo.com.br">prof_adilson_luiz@yahoo.com.br</a><br />
(13) 97723538</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18644</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Adilson3macacos.mp3" length="4439565" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Alfabetização,imprensa,Informação</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Durante a infância, uma bronquite asmática me impedia de brincar na rua. A alternativa era ficar em casa e ver televisão ou folhear revistas e jornais. Mas, aquelas figurinhas miúdas, que chamavam de letras, eram um empecilho: eu precisava decifrá-las!</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiotiva.png)Durante a infância, uma bronquite asmática me impedia de brincar na rua. A alternativa era ficar em casa e ver televisão ou folhear revistas e jornais. Mas, aquelas figurinhas miúdas, que chamavam de letras, eram um empecilho: eu precisava decifrá-las! Meu pai trabalhava em três períodos. Minha mãe tinha todos os afazeres da casa. Meus irmãos tinham a escola e, abençoados, podiam brincar na rua. Talvez por isso, não tinham muita paciência de ler para um pirralho analfabeto e desdentado, ícone do subdesenvolvimento natural. Que saco! Aos cinco anos de idade resolvi proclamar minha independência: “Quero ir à escola!”.

Meus pais disseram que ainda era muito cedo, pois a idade mínima para a escola pública era sete anos. Mas, diante de minha postura irredutível, apelaram para a criatividade: recebi uma malinha e a Cartilha Sodré - que já haviam servido aos meus irmãos -, um caderno do MEC e um lápis, e fui matriculado na “Escola do Seu Manoel”, com direito a ditados, leituras e lições de casa. Meu pai “lecionava” enquanto almoçava!

De repente, as letras passaram a fazer sentido! Sopa de letrinhas passou a ser meu prato preferido e nem bulas e embalagens escaparam de minha “fúria revolucionária”!

Às figuras, uniram-se os balões de texto, que deram lugar às imagens, com textos de rodapé; que foram substituídos pelos textos, com figuras em páginas intermediárias, até que, finalmente, bastaram os textos: a imaginação já se tornara mais poderosa do que o traço dos ilustradores!
A alfabetização liberta!

Assim, livre, os jornais passaram a fazer parte, indissolúvel, de minha vida. Neles, eu lia o que ouvia, no rádio, e via, na televisão, outros companheiros inseparáveis.

A informação instrumenta!

Essas múltiplas fontes de informação mostravam ora coerência ora discrepância. As diferenças geravam dúvida, desconfiança ou curiosidade, que estimulavam ao raciocínio; e as conclusões pessoais começaram a moldar a arte final desse processo.

A consciência não deixa escravizar! Ou, no mínimo, rejeita a escravidão!
Será por isso que só a quarta parte da população brasileira é plenamente alfabetizada?

Bem, frações pequenas não sugerem dramaticidade. Que tal assim: três quartos dos brasileiros são analfabetos plenos ou funcionais, ou seja, não entendem o que lêem e mal sabem expressar suas idéias!

Isso não quer dizer, absolutamente, que 25% são expertos e 75% são tolos. Há uma enorme diferença entre ignorância e estupidez! Mas, de uma coisa não há dúvida: a alfabetização, a informação e o senso crítico são os antídotos para a ignorância, e os principais instrumentos para o desenvolvimento autônomo de um país!

Por isso a imprensa precisa ser livre!
A sociedade precisa do jornalismo investigativo, sério, independente e responsável para alimentá-la de dados que permitam análise e conclusão! Isso não deve ser cerceado, mas incentivado e assegurado pelas instituições, que também devem promover e prover educação e cultura para o povo!
Analfabetismo, ignorância, segredo e censura lembram a clássica figura dos três macacos: “Não falo! Não ouço! Não vejo!”.

Privados desses sentidos, não pensar é uma consequência quase inevitável! É quando o povo, em vez de macacos mudos, surdos e cegos, vira cordeiro, sacrificado todos os dias no sacrílego altar da violência e da corrupção institucionalizadas!

A democracia nunca existirá e ninguém jamais poderá se arvorar democrata enquanto promover, ignorar ou aceitar essas circunstâncias!

