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	<title>Caros Ouvintes &#187; Astros e Estrelas</title>
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		<title>Você Walter Filho foi muitos anos o meu café da manhã</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 00:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A frase é do então diretor da Rádio Guarujá, Acy Cabral Teive quando o Walter foi trabalhar lá depois de ter passado pelas rádios Diário da Manhã e Guararema com muito sucesso. Entre histórias sem conta que Walter Filho conta nessa parte final da entrevista ele inclui fatos pitorescos e relevantes de quando foi repórter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18360" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>A frase é do então diretor da Rádio Guarujá, Acy Cabral Teive quando o Walter foi trabalhar lá depois de ter passado pelas rádios Diário da Manhã e Guararema com muito sucesso. Entre histórias sem conta que Walter Filho conta nessa parte final da entrevista ele inclui fatos pitorescos e relevantes de quando foi repórter esportivo da RBSTV. Por exemplo, vale ressaltar a disputa pelos equipamentos de gravação entre o pessoal do esporte e do jornalismo protagonizada pela editora de telejornalismo Maria Odete Olsen. Isso sem contar as aventuras para fazer uma matéria com baleias em praias da ilha e a reportagem do último jogo realizado no estádio Adolfo Konder, o imorredouro Pasto do Bode. Se a entrevista acaba por aqui, o convívio com o Walter vai ficar por mais tempo: ele está trabalhando na produção de uma série de podcasts reunindo algumas de suas principais histórias vividas nos seus primeiros 40 anos de comunicação para publicação pelo Caros Ouvintes.<span id="more-18521"></span></p>
<p>Programa Popular</p>
<p>Líder de audiência em há quatro anos, o Bom Dia da Diário da Manhã é um programa em que tudo acontece: desde a presença de curandeiros com remédio para AIDS até o relato de viajantes em discos voadores. “Agradecemos a Deus pelo privilégio deste milagre chamado vida. Bom Dia. Com licença, vamos à luta”. Assim o comunicador Walter Filho abre às sete horas o programa Bom Dia da Rádio Diário da Manhã. A partir daí, são quatro horas de programa de segunda a sábado, sempre atendendo as necessidades do povo. Na verdade, as dores do povão, que em parte são solucionadas em quadros de utilidade pública.<br />
Líder de audiência (entre 60 e 65%) em Florianópolis há mais de quatro anos, Walter procura proteção para enfrentar os 22 mil espectadores por minuto (segundo pesquisa do Ibope) e regularmente faz o sinal da cruz antes de ir ao ar. Afinal, todos têm direito a falar. E é preciso muito pique e bom humor para tornar-se polivalente, assumindo várias funções, de conselheiro, assistente social, crítico, até mesmo moleque e muitas vezes ouvinte.</p>
<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/walter.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18522" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/walter.jpg" alt="" width="240" height="346" /></a>É o programa onde tudo pode acontecer. Curandeiros com remédios até mesmo para AIDS, o relato emocionado daqueles que viajaram em discos voadores, os presságios dos videntes, doações de rins. Enfim, é preciso muita sensibilidade e respeito para tratar todos os casos populares, que junto a Walter têm o seu espaço.<br />
 <br />
Das sete às 11 horas, o comunicador comanda vários quadros. Desde a Tribuna do Povo, na qual o ouvinte geralmente conta situações trágicas, faz apelos, ou simplesmente pede uma palavra de consolo. Nesse espaço, já foram realizadas inclusive muitas campanhas comunitárias. Algumas comoventes, como a aquisição de um aparelho de surdez para uma criança muito pobre, que de outra forma nunca iria escutar. Remédios que não estão no mercado. O reencontro de pessoas depois de muitos anos.</p>
<p>Também muito popular é a Bolsa de Empregos, que diariamente auxilia principalmente aqueles que procuram trabalho em qualquer área Enfim, a defesa do consumidor, a denúncia policial, todos os assuntos têm vez no Bom Dia, sempre mesclados com sucessos musicais populares além, é claro, do calor humano de Walter.</p>
<p>O comunicador, que há 17 anos iniciou sua carreira no interior, sabe se aproximar do público e afirma: “Me considero um membro da família do ouvinte”.</p>
<p>Fonte: Diário Catarinense | Rádio. 1987.</p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg)A frase é do então diretor da Rádio Guarujá, Acy Cabral Teive quando o Walter foi trabalhar lá depois de ter passado pelas rádios Diário da Manhã e Guararema com muito sucesso. Entre histórias sem conta que Walter Filho conta nessa parte final da entrevista ele inclui fatos pitorescos e relevantes de quando foi repórter esportivo da RBSTV. Por exemplo, vale ressaltar a disputa pelos equipamentos de gravação entre o pessoal do esporte e do jornalismo protagonizada pela editora de telejornalismo Maria Odete Olsen. Isso sem contar as aventuras para fazer uma matéria com baleias em praias da ilha e a reportagem do último jogo realizado no estádio Adolfo Konder, o imorredouro Pasto do Bode. Se a entrevista acaba por aqui, o convívio com o Walter vai ficar por mais tempo: ele está trabalhando na produção de uma série de podcasts reunindo algumas de suas principais histórias vividas nos seus primeiros 40 anos de comunicação para publicação pelo Caros Ouvintes.

Programa Popular

Líder de audiência em há quatro anos, o Bom Dia da Diário da Manhã é um programa em que tudo acontece: desde a presença de curandeiros com remédio para AIDS até o relato de viajantes em discos voadores. “Agradecemos a Deus pelo privilégio deste milagre chamado vida. Bom Dia. Com licença, vamos à luta”. Assim o comunicador Walter Filho abre às sete horas o programa Bom Dia da Rádio Diário da Manhã. A partir daí, são quatro horas de programa de segunda a sábado, sempre atendendo as necessidades do povo. Na verdade, as dores do povão, que em parte são solucionadas em quadros de utilidade pública.
Líder de audiência (entre 60 e 65%) em Florianópolis há mais de quatro anos, Walter procura proteção para enfrentar os 22 mil espectadores por minuto (segundo pesquisa do Ibope) e regularmente faz o sinal da cruz antes de ir ao ar. Afinal, todos têm direito a falar. E é preciso muito pique e bom humor para tornar-se polivalente, assumindo várias funções, de conselheiro, assistente social, crítico, até mesmo moleque e muitas vezes ouvinte.

(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/walter.jpg)É o programa onde tudo pode acontecer. Curandeiros com remédios até mesmo para AIDS, o relato emocionado daqueles que viajaram em discos voadores, os presságios dos videntes, doações de rins. Enfim, é preciso muita sensibilidade e respeito para tratar todos os casos populares, que junto a Walter têm o seu espaço.
 
Das sete às 11 horas, o comunicador comanda vários quadros. Desde a Tribuna do Povo, na qual o ouvinte geralmente conta situações trágicas, faz apelos, ou simplesmente pede uma palavra de consolo. Nesse espaço, já foram realizadas inclusive muitas campanhas comunitárias. Algumas comoventes, como a aquisição de um aparelho de surdez para uma criança muito pobre, que de outra forma nunca iria escutar. Remédios que não estão no mercado. O reencontro de pessoas depois de muitos anos.

Também muito popular é a Bolsa de Empregos, que diariamente auxilia principalmente aqueles que procuram trabalho em qualquer área Enfim, a defesa do consumidor, a denúncia policial, todos os assuntos têm vez no Bom Dia, sempre mesclados com sucessos musicais populares além, é claro, do calor humano de Walter.

O comunicador, que há 17 anos iniciou sua carreira no interior, sabe se aproximar do público e afirma: “Me considero um membro da família do ouvinte”.

Fonte: Diário Catarinense | Rádio. 1987.</itunes:summary>
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		<title>Walter Filho: “Florianópolis? Só se pedir demissão”</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 20:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele trabalhava na Atlântida e na RBS TV de Passo Fundo, mas queria vir para Florianópolis. “Vir para Florianópolis era o meu sonho; era o meu projeto de vida; a minha expectativa, a minha esperança”. Pois o Walter pediu demissão e se mandou pra cá. Fez teste na Rádio Diário da Manhã, foi aprovado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18360" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Ele trabalhava na Atlântida e na RBS TV de Passo Fundo, mas queria vir para Florianópolis. “Vir para Florianópolis era o meu sonho; era o meu projeto de vida; a minha expectativa, a minha esperança”. Pois o Walter pediu demissão e se mandou pra cá. Fez teste na Rádio Diário da Manhã, foi aprovado e retomou uma carreira que em menos de dois anos o qualificava como o locutor mais popular do rádio local. Ele fixou residência na Capital, trabalhou em outras emissoras e hoje curte umas férias enquanto aguarda o seu retorno à equipe da Rádio da Assembléia Legislativa de Santa Catarina.<span id="more-18359"></span></p>
<div class="mceTemp"> <br />
Momentos inesquecíveis</div>
<p>Esse é o título da matéria que as repórteres Ana Paula Cardoso e Marina Ortiga do Diário Catarinense escreveram na semana em que o cantor Roberto Carlos veio a Florianópolis em maio do ano passado para uma apresentação como parte dos festejos dos 30 anos da RBS em Santa Catarina.</p>
<div id="attachment_18361" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/walterDC.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-18361" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/walterDC-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Reprodução Roberto Carlos e Walter Filho em Lages</p></div>
<p>Na antevéspera do show uma das matérias do DC explorava o tema “Radialistas catarinenses contam como conseguiram entrevistar Roberto Carlos em outras passagens por Santa Catarina”. Uma das entrevistas foi com Walter Filho falando de uma entrevista realizada com o cantor em 12 de junho de 1981. Ele “trabalhava numa rádio de Concórdia e lançou o desafio a si mesmo de entrevistar Roberto Carlos. Na ocasião e o Rei estaria em Lages para um show”.<br />
“Na torre de controle, o radialista já começou a gravação da conversa entre o piloto do jatinho de Roberto e o controlador ‘para garantir que não voltaria de mãos vazias’, segundo conta. Ao chegar, o cantor concedeu entrevista a ele e outros jornalistas, ali na pista do aeroporto, como fez recentemente com repórteres que o esperavam para o show de Cachoeiro do Itapemirim. O problema foi que o gravador não funcionou”.</p>
<p>“Só se ouvia um chiado, fiquei enlouquecido. O jeito foi fazer o motorista me levar até o hotel em que Roberto se hospedava – relembra. Até hoje ele confessa não saber direito, como, mas driblando recepcionistas e passando pela cozinha do hotel, conseguiu chegar ao terceiro andar, onde Roberto Carlos estava. É claro que a infinidade de seguranças impediu que Walter batesse na porta do Rei. Mas, depois do azar, veio a sorte. O diretor de uma TV local, que tinha participação no evento daquela noite, conhecia Walter e permitiu que ele estivesse presente em um encontro que o executivo teria com o Rei”.</p>
<p>“Não só fiz a entrevista de novo, como bati fotos. Marcou tanto que ainda sei todas as perguntas – conta”.</p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista16.jpg)Ele trabalhava na Atlântida e na RBS TV de Passo Fundo, mas queria vir para Florianópolis. “Vir para Florianópolis era o meu sonho; era o meu projeto de vida; a minha expectativa, a minha esperança”. Pois o Walter pediu demissão e se mandou pra cá. Fez teste na Rádio Diário da Manhã, foi aprovado e retomou uma carreira que em menos de dois anos o qualificava como o locutor mais popular do rádio local. Ele fixou residência na Capital, trabalhou em outras emissoras e hoje curte umas férias enquanto aguarda o seu retorno à equipe da Rádio da Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
 
Momentos inesquecíveis
Esse é o título da matéria que as repórteres Ana Paula Cardoso e Marina Ortiga do Diário Catarinense escreveram na semana em que o cantor Roberto Carlos veio a Florianópolis em maio do ano passado para uma apresentação como parte dos festejos dos 30 anos da RBS em Santa Catarina.