Ouça textos do autor em: www.carosouvintes.org.br (http://www.carosouvintes.org.br/) (Rádio Ativa)
Leia outros textos do autor e baixe gratuitamente os livros digitais: Sobre Almas e Pilhas e Dest Arte em: www.algbr.hpg.com.br (http://www.algbr.hpg.com.br/)
Conheça as músicas do autor em: br.youtube.com/adilson59
E-mails: algbr@ig.com.br (mailto:algbr@ig.com.br) e prof_adilson_luiz@yahoo.com.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>6:10</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>HB 61: as enchentes vêm com a primavera</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18639</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18639#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 13:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vilarino Wolff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18639</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, mais do que hoje, as enchentes se faziam bem mais freqüentes em Blumenau. Talvez a densa vegetação atraísse para o vale grande parte das águas derramadas pelo céu. A ocorrência era quase anual e muito presente na primavera. As águas do Itajaí-açu deixavam seu leito natural e invadiam casas e plantações ribeirinhas. Os prejuízos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/HistBlu.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18554" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/HistBlu.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Ontem, mais do que hoje, as enchentes se faziam bem mais freqüentes em Blumenau. Talvez a densa vegetação atraísse para o vale grande parte das águas derramadas pelo céu. A ocorrência era quase anual e muito presente na primavera. As águas do Itajaí-açu deixavam seu leito natural e invadiam casas e plantações ribeirinhas. Os prejuízos eram mais ou menos consideráveis e dentro dessa rotina a população já estava acostumada. Em 1880, porém, a enchente adquiriu um caráter cataclísmico. Chuvas torrenciais na região da serra e do litoral fizeram, depois de dias seguidos, transitar por todo o vale um volume assombroso de água.<span id="more-18639"></span><br />
 <br />
O fato foi noticiado, por um jornal da época, da seguinte maneira: “A colônia de Blumenau foi atingida por uma grande desgraça. Depois de muitas horas de chuva torrencial, as águas do Itajaí subiram a tal altura e tão repentinamente que a maior parte dos atingidos mal pode salvar a vida. Não há palavras que possam descrever a enorme catástrofe. Perderam-se vidas preciosas e os danos materiais foram incontáveis: casas demolidas, plantações destruídas. Casas inteiras foram arrastadas pelas águas. À uma e meia da madrugada começou a se manifestar o perigo. Embora no dia antecedente só se ouvisse falar em possibilidade de inundação, as águas tudo invadiram, despertando homens e animais”.</p>
<p>E o jornal continua: “Foi com ânsia enorme que se esperou o clarear do dia para início da obra de salvamento. Neste tomaram parte eficiente o comandante e a tripulação do vapor Progresso, incansáveis no transporte de pessoas do Garcia e da vila, recolhendo-os nas igrejas Católica e Protestante. A eles, principalmente, se deve o fato de não ter havido perdas de vida a lamentar na vila e em seus bairros próximos. Com o nascer do dia as colinas das igrejas citadas encheram-se de gente, que foi socorrida pelo Padre Jacobs e pelo Pastor Sandrewski. O número de pessoas que se refugiaram nas igrejas era grande, e indescritível o espetáculo que ali se observava”.<br />
 <br />
No próximo capítulo: os efeitos da enchente de mil oitocentos e oitenta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18639</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/HB061Up.mp3" length="2514550" type="audio/mpeg" />
			<itunes:subtitle>Ontem, mais do que hoje, as enchentes se faziam bem mais freqüentes em Blumenau. Talvez a densa vegetação atraísse para o vale grande parte das águas derramadas pelo céu. A ocorrência era quase anual e muito presente na primavera.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/HistBlu.jpg)Ontem, mais do que hoje, as enchentes se faziam bem mais freqüentes em Blumenau. Talvez a densa vegetação atraísse para o vale grande parte das águas derramadas pelo céu. A ocorrência era quase anual e muito presente na primavera. As águas do Itajaí-açu deixavam seu leito natural e invadiam casas e plantações ribeirinhas. Os prejuízos eram mais ou menos consideráveis e dentro dessa rotina a população já estava acostumada. Em 1880, porém, a enchente adquiriu um caráter cataclísmico. Chuvas torrenciais na região da serra e do litoral fizeram, depois de dias seguidos, transitar por todo o vale um volume assombroso de água.
 
O fato foi noticiado, por um jornal da época, da seguinte maneira: “A colônia de Blumenau foi atingida por uma grande desgraça. Depois de muitas horas de chuva torrencial, as águas do Itajaí subiram a tal altura e tão repentinamente que a maior parte dos atingidos mal pode salvar a vida. Não há palavras que possam descrever a enorme catástrofe. Perderam-se vidas preciosas e os danos materiais foram incontáveis: casas demolidas, plantações destruídas. Casas inteiras foram arrastadas pelas águas. À uma e meia da madrugada começou a se manifestar o perigo. Embora no dia antecedente só se ouvisse falar em possibilidade de inundação, as águas tudo invadiram, despertando homens e animais”.