Na antevéspera do show uma das matérias do DC explorava o tema “Radialistas catarinenses contam como conseguiram entrevistar Roberto Carlos em outras passagens por Santa Catarina”. Uma das entrevistas foi com Walter Filho falando de uma entrevista realizada com o cantor em 12 de junho de 1981. Ele “trabalhava numa rádio de Concórdia e lançou o desafio a si mesmo de entrevistar Roberto Carlos. Na ocasião e o Rei estaria em Lages para um show”.
“Na torre de controle, o radialista já começou a gravação da conversa entre o piloto do jatinho de Roberto e o controlador ‘para garantir que não voltaria de mãos vazias’, segundo conta. Ao chegar, o cantor concedeu entrevista a ele e outros jornalistas, ali na pista do aeroporto, como fez recentemente com repórteres que o esperavam para o show de Cachoeiro do Itapemirim. O problema foi que o gravador não funcionou”.

“Só se ouvia um chiado, fiquei enlouquecido. O jeito foi fazer o motorista me levar até o hotel em que Roberto se hospedava – relembra. Até hoje ele confessa não saber direito, como, mas driblando recepcionistas e passando pela cozinha do hotel, conseguiu chegar ao terceiro andar, onde Roberto Carlos estava. É claro que a infinidade de seguranças impediu que Walter batesse na porta do Rei. Mas, depois do azar, veio a sorte. O diretor de uma TV local, que tinha participação no evento daquela noite, conhecia Walter e permitiu que ele estivesse presente em um encontro que o executivo teria com o Rei”.

“Não só fiz a entrevista de novo, como bati fotos. Marcou tanto que ainda sei todas as perguntas – conta”.</itunes:summary>
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		<title>Walter Filho: o frio ta de congelar suspiro e fazer cobra virar espeto</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 17:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alegria, a inventividade, a aplicação no que faz, o carinho com que trata as pessoas e uma carreira de muito sucesso no rádio é o conjunto diferencial que torna o cidadão Walter Cúrcio Filho um dos astros da constelação que tem no trabalho a alegria de viver. E tudo isso com muito humor. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista15.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18242" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista15.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>A alegria, a inventividade, a aplicação no que faz, o carinho com que trata as pessoas e uma carreira de muito sucesso no rádio é o conjunto diferencial que torna o cidadão Walter Cúrcio Filho um dos astros da constelação que tem no trabalho a alegria de viver. E tudo isso com muito humor. O filho do velho Cúrcio, nascido e criado na pequena e aconchegante cidade de Lauro Müller também é conhecido pelos nomes profissionais de Walter Filho e Cúrcio Filho. Nossa conversa – que terá vários desdobramentos – começa com o Walter aos 15 anos abraçado com um violão e um milhão de sonhos na cachola privilegiada que a Mãe da Criação lhe deu.<span id="more-18241"></span><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/01a.jpg"></a>Um letrado na escola da Vida<br />
De espírito religioso, casado, 32 anos, três filhos, Walter despertou mesmo foi para o jornalismo. Aos 16 anos de idade, em sua cidade natal – Lauro Müller – teve sua primeira e grande experiência profissional na Rádio Cruz de Malta. Trabalhou em Curitiba, na Rádio Colombo e ficou 10 anos na Rádio Planalto de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul: “Lá eu encontrei meu amadurecimento profissional”.</p>
<div id="attachment_18307" class="wp-caption alignleft" style="width: 137px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/01a1.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18307  " src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/01a1.jpg" alt="" width="127" height="171" /></a><p class="wp-caption-text">Walter aos 16 anos</p></div>
<p>Apesar de ter quase sido padre, Walter concorda com a possibilidade de casamentos para sacerdotes, já “que mulher também é obra de Deus. E também evitaria a homossexualidade entre eles”, declara Walter, que afirma juá ter feito, como jornalista, muita coisa de sacerdote, com a vantagem de não ter que prestar satisfações a bispos, padres ou igrejas.<br />
Por isso, Walter não acha importante o diploma profissional adquirido na universidade. Para ele, o que vale é a “escola da vida, a vocação e a sensibilidade e não existe banco escolar para isso”.<br />
Morando em Florianópolis há três anos – veio para trabalhar na Diário da Manhã – Walter se diz apaixonado pela cidade e pela profissão que escolheu: “Na rádio, a gente se encontra. Você não usa máscaras, não se maquia”.<br />
Trecho da matéria “O sucesso deste locutor no amor pelo ser humano”, de Maria Helena de Moraes na Revista da TV do Diário Catarinense, edição de 13/07/1986.</p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista15.jpg)A alegria, a inventividade, a aplicação no que faz, o carinho com que trata as pessoas e uma carreira de muito sucesso no rádio é o conjunto diferencial que torna o cidadão Walter Cúrcio Filho um dos astros da constelação que tem no trabalho a alegria de viver. E tudo isso com muito humor. O filho do velho Cúrcio, nascido e criado na pequena e aconchegante cidade de Lauro Müller também é conhecido pelos nomes profissionais de Walter Filho e Cúrcio Filho. Nossa conversa – que terá vários desdobramentos – começa com o Walter aos 15 anos abraçado com um violão e um milhão de sonhos na cachola privilegiada que a Mãe da Criação lhe deu. (http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/01a.jpg)Um letrado na escola da Vida
De espírito religioso, casado, 32 anos, três filhos, Walter despertou mesmo foi para o jornalismo. Aos 16 anos de idade, em sua cidade natal – Lauro Müller – teve sua primeira e grande experiência profissional na Rádio Cruz de Malta. Trabalhou em Curitiba, na Rádio Colombo e ficou 10 anos na Rádio Planalto de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul: “Lá eu encontrei meu amadurecimento profissional”.



Apesar de ter quase sido padre, Walter concorda com a possibilidade de casamentos para sacerdotes, já “que mulher também é obra de Deus. E também evitaria a homossexualidade entre eles”, declara Walter, que afirma juá ter feito, como jornalista, muita coisa de sacerdote, com a vantagem de não ter que prestar satisfações a bispos, padres ou igrejas.
Por isso, Walter não acha importante o diploma profissional adquirido na universidade. Para ele, o que vale é a “escola da vida, a vocação e a sensibilidade e não existe banco escolar para isso”.
Morando em Florianópolis há três anos – veio para trabalhar na Diário da Manhã – Walter se diz apaixonado pela cidade e pela profissão que escolheu: “Na rádio, a gente se encontra. Você não usa máscaras, não se maquia”.
Trecho da matéria “O sucesso deste locutor no amor pelo ser humano”, de Maria Helena de Moraes na Revista da TV do Diário Catarinense, edição de 13/07/1986.</itunes:summary>
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		<title>Paulo Brito faz revelações dos tempos de estudante</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de gravar a entrevista com o Brito sobre o lançamento do livro Dás um banho, ficamos papeando na minha sala de trabalho que também serve de estúdio. Como a técnica não é uma área que eu domine, sempre gravo no editor de áudio e, por via das dúvidas, numa gravadorinha Sony dessas usadas nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista13.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18143" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista13.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Depois de gravar a entrevista com o Brito sobre o lançamento do livro Dás um banho, ficamos papeando na minha sala de trabalho que também serve de estúdio. Como a técnica não é uma área que eu domine, sempre gravo no editor de áudio e, por via das dúvidas, numa gravadorinha Sony dessas usadas nas reportagens externas de rádio. Mais descontraído – porque esse negócio de entrevista é sempre tensão para os dois lados – o Brito retoma a conversa sobre os nossos tempos de RBS quando fui gerente executivo do Sistema de Rádios em Santa Catarina e ele, professor de Rádio no curso de Jornalismo da UFSC e integrante da equipe da Rádio Diário da Manhã. Com a participação dele, do JB Telles e outros bons profissionais desenvolvemos um projeto de programação que apresentei e foi aprovado pelo o Nelson Sirotsky, nosso diretor na época. Com o retorno do Nelson para Porto Alegre o projeto foi abortado e eu fui demitido. O gostoso de rememorar isso agora é que 10 anos depois a Globo lançou a CBN com a mesma filosofia que nós pregávamos no início da década de 1980. Mas esse é apenas um tópico de nossa conversa. Som na caixa porque o Brito está com a palavra.</p>
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		<itunes:subtitle>Depois de gravar a entrevista com o Brito sobre o lançamento do livro Dás um banho, ficamos papeando na minha sala de trabalho que também serve de estúdio. Como a técnica não é uma área que eu domine, sempre gravo no editor de áudio e,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista13.jpg)Depois de gravar a entrevista com o Brito sobre o lançamento do livro Dás um banho, ficamos papeando na minha sala de trabalho que também serve de estúdio. Como a técnica não é uma área que eu domine, sempre gravo no editor de áudio e, por via das dúvidas, numa gravadorinha Sony dessas usadas nas reportagens externas de rádio. Mais descontraído – porque esse negócio de entrevista é sempre tensão para os dois lados – o Brito retoma a conversa sobre os nossos tempos de RBS quando fui gerente executivo do Sistema de Rádios em Santa Catarina e ele, professor de Rádio no curso de Jornalismo da UFSC e integrante da equipe da Rádio Diário da Manhã. Com a participação dele, do JB Telles e outros bons profissionais desenvolvemos um projeto de programação que apresentei e foi aprovado pelo o Nelson Sirotsky, nosso diretor na época. Com o retorno do Nelson para Porto Alegre o projeto foi abortado e eu fui demitido. O gostoso de rememorar isso agora é que 10 anos depois a Globo lançou a CBN com a mesma filosofia que nós pregávamos no início da década de 1980. Mas esse é apenas um tópico de nossa conversa. Som na caixa porque o Brito está com a palavra.</itunes:summary>
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		<title>Barreto Neto e a equipe de esportes mais jovem de Santa Catarina</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 00:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Xandoca tem tantos dotes que tive de recorrer ao que o Tullo Cavallazzi escreveu sobre ele quando do lançamento do livro Esquinas da Minha Ilha em junho de 2001: jogador de basquete, dirigente e um dos fundadores do (Clube) Paineiras, jogador de futebol, vendedor de gibis no Roxi, carnavalesco de salão e de praça, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17746" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>O Xandoca tem tantos dotes que tive de recorrer ao que o Tullo Cavallazzi escreveu sobre ele quando do lançamento do livro Esquinas da Minha Ilha em junho de 2001: jogador de basquete, dirigente e um dos fundadores do (Clube) Paineiras, jogador de futebol, vendedor de gibis no Roxi, carnavalesco de salão e de praça, exímio músico e fundador da Orchestra Philarmônica, Senador do Ponto Chic, membro da Irmandade Senhor dos Passos, cozinheiro, artista plástico, radialista, jornalista, alto funcionário aposentado dos Correios (concursado) e agora escritor de livros. Depois disso, ele já escreveu o livro Avaí Futebol Clube sobre os 80 anos do Leão da Ilha e agora finaliza mais uma saborosa coletânea de crônicas. O como o espaço estourou, a entrevista da semana vai acompanhada de texto complementar e fotografias históricas da carreira desse simpático e muito operativo Mané, não tem?<span id="more-17998"></span><br />