E o jornal continua: “Foi com ânsia enorme que se esperou o clarear do dia para início da obra de salvamento. Neste tomaram parte eficiente o comandante e a tripulação do vapor Progresso, incansáveis no transporte de pessoas do Garcia e da vila, recolhendo-os nas igrejas Católica e Protestante. A eles, principalmente, se deve o fato de não ter havido perdas de vida a lamentar na vila e em seus bairros próximos. Com o nascer do dia as colinas das igrejas citadas encheram-se de gente, que foi socorrida pelo Padre Jacobs e pelo Pastor Sandrewski. O número de pessoas que se refugiaram nas igrejas era grande, e indescritível o espetáculo que ali se observava”.
 
No próximo capítulo: os efeitos da enchente de mil oitocentos e oitenta.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>3:29</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Vinho tinto: fonte de juventude</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18635</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18635#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 13:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenita Cauduro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18635</guid>
		<description><![CDATA[Olá Caro (a) Ouvinte, nesta edição vamos abordar um assunto que além de interessante é também muito gostoso. Amanda Buonovoglia, nutricionista, nos fala das vantagens que podemos obter consumindo a bebida “dos Deuses” hábito  introduzido pelos nossos antepassados  imigrantes, principalmente os italianos que vieram  em busca de novas terras para  cultivo e deram inicio aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radmulher.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18636" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radmulher.jpg" alt="" width="147" height="150" /></a>Olá Caro (a) Ouvinte, nesta edição vamos abordar um assunto que além de interessante é também muito gostoso. Amanda Buonovoglia, nutricionista, nos fala das vantagens que podemos obter consumindo a bebida “dos Deuses” hábito  introduzido pelos nossos antepassados  imigrantes, principalmente os italianos que vieram  em busca de novas terras para  cultivo e deram inicio aos imensos parreirais que são vistos espalhados por este Brasil, hoje, inclusive no Nordeste. Você já ouviu falar em resveratrol? É uma substância com propriedades antioxidantes e antiinflamatórias encontrada na casca e nas sementes das uvas vermelhas. <span id="more-18635"></span></p>
<p>Se você se preocupa com os efeitos da idade, saiba que estudos comprovaram que o resveratrol atua em um conjunto de genes associados ao envelhecimento, retardando o processo em tecidos como o cerebral, o muscular e o cardíaco. O resveratrol pode ser encontrado em bons vinhos e em sucos de uva orgânicos. Convidamos o enólogo Ivan Regina para esclarecer sobre este e outros benefícios do consumo de vinho para a nossa saúde.</p>
<p>O que é resveratrol?<br />
Resveratrol é um potente polifenol encontrado na casca das uvas, especialmente das tintas (vermelhas) e faz parte do sistema imunológico da fruta.<br />
Quando o vinho tinto é produzido, as cascas ficam em contato com o sumo das uvas, concentrando o polifenol.</p>
<p>Quais são os benefícios?<br />
Os principais são a redução do LDL, conhecido como &#8220;mau colesterol&#8221; e o aumento do HDL, o &#8220;bom&#8221; sendo assim ocorre a diminuição de riscos de acidentes cardiovasculares e derrames cerebrais. Outros benefícios potenciais permanecem em estudo, como a diminuição do risco de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, de pele e de próstata.</p>
<p>Há comprovação e estudos?<br />
Tudo começou com Serge Renaud, epidemiologista francês que pesquisou e comparou as taxas de acidente cardiovasculares de diversos países com diferentes tipos de alimentação. Enquanto as menores taxas estão nos países do Oriente, com baixo consumo de carne animal, logo em seguida vem a França, com uma alimentação rica em gordura, como a manteiga e o azeite.Serge comprovou que esta baixa taxa se devia ao vinho, consumido diariamente por boa parte da população. Isto ficou conhecido como o &#8220;Paradoxo Francês”. Hoje existe uma rede de pesquisadores médicos, atuando na Europa, na América do Norte e no Brasil visando estabelecer a abrangência dos benefícios do consumo regular de vinho na saúde humana.</p>
<p>Uva e sucos de uva também têm propriedades benéficas?<br />
Uvas tintas e suco de uvas tintas também contêm o resveratrol, mas ainda não se sabe se o álcool, que só existe no vinho, potencializa a ação benéfica do resveratrol nos seres humanos.</p>
<p>Qual a quantidade de vinho indicada para consumo diário?<br />
Um consumo aproximado de 250 mililitros (um terço de uma garrafa normal) diário para os homens e de 200 mililitros para as mulheres. Para se beneficiar do resveratrol, cerca de 150 mililitros diários são suficientes, consumidos com regularidade. Sempre é bom consultar seu médico para estabelecer se você pode beber vinho e qual a melhor quantidade para sua condição física.</p>
<p>Existem outros benefícios do consumo de vinho?<br />
Ainda está sendo estudada a extensão dos benefícios do vinho, mas já sabemos que seu consumo, junto a uma dieta nutricional sadia e equilibrada, aumenta a expectativa de vida e sua qualidade. Só para exemplificar, os habitantes da Ilha de Creta (dieta mediterrânica e consumo regular de vinhos), têm 98% menos de chance de morrer de um ataque cardíaco que um norte americano.</p>
<p>Quais são boas opções de vinho?<br />
Aqui no Brasil podemos escolher vinhos do mundo inteiro. Os brasileiros, argentinos e chilenos têm boa relação custo/benefício. Na Europa os países mais tradicionais na produção dos vinhos são: França, Itália, Espanha e Portugal. Há, portanto, possibilidade de escolhermos bons vinhos em todas as faixas de preço, lembrando que os tintos são mais recomendados para a saúde, mas os brancos também são ótimos companheiros de mesa.</p>
<p>Com quais alimentos podemos combinar vinhos?<br />
A harmonia dos vinhos pode ser simplificada em: vinhos brancos para peixes e frutos do mar, vinhos tintos para carnes. Vinhos mais leves para pratos mais ligeiros, vinhos mais encorpados para pratos mais potentes. Com o tempo você vai vendo as combinações entre vinho e alimento, não só as clássicas como aquela que o seu paladar mais aprecia.<br />
Amanda Buonavoglia é Nutricionista especialista em &#8220;Personal Diet&#8221; e Nutrição amplia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18635</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/lenitavinho.mp3" length="4629214" type="audio/mpeg" />
			<itunes:subtitle>Olá Caro (a) Ouvinte, nesta edição vamos abordar um assunto que além de interessante é também muito gostoso. Amanda Buonovoglia, nutricionista, nos fala das vantagens que podemos obter consumindo a bebida “dos Deuses” hábito  introduzido pelos nossos a...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radmulher.jpg)Olá Caro (a) Ouvinte, nesta edição vamos abordar um assunto que além de interessante é também muito gostoso. Amanda Buonovoglia, nutricionista, nos fala das vantagens que podemos obter consumindo a bebida “dos Deuses” hábito  introduzido pelos nossos antepassados  imigrantes, principalmente os italianos que vieram  em busca de novas terras para  cultivo e deram inicio aos imensos parreirais que são vistos espalhados por este Brasil, hoje, inclusive no Nordeste. Você já ouviu falar em resveratrol? É uma substância com propriedades antioxidantes e antiinflamatórias encontrada na casca e nas sementes das uvas vermelhas. 