<a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/6livro.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17999" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/6livro.jpg" alt="" width="170" height="251" /></a>De cara, na capa do livro você encontra a foto de alguns dos mais chegados ao bando que se reunia na Esquina do Pecado, ali na Anita Garibaldi com a Saldanha Marinho – local estratégico por onde passava grande parte da brotolândia que estudava no Colégio das Irmãs e no Instituto de Educação: Alfredo Gentil Costa, João Batista Barreto, Abílio Noronha, Alceu ‘Tico’ Mendes, João Batista Ribas, Rui Gonçalves, Cláudio ‘Cocha Branca’, o José Roberto ‘Zé Bia’ Peixoto e o João Moura Neto. Mas, a programação não ficava só nisso, como lembra o Alfredo: “Durante a semana, além das aulas freqüentavam-se as esquinas, ‘inticava-se’ com o Corvina e com a ‘Barca a Quatro’, jogava-se botão, soltava-se pandorga, ou se programava uma ‘excursão’ ao alto do Morro da Cruz”. O livro é uma delícia de ponta-a-ponta.  Começa com uma crônica-plataforma em que o Xandoca conta a história da vida, morte e consumo do pombo Galante que pertencia a um dos esquineiros.  O autor dá um banho de &#8216;manezes&#8217; que vale a pena destacar o trecho inicial.</p>
<p>Machão no Espeto</p>
<div id="attachment_18001" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/b81.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18001" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/b81.jpg" alt="" width="180" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Na subida do morro, pausa para a pose dos esquineiros</p></div>
<p>A ‘curriola’ da esquina naquele dia não botava nada na balança. Só estavam nas escolhas fazendo presença, cozinhando siri em água morna para esperar as meninas do Colégio Coração de Jesus voltarem das aulas. Tirando a modéstia de lado e sem desmerecer nenhuma outra, a “nossa” esquina era privilegiada. Entre os colégios Coração de Jesus e o Instituto de Educação, com o vai e vem das garotas mais lindas que a Ilha teve e graças a Deus continua tendo.<br />
Saldanha Martinho com Anita Garibaldi era do arromba. Mas, como ia dizendo, depois do “footing” o jeito era sair da encolha e partir para outra e, esquineiro que é esquineiro se garante e faz acontecer.</p>
<p>Outra epopeia é narrada em Fora do Ar onde o palco é oferecido pela Rádio Anita Garibaldi, emissora em que Xandoca iniciou sua carreira de comunicador. O começo foi difícil, mas muito divertido. O autor conta assim:</p>
<div id="attachment_18002" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/b7.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18002" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/b7.jpg" alt="" width="150" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">Xandoca pronto para adentrar ao gramado, mas cuidado porque esse é o microfone do &#39;pum&#39; e ainda por cima dá choque</p></div>
<p>Eu, Salomão Ribas Júnior, Ciro Visali, Arthur Sullivan, Fernando Areas, Ariel Botaro Filho, Newton César Viegas, João Ari Dutra, Moacir Pereira e Luiz Eugênio. A equipe de esportes da Rádio Anita Garibaldi. “A equipe de esportes mais jovem de Santa Catarina”.</p>
<p>Sem muita ou quase nenhuma cancha iam se ajeitando com a parafernália de fios desencapados e remendados, maletas de som pela bola sete, microfones de pós-guerra.</p>
<p>Domingo, dia de jogo, não esperavam nem pela macarronada. Era dia de levar aquelas engronhas até o Campo da Liga e tentar desembaraçar todo aquele cipoal de fios. E era preciso chegar com muitas horas de antecedência, senão iam transmitir só o resultado do jogo no “momento esportivo” das sete da noite.<br />
E nessas idas e vindas, remendando aqui e ali, iam colocando alguns pontinhos no Ibope. Naturalmente aos olhos dos outros, que, quase sempre não têm os olhos de ver o que está atrás, o “Time da Anita” estava jogando redondinho.<br />
Esquineiros, astutos, comiam o mingau pela beirada. Não ligavam nem para os “geraldinos” que inticavam na hora de desfiar aquela maçaroca de fios: “Como é que é, ô! Vais soltar pandorga, é?”</p>
<p>Nem te ligo ferro antigo.</p>
<p>Sem viatura. De ônibus ou a pé encaravam as jornadas esportivas na esportiva.</p>
<p><em>Bom. Vou ficando por aqui por hoje. Só no trailer. Lamento informar que o livro está esgotado. Andei xeretando na Web e há alguns exemplares em sebos virtuais. Até semana que vem.</em></p>
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			<itunes:subtitle>O Xandoca tem tantos dotes que tive de recorrer ao que o Tullo Cavallazzi escreveu sobre ele quando do lançamento do livro Esquinas da Minha Ilha em junho de 2001: jogador de basquete, dirigente e um dos fundadores do (Clube) Paineiras,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg)O Xandoca tem tantos dotes que tive de recorrer ao que o Tullo Cavallazzi escreveu sobre ele quando do lançamento do livro Esquinas da Minha Ilha em junho de 2001: jogador de basquete, dirigente e um dos fundadores do (Clube) Paineiras, jogador de futebol, vendedor de gibis no Roxi, carnavalesco de salão e de praça, exímio músico e fundador da Orchestra Philarmônica, Senador do Ponto Chic, membro da Irmandade Senhor dos Passos, cozinheiro, artista plástico, radialista, jornalista, alto funcionário aposentado dos Correios (concursado) e agora escritor de livros. Depois disso, ele já escreveu o livro Avaí Futebol Clube sobre os 80 anos do Leão da Ilha e agora finaliza mais uma saborosa coletânea de crônicas. O como o espaço estourou, a entrevista da semana vai acompanhada de texto complementar e fotografias históricas da carreira desse simpático e muito operativo Mané, não tem?
(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/6livro.jpg)De cara, na capa do livro você encontra a foto de alguns dos mais chegados ao bando que se reunia na Esquina do Pecado, ali na Anita Garibaldi com a Saldanha Marinho – local estratégico por onde passava grande parte da brotolândia que estudava no Colégio das Irmãs e no Instituto de Educação: Alfredo Gentil Costa, João Batista Barreto, Abílio Noronha, Alceu ‘Tico’ Mendes, João Batista Ribas, Rui Gonçalves, Cláudio ‘Cocha Branca’, o José Roberto ‘Zé Bia’ Peixoto e o João Moura Neto. Mas, a programação não ficava só nisso, como lembra o Alfredo: “Durante a semana, além das aulas freqüentavam-se as esquinas, ‘inticava-se’ com o Corvina e com a ‘Barca a Quatro’, jogava-se botão, soltava-se pandorga, ou se programava uma ‘excursão’ ao alto do Morro da Cruz”. O livro é uma delícia de ponta-a-ponta.  Começa com uma crônica-plataforma em que o Xandoca conta a história da vida, morte e consumo do pombo Galante que pertencia a um dos esquineiros.  O autor dá um banho de &#039;manezes&#039; que vale a pena destacar o trecho inicial.