Se você se preocupa com os efeitos da idade, saiba que estudos comprovaram que o resveratrol atua em um conjunto de genes associados ao envelhecimento, retardando o processo em tecidos como o cerebral, o muscular e o cardíaco. O resveratrol pode ser encontrado em bons vinhos e em sucos de uva orgânicos. Convidamos o enólogo Ivan Regina para esclarecer sobre este e outros benefícios do consumo de vinho para a nossa saúde.

O que é resveratrol?
Resveratrol é um potente polifenol encontrado na casca das uvas, especialmente das tintas (vermelhas) e faz parte do sistema imunológico da fruta.
Quando o vinho tinto é produzido, as cascas ficam em contato com o sumo das uvas, concentrando o polifenol.

Quais são os benefícios?
Os principais são a redução do LDL, conhecido como &quot;mau colesterol&quot; e o aumento do HDL, o &quot;bom&quot; sendo assim ocorre a diminuição de riscos de acidentes cardiovasculares e derrames cerebrais. Outros benefícios potenciais permanecem em estudo, como a diminuição do risco de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, de pele e de próstata.

Há comprovação e estudos?
Tudo começou com Serge Renaud, epidemiologista francês que pesquisou e comparou as taxas de acidente cardiovasculares de diversos países com diferentes tipos de alimentação. Enquanto as menores taxas estão nos países do Oriente, com baixo consumo de carne animal, logo em seguida vem a França, com uma alimentação rica em gordura, como a manteiga e o azeite.Serge comprovou que esta baixa taxa se devia ao vinho, consumido diariamente por boa parte da população. Isto ficou conhecido como o &quot;Paradoxo Francês”. Hoje existe uma rede de pesquisadores médicos, atuando na Europa, na América do Norte e no Brasil visando estabelecer a abrangência dos benefícios do consumo regular de vinho na saúde humana.