Machão no Espeto



A ‘curriola’ da esquina naquele dia não botava nada na balança. Só estavam nas escolhas fazendo presença, cozinhando siri em água morna para esperar as meninas do Colégio Coração de Jesus voltarem das aulas. Tirando a modéstia de lado e sem desmerecer nenhuma outra, a “nossa” esquina era privilegiada. Entre os colégios Coração de Jesus e o Instituto de Educação, com o vai e vem das garotas mais lindas que a Ilha teve e graças a Deus continua tendo.
Saldanha Martinho com Anita Garibaldi era do arromba. Mas, como ia dizendo, depois do “footing” o jeito era sair da encolha e partir para outra e, esquineiro que é esquineiro se garante e faz acontecer.

Outra epopeia é narrada em Fora do Ar onde o palco é oferecido pela Rádio Anita Garibaldi, emissora em que Xandoca iniciou sua carreira de comunicador. O começo foi difícil, mas muito divertido. O autor conta assim:



Eu, Salomão Ribas Júnior, Ciro Visali, Arthur Sullivan, Fernando Areas, Ariel Botaro Filho, Newton César Viegas, João Ari Dutra, Moacir Pereira e Luiz Eugênio. A equipe de esportes da Rádio Anita Garibaldi. “A equipe de esportes mais jovem de Santa Catarina”.

Sem muita ou quase nenhuma cancha iam se ajeitando com a parafernália de fios desencapados e remendados, maletas de som pela bola sete, microfones de pós-guerra.