Uva e sucos de uva também têm propriedades benéficas?
Uvas tintas e suco de uvas tintas também contêm o resveratrol, mas ainda não se sabe se o álcool, que só existe no vinho, potencializa a ação benéfica do resveratrol nos seres humanos.

Qual a quantidade de vinho indicada para consumo diário?
Um consumo aproximado de 250 mililitros (um terço de uma garrafa normal) diário para os homens e de 200 mililitros para as mulheres. Para se beneficiar do resveratrol, cerca de 150 mililitros diários são suficientes, consumidos com regularidade. Sempre é bom consultar seu médico para estabelecer se você pode beber vinho e qual a melhor quantidade para sua condição física.

Existem outros benefícios do consumo de vinho?
Ainda está sendo estudada a extensão dos benefícios do vinho, mas já sabemos que seu consumo, junto a uma dieta nutricional sadia e equilibrada, aumenta a expectativa de vida e sua qualidade. Só para exemplificar, os habitantes da Ilha de Creta (dieta mediterrânica e consumo regular de vinhos), têm 98% menos de chance de morrer de um ataque cardíaco que um norte americano.

Quais são boas opções de vinho?
Aqui no Brasil podemos escolher vinhos do mundo inteiro. Os brasileiros, argentinos e chilenos têm boa relação custo/benefício. Na Europa os países mais tradicionais na produção dos vinhos são: França, Itália, Espanha e Portugal. Há, portanto, possibilidade de escolhermos bons vinhos em todas as faixas de preço,</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>6:26</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Maurício Sirotsky Sobrinho e o rádio no Rio Grande do Sul</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18630</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18630#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 13:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18630</guid>
		<description><![CDATA[Muitos homens fizeram o rádio do Rio Grande do Sul ser reconhecido em todos os lugares pela seriedade e competência. Muitos deles não estão mais entre nós. Na Onda do Progresso presta uma homenagem a essas pessoas na figura de Maurício Sirotsky Sobrinho. “A época de que eu tenho realmente mais saudade é a minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiorgs.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18633" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiorgs.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Muitos homens fizeram o rádio do Rio Grande do Sul ser reconhecido em todos os lugares pela seriedade e competência. Muitos deles não estão mais entre nós. Na Onda do Progresso presta uma homenagem a essas pessoas na figura de Maurício Sirotsky Sobrinho. “A época de que eu tenho realmente mais saudade é a minha época de radialista. Mas era tão bom, tão bom que eu não admitia descansar nem se quer aos domingos. Eu me dedicava de tal forma a minha atividade porque eu gostava, eu me realizava. Maurício em entrevista a Rogério Hudson.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18630</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/MauricioP20.mp3" length="5888943" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Rádio,Rio Grande do Sul</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Muitos homens fizeram o rádio do Rio Grande do Sul ser reconhecido em todos os lugares pela seriedade e competência. Muitos deles não estão mais entre nós. Na Onda do Progresso presta uma homenagem a essas pessoas na figura de Maurício Sirotsky Sobrinho.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/radiorgs.jpg)Muitos homens fizeram o rádio do Rio Grande do Sul ser reconhecido em todos os lugares pela seriedade e competência. Muitos deles não estão mais entre nós. Na Onda do Progresso presta uma homenagem a essas pessoas na figura de Maurício Sirotsky Sobrinho. “A época de que eu tenho realmente mais saudade é a minha época de radialista. Mas era tão bom, tão bom que eu não admitia descansar nem se quer aos domingos. Eu me dedicava de tal forma a minha atividade porque eu gostava, eu me realizava. Maurício em entrevista a Rogério Hudson.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>12:16</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Denise navega. Bem vinda Denise!</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18622</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18622#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 11:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Santa Catarina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18622</guid>
		<description><![CDATA[Inter e externautas antenai-vos! Pois Denise está chegando. É a nova musa que canta para o universo ouvir. Bem vinda, Denise ao acolhedor e vasto mundo da Web. Meiga e suave diva da canção popular dos dias e noites da Ilha, dos mares e das terras de Portugal está na web com seu bem cuidado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inter e externautas antenai-vos! Pois Denise está chegando. É a nova musa que canta para o universo ouvir. Bem vinda, Denise ao acolhedor e vasto mundo da Web. Meiga e suave diva da canção popular dos dias e noites da Ilha, dos mares e das terras de Portugal está na web com seu bem cuidado <a href="http://www.denisedecastro.com.br">www.denisedecastro.com.br</a> onde você encontra seu repertório, suas canções, sua discografia, seus vídeos, fotos, agenda e esta canção que fala da alma e de seu encanto: A Menina e o Sol. Piano e voz: Denise de Castro. Violoncelo: Fred Malverde. Arranjo: Wslley Risso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18622</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/ameninaeosol.mp3" length="2560316" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Ilha de Santa Catarina,Música</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Inter e externautas antenai-vos! Pois Denise está chegando. É a nova musa que canta para o universo ouvir. Bem vinda, Denise ao acolhedor e vasto mundo da Web. Meiga e suave diva da canção popular dos dias e noites da Ilha,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Inter e externautas antenai-vos! Pois Denise está chegando. É a nova musa que canta para o universo ouvir. Bem vinda, Denise ao acolhedor e vasto mundo da Web. Meiga e suave diva da canção popular dos dias e noites da Ilha, dos mares e das terras de Portugal está na web com seu bem cuidado www.denisedecastro.com.br (http://www.denisedecastro.com.br) onde você encontra seu repertório, suas canções, sua discografia, seus vídeos, fotos, agenda e esta canção que fala da alma e de seu encanto: A Menina e o Sol. Piano e voz: Denise de Castro. Violoncelo: Fred Malverde. Arranjo: Wslley Risso.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>3:33</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>O que falta para minha rádio dar certo?</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18614</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18614#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 22:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Watson Zucco Weber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Comercialização]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18614</guid>