Domingo, dia de jogo, não esperavam nem pela macarronada. Era dia de levar aquelas engronhas até o Campo da Liga e tentar desembaraçar todo aquele cipoal de fios. E era preciso chegar com muitas horas de antecedência, senão iam transmitir só o resultado do jogo no “momento esportivo” das sete da noite.
E nessas idas e vindas, remendando aqui e ali, iam colocando alguns pontinhos no Ibope. Naturalmente aos olhos dos outros, que, quase sempre não têm os olhos de ver o que está atrás, o “Time da Anita” estava jogando redondinho.
Esquineiros, astutos, comiam o mingau pela beirada.</itunes:summary>
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		<title>Barreto Neto: a minha entrada no rádio foi assim no tropeção</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 23:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cidadão Alexandrino Barreto Neto, mais conhecido como Xandoca na “esquina do pecado”, tornou-se profissional de comunicação e fez carreira sob o nome de Barreto Neto, honrando seus ancestrais e seguindo o sucesso da mana Maria Alice Barreto. Começou fazendo esportes na equipe de Salomão Ribas Júnior na Rádio Anita Garibaldi e consagrou-se aos microfones [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista14.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-18176" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista14.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>O cidadão Alexandrino Barreto Neto, mais conhecido como Xandoca na “esquina do pecado”, tornou-se profissional de comunicação e fez carreira sob o nome de Barreto Neto, honrando seus ancestrais e seguindo o sucesso da mana Maria Alice Barreto. Começou fazendo esportes na equipe de Salomão Ribas Júnior na Rádio Anita Garibaldi e consagrou-se aos microfones do rádio e da televisão do Paraná. Nossa conversa se estendeu, por isso está em duas partes. A primeira você ouvir agora e a segunda na semana que vem. Combinados?</p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista14.jpg)O cidadão Alexandrino Barreto Neto, mais conhecido como Xandoca na “esquina do pecado”, tornou-se profissional de comunicação e fez carreira sob o nome de Barreto Neto, honrando seus ancestrais e seguindo o sucesso da mana Maria Alice Barreto. Começou fazendo esportes na equipe de Salomão Ribas Júnior na Rádio Anita Garibaldi e consagrou-se aos microfones do rádio e da televisão do Paraná. Nossa conversa se estendeu, por isso está em duas partes. A primeira você ouvir agora e a segunda na semana que vem. Combinados?</itunes:summary>
		<itunes:author>Caros Ouvintes</itunes:author>
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		<title>Acy Cabral Teive &#8220;entra em campo&#8221; aos 16 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 18:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Medeiros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos precursores do esporte na Rádio Guarujá de Florianópolis é Acy Cabral Teive, nascido em 30 de agosto de 1926, nessa mesma cidade, fruto da união de Raimundo Luis Cabral Teive, primeiro tenente do exército, e da dona de casa Jocelina Lentz Teive. Na verdade, sua história e a da Guarujá se confundem. Nessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos precursores do esporte na Rádio Guarujá de Florianópolis é Acy Cabral Teive, nascido em 30 de agosto de 1926, nessa mesma cidade, fruto da união de Raimundo Luis Cabral Teive, primeiro tenente do exército, e da dona de casa Jocelina Lentz Teive. Na verdade, sua história e a da Guarujá se confundem. Nessa emissora, ele foi auxiliar de escritório, locutor e narrador esportivo, animador de auditório, noticiarista, repórter, diretor-financeiro, diretor artístico e diretor geral. Acy se aposentou em 1998, após 52 anos de ZYJ-7.<span id="more-17908"></span><br />
 <br />
No esporte, Acy Cabral Teive “entra em campo”, pela primeira vez, no sistema de alto-falantes da cidade, quando aos 16 anos troca o seu emprego de office-boy da loja A Modelar, na Trajano, número 7, por um trabalho na empresa de propaganda Guarujá. Segundo esse baixinho de um metro e 56 centímetros, mudar de emprego naquele período não foi problema: “Fui para a empresa Guarujá ganhar o dobro. Ganhava na A Modelar 300 cruzeiros e a Guarujá me ofereceu 600 cruzeiros”.</p>
<p>Em companhia de Luiz Osnildo Martinelli, os dois comandam, no início da noite, Momento Esportivo Brahma: “A esquina da Praça XV de Novembro com a Rua Felipe Schmidt ficava cheia de gente quando os relógios marcavam 19 horas. Eram ouvintes que para lá se deslocavam a fim de ficar a par das últimas novidades esportivas que os alto-falantes da Guarujá transmitiam naquele famoso programa”, lembra Acy.<br />
 <br />
Na Rádio Guarujá Acy Cabral Teive entra oficialmente em 16 de abril de 1946, como auxiliar de escritório, mas em 1948 retorna ao esporte. Naquele ano, o titular do programa Momento Esportivo Brahma é Flávio Ferrari, professor da Academia do Comércio. No entanto, um dia o diretor da emissora, Ivo Serrão Vieira, chama Acy Cabral Teive às pressas para substituir Flávio Ferrari que está doente. Teive aceita o desafio de última hora e entre leituras de recortes de jornais e improvisos consegue uma bom desempenho, tanto é que volta novamente a comandar a emissão esportiva anos antes apresentada por ele no sistema de alto-falantes.<br />
 <br />
Como companheiro inseparável no esporte, Acy Cabral Teive tem agora ao seu lado Dib Cherem, tanto na apresentação de programas, como na narração esportiva. A dupla se faz presente no Campo da Liga, conhecido igualmente como Pasto do Bode, localizado onde hoje está o Beiramar Shopping, aliás, o único estádio da época, que em 1972 é cedido para o Avaí Futebol Clube. De lá, os dois têm como opção irradiar futebol do alto de um poleiro de madeira, como aponta o jornalista Sérgio da Costa Ramos: “se alguém ouvisse, durante a transmissão, o cacarejar de uma galinha, não se tratava de um efeito sonoro, absolutamente. Era uma galinha mesmo, alojada debaixo do assoalho da ‘tribuna de imprensa’ sob o patrocínio do zelador da praça de esportes, Waldemar Nazário”.<br />
 <br />
Aliás, a primeira narração de Acy Cabral e Dib Cherem se dá de uma forma catastrófica, justamente num clássico entre Avaí e Figueirense, em 1948. Devido à precariedade dos serviços da Companhia Telefônica Catarinense, encarregada de providenciar as linhas de transmissão, o volume de som da jornada esportiva é quase inaudível. Muitos torcedores, que não comparecem ao estádio, são obrigados a quase praticamente “colar o ouvido” no sistema de alto-falantes da Praça XV de Novembro para tentar escutar, pelo menos o resultado da partida que termina em zero a zero.</p>
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		<title>Acy Cabral Teive (Florianópolis 30/08/1926 – 20/07/2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros e Estrelas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rádio Guarujá]]></category>