		<description><![CDATA[O que falta para minha rádio dar certo? Muita gente me pergunta isso. Então vamos fazer juntos uma reflexão sobre a sua emissora. Primeiro identifique sua rádio. O que a rádio é? Musical? Que linha musical ou editorial ela segue? Para quem eu quero fazer rádio? A rádio tem slogan? Como estão as vinhetas? Combinam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que falta para minha rádio dar certo? Muita gente me pergunta isso. Então vamos fazer juntos uma reflexão sobre a sua emissora. Primeiro identifique sua rádio. O que a rádio é? Musical? Que linha musical ou editorial ela segue? Para quem eu quero fazer rádio? A rádio tem slogan? Como estão as vinhetas? Combinam com o estilo da rádio? Tem qualidade? O ouvinte consegue identificar fácil o estilo da rádio?<span id="more-18614"></span><br />
 <br />
Com relação a programação. Os programas estão no horário adequado? Cada locutor está fazendo o programa que combina com ele? O que falta?</p>
<p>Quanto ao bloco comercial. Os spots produzidos na emissoras estão sendo bem feitos? São variados ou sempre iguais? O bloco entra no ar de quanto em quanto tempo? A média de duração do bloco comercial passa de quatro minutos?</p>
<p>Com relação as músicas. Quantas tocam por bloco? Seguem uma sequência lógica, tem um playlist sendo seguido?</p>
<p>Há programetes na rádio? Quais já existem? Quando ocorrem? A rádio tem espaço para humor, curiosidades, informação?</p>
<p>E as promoções? Existem? Como são feitas?<br />
 <br />
O rádio é um dos melhores veiculos de comunicação, mas nem sempre a comunicação interna é bem feita. Com que freqüência são realizadas reuniões com toda a equipe? Está dando resultado? A equipe trabalha unida? Tem divisão de tarefas? Tem formas de incentivo e motivação dos funcionários?</p>
<p>Com relação ao ouvinte. Como é feita a participação dele? Consegue se comunicar fácil com a emissora? Ele opina? O que ele quer ouvir?</p>
<p>Para fechar pense: O que você acha que está dando certo na rádio? O que você acha que falta na rádio? E quanto tempo a rádio não cria um programa novo? Quanto tempo não faz uma mega promoção de tremer a concorrência?<br />
 <br />
Rádio não é só musica. Faça um diagnóstico da sua rádio, boa sorte e sucesso!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18614</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Companhia Telefônica de Bagé</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18607</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18607#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 17:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Dorneles Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Bagé]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18607</guid>
		<description><![CDATA[Em 12 de dezembro de 1901 Juan Ganzo Fernandez inaugurou oficialmente a Companhia Telefônica de Bagé, tendo assinado contrato com a Intendência para explorar a rede telefônica da cidade. Transferindo-se para Porto Alegre, fez parte da empresa da qual nasceu a Cia. Telefônica Rio-grandense. Em 1918, essa empresa comprou a firma de Emílio Guilayn, responsável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 12 de dezembro de 1901 Juan Ganzo Fernandez inaugurou oficialmente a Companhia Telefônica de Bagé, tendo assinado contrato com a Intendência para explorar a rede telefônica da cidade. Transferindo-se para Porto Alegre, fez parte da empresa da qual nasceu a Cia. Telefônica Rio-grandense. Em 1918, essa empresa comprou a firma de Emílio Guilayn, responsável pela Luz Elétrica em Bagé, com a qual ficou por dois anos. Em 1927, transferiu o acervo da empresa à Internacional Telegraph e Telefon, ficando como diretor até 1940, quando se mudou para Santa Catarina, ali falecendo em dois de abril de 1957, aos 85 anos de idade, depois de ter criado a Cia. Telefônica Catarinense. Juan Ganzo Fernandez era proprietário de um prédio construído por volta de 1890, em Bagé, onde residiu. Na Revolução Federalista, a casa sofreu danos e, após o término da guerra, o engenheiro Ganzo a reformou e trouxe da Itália um artista para realizar as pinturas internas da residência. As pinturas existentes no interior da residência foram pintadas por Martins Lins, o mesmo que pintou o teto da Matriz de São Sebastião por volta de 1900. A casa era adornada com dois leões e duas leoas. Morou também na casa o filho do engenheiro Juan Ganzo Fernandez, João Carlos Ganzo, que veio para Bagé em 1917, para implantar melhoramentos na telefônica.  Em 1926 a casa foi vendida ao Dr. Oscar Salis, farmacêutico e também vereador nas legislaturas de 1914-1917 e 1921-1925. O prédio foi herdado pelo seu filho, o médico Dr. Oscar Salis Filho. Atualmente é de propriedade dos descendentes de Oscar Salis Filho.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18607</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Irene de Souza Boemer: A Difusora Itajaí dominou o setor de rádio</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18604</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18604#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 17:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Difusora Itajaí]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18604</guid>
		<description><![CDATA[Gloria Alejandra Guarnizo Luna
Marlene de Fáveri
 
O Jornal do Povo tentou, em 1947, colocar no ar a sua própria rádio, localizada na mesma sede do jornal, possuindo como atração principal, além dos programas musicais, os debates políticos. Porém, após três meses de funcionamento, a rádio fechou, seja pela pouca audiência, ou pela precária aparelhagem. A ideologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gloria Alejandra Guarnizo Luna<br />
Marlene de Fáveri<br />
 <br />
O Jornal do Povo tentou, em 1947, colocar no ar a sua própria rádio, localizada na mesma sede do jornal, possuindo como atração principal, além dos programas musicais, os debates políticos. Porém, após três meses de funcionamento, a rádio fechou, seja pela pouca audiência, ou pela precária aparelhagem. A ideologia política da Rádio Difusora pró-udenista foi clara e evidente, como se pode observar nos artigos publicados nos periódicos da época. Esses embates ainda se fizeram presentes por vários anos, mostrando que a imprensa era parcial e fazia uso de seu poder na defesa deste ou daquele partido ou ideologia.<span id="more-18604"></span><br />
 <br />
No início dos anos 1960, o renomado radialista Antunes Severo ficou por seis meses na Rádio Difusora Itajaí para reestruturar a estação a convite do grupo que liderava a União Democrática Nacional. Entrementes aos embates políticos a Rádio Difusora vai tomando “gosto popular” à medida que os aparelhos radiofônicos começam a ser mais comercializados e vão tendo preços mais acessíveis à população. Dessa maneira a rádio foi ganhando espaço nos lares das famílias de Itajaí que adquiriam o aparelho, paralelamente às inovações que o rádio oferecia, inovando e aprimorando seus programas, trazendo cada vez mais fascínio do novo e do moderno a Itajaí.<br />
 <br />
Vale lembrar que a rádio já fazia parte do cotidiano das pessoas de muitos centros urbanos brasileiros, e, para os itajaienses, realizavam os desejos de estarem conectados ao mundo moderno. Em 1944, tinha como locutores Remaclo Fischer, Adelino Maia e o cronista Lúcio de Oliveira.</p>
<p>Segundo Magru Floriano dos Santos, “A Rádio Difusora dominou o setor de rádio da cidade por décadas. Irene Boemer, Passarinho Júnior, Silveira Júnior, Breno Kolling, José Pólo, Antônio Carlos Kormann e Aldo Pire4s de Godoy são alguns dos nomes de destaque na história da emissora”, sendo que somente a 28 de setembro de 1968 é instalada uma segunda emissora de rádio na cidade. A Rádio Clube, gradativamente, começa a disputar a preferência do ouvinte itajaiense, chegando à década de 1990 como líder de audiência nos horários nobres do rádio, em especial no período da amanhã”.</p>
<p>Nas décadas iniciais da Rádio Difusora, a exploração d amadeira movimentava o porto de Itajaí, pois era dali que saiam os navios carregando esse produto para outros centros do Brasil e do exterior, e que desde o início do século XX, significou um dos mais importantes campos de atuação das elites e de outros grupos que detinham algum tipo de interesse econômico. Nos anos de 1940 a 1950, o Porto movimentava a vida da cidade com a exportação e importação de mercadorias, fazendo com que pessoas de várias localidades do Brasil e do exterior, transitassem pela cidade.</p>
<p>A exportação de madeira acelerou investimentos na cidade (quando o Porto de Itajaí alcançou a ponta nas exportações desse produto no Brasil), o que contribuiu para a melhoria das estradas, principalmente para o interior do Estado: o que segundo Edson Ávila “alavancou o progresso do município nas décadas de 1940, 1950 (a década de ouro) e 1960”, tendo já incentivado o surgimento do Banco Indústria e Comércio de Santa Catarina S/A – INCO, banco de capital privado fundado em 1935, impulsionando a economia de Itajaí, durante mais de duas décadas. Segundo ainda Fáveri, “No final dos anos quarenta, Itajaí passa por grandes remodelações: melhorias no Porto, inauguração da nova Igreja Matriz, do edifício do Banco INCO, da nova sede do Clube Guarany, do Jardim Marcos Gustavo Konder, da sede do Iate Clube Cabeçudas, da Sociedade Musical Guarani, construção de ramais ferroviário e rodoviário, Coletoria Estadual, colégios, melhoria na distribuição das águas, do aeroporto etc.”.<br />
 <br />
Isso nos permite analisar que na cidade, tentava-se de várias formas, “melhorar” a estrutura urbana, construindo símbolos que caracterizassem Itajaí como moderna, ou em vias de modernização. Lausimar Laus, escritora itajaiense, pontuou que a cidade lembrava “um porto europeu”, pois marinheiros chegavam, “homens ficavam ricos de repente, construiu-se a mais bela igreja de todo o estado de Santa Catarina”, entre outras obras que destacavam a cidade como próspera.<br />
 <br />
Autoras do livro Irene de Souza Boemer – Dama do Rádio, Cronista da Cidade. Itajaí: Editora Mariadocais, 2008.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18604</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presente de aniversário</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18596</link>
		<comments>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18596#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 15:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Caxias do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Intercom]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18596</guid>
		<description><![CDATA[Ao completar sete anos de navegação pelas múltiplas ondas do áudio, a partir da perspectiva do rádio, eis que começamos o mês de setembro com um presente que nem nós pensávamos ser possível: uma reportagem feita por duas cientistas da comunicação diretamente de Caxias do Sul, onde se realiza o 33º Congresso da Intercom, Lilian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/03.09-Intercom1.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18598" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/03.09-Intercom1.jpg" alt="" width="242" height="174" /></a>Ao completar sete anos de navegação pelas múltiplas ondas do áudio, a partir da perspectiva do rádio, eis que começamos o mês de setembro com um presente que nem nós pensávamos ser possível: uma reportagem feita por duas cientistas da comunicação diretamente de Caxias do Sul, onde se realiza o 33º Congresso da Intercom, Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro, especialmente para os nossos caros ouvintes. Que, aliás, têm mais o que comemorar, pois além dos aniversários hoje do Ricardo Medeiros e do Vanderlei Peretti, dois fundadores e conselheiros do Instituto Caros Ouvintes, podemos anunciar oficialmente a integração da Lilian como nossa colaboradora voluntária.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?feed=rss2&amp;p=18596</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/intercom_borghet_1.mp3" length="3757560" type="audio/mpeg" />
			<itunes:keywords>Caxias do Sul,Intercom</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Ao completar sete anos de navegação pelas múltiplas ondas do áudio, a partir da perspectiva do rádio, eis que começamos o mês de setembro com um presente que nem nós pensávamos ser possível: uma reportagem feita por duas cientistas da comunicação diret...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/03.09-Intercom1.jpg)Ao completar sete anos de navegação pelas múltiplas ondas do áudio, a partir da perspectiva do rádio, eis que começamos o mês de setembro com um presente que nem nós pensávamos ser possível: uma reportagem feita por duas cientistas da comunicação diretamente de Caxias do Sul, onde se realiza o 33º Congresso da Intercom, Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro, especialmente para os nossos caros ouvintes. Que, aliás, têm mais o que comemorar, pois além dos aniversários hoje do Ricardo Medeiros e do Vanderlei Peretti, dois fundadores e conselheiros do Instituto Caros Ouvintes, podemos anunciar oficialmente a integração da Lilian como nossa colaboradora voluntária.</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:duration>3:08</itunes:duration>
	</item>
	</channel>
</rss>