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		<description><![CDATA[Morreu hoje em Florianópolis, aos 83 anos, Acy Cabral Teive, um dos pioneiros da radiodifusão local. Funcionário da Sociedade Rádio Guarujá por mais de 50 anos, foi de auxiliar de escritório a diretor geral da emissora onde também desempenhou atividades profissionais como locutor, narrador esportivo, produtor e apresentador de programas de auditório. A radiodifusão catarinense [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Acy-C-Teive.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-17845" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Acy-C-Teive-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a>Morreu hoje em Florianópolis, aos 83 anos, Acy Cabral Teive, um dos pioneiros da radiodifusão local. Funcionário da Sociedade Rádio Guarujá por mais de 50 anos, foi de auxiliar de escritório a diretor geral da emissora onde também desempenhou atividades profissionais como locutor, narrador esportivo, produtor e apresentador de programas de auditório. A radiodifusão catarinense e brasileira perdem, com a morte de Acy, mais um dos ícones da Era de Ouro do Rádio no Brasil.</p>
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		<title>Paulo Brito estreia com biografia de Roberto Alves</title>
		<link>http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=17745</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros e Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Audioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Roberto Alves é o personagem principal de um enredo que se passa na Ilha de Santa Catarina, mas com repercussão nacional, pois Roberto é uma das mais conhecidas personalidades da comunicação em Santa Catarina. Roberto agora é livro e pelas mãos de um colega de trabalho e companheiro de infância com quem compartilhou muitos sonhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17746" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Roberto Alves é o personagem principal de um enredo que se passa na Ilha de Santa Catarina, mas com repercussão nacional, pois Roberto é uma das mais conhecidas personalidades da comunicação em Santa Catarina. Roberto agora é livro e pelas mãos de um colega de trabalho e companheiro de infância com quem compartilhou muitos sonhos e esperanças. Urdido com a maestria e o talento de um artista que ama e sabe expressar as belezas e os encantos de um cantinho de pura magia, Dás um banho: Roberto Alves – O rádio, o futebol e a cidade é uma espécie de ponto de encontro para quem viveu e vive em Florianópolis nos últimos 60 anos.<span id="more-17745"></span><br />
No contato com o Brito sobre o lançamento do livro fomos trocando idéias e sugestões. Um pouco disso está na entrevista em áudio, mas há outros aspectos dos quais ele falou em resposta às nossas perguntas que também merecem ser conhecidos.</p>
<p>Gostaria que me dissesses quais foram as fontes de pesquisa/método utilizado para escrever a biografia?</p>
<p>Pessoas próximas ao Roberto, que cresceram com ele na Rua Uruguai e na Itajaí, companheiros de trabalho, livros relacionados na bibliografia anexa no final do livro, entrevista com Roberto Alves, convivência de 35 anos, vivemos a infância e adolescência juntos. A decisão de escrever o livro partiu dele em querer publicar o TCC da Geórgia Borim: Roberto Alves, o homem do gol, que a Geórgia apresentou como trabalho final em 1999 no Curso de Jornalismo da UFSC. Segui o mesmo caminho de Gay Talesse quando escreve um perfil de Frank Sinatra sem ter conversado com ele, apenas com pessoas em seu entorno.</p>
<p>Quem foram os principais entrevistados (se amigos ou familiares do biografado, etc.)?<br />
As pessoas que colaboraram estão incluídas nas crônicas ou capítulos do trabalho, esse livro não é exercício de uma única pessoa, mas de uma equipe a qual agradeço individualmente nas citações como fontes e como referência. Os nomes estão no livro. Há também dois vídeos &#8211; um deles está no You Tube, basta pesquisar no nome de Roberto Alves e o outro é do programa da invasão do soldado Sílvio Roberto ao programa Terceiro Tempo, gravado pelo irmão do Roberto, Elói Alves que eu salvei ao levar uma cópia para o Curso de Jornalismo em 1986.</p>
<p>Como a narrativa foi construída no aspecto temporal?<br />
Eu tento iniciar com uma narrativa de dois amigos que estavam em Los Angeles na Califórnia &#8211; USA quando a invasão foi veiculada em uma emissora de TV local ou nacional, a partir dai retorno a 1910 para descrever a primeira partida de futebol realizada em Florianópolis, seguindo-se uma descrição da cidade. Comento o porquê dos nomes Iava e Avahí e do nascimento do Roberto em 1941 até o retorno dele da Copa da África. Aproveitei para descrever a história do futebol nestes últimos 60 anos e a história do rádio, da TV e dos jornais e dou um passeio por alguns aspectos da cidade.</p>
<p>Que tal destacar um pequeno trecho de uma das crônicas que compõem o livro?<br />
Entre tantas crônicas acho que num trecho que descrevo como surgiu o Uruguai FC &#8211; em moda ha pouco tempo, percebe-se como Roberto, no início da adolescência já conseguia revelar a força do seu caráter criativo e o poder de sedução e de liderança que o caracterizam. Desfrute:</p>
<p>(&#8230;) Newton Poeta descreve como foi morar naquela rua e conheceu Roberto Alves:</p>
<p>- Eu nasci na Rua Uruguai, mas fui morar numa chácara, localizada na esquina da Rua Fernando Machado com a Avenida Hercílio Luz, que era do meu avô – Manoel Vieira de Melo –,  dono das Lojas Oscar Lima, a mais antiga da cidade. Só voltei para a Rua Uruguai em 1954. Foi quando fiz amizade com o Beto&#8230;</p>
<p>- Que saudades! – suspira.</p>
<p>Poeta, conta que o pai, Nilo Melo, dono de uma mercearia, vendia bebidas importadas. Certa vez, numa reunião nos fundos da sua casa, na despensa, onde havia uma mesa grande com várias cadeiras, Roberto Alves fez a proposta para organizar um time de futebol. Os cúmplices: Tito, Tarquínio, Válber, Galego Silva e o Felipe Felício, hoje médico de “rabeta”. Foi assim:<br />
- Mal começou a reunião e o Beto se vira para mim e&#8230;<br />
- Poeta, por que tu não pedes um litro de Martini para o teu pai? A gente coloca numa rifa e com o dinheiro compramos o uniforme do time: calções, meias e camisas.<br />
O seu Nilo concordou com os meninos e assim nasceu o Uruguai Futebol Clube&#8230;</p>
<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Paulo-Brito.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17747" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/Paulo-Brito.jpg" alt="" width="133" height="157" /></a>Paulo Brito, nasceu em Florianópolis em 1943, é graduado pela PUC RS em jornalismo, desde 1972 e desde então exerceu esse ofício em jornais, rádios e televisão em POA, SAO e FLN. Foi professor no IEE – Instituto Estadual de Educação e no Colégio Catarinense, em 1979 transferiu-se para a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, onde permaneceu até 1998. Atualmente é newsman na CBN Diário, emissora de rádio do Grupo RBS em Florianópolis, onde participa do programa: Debate Diário. Este livro é sua primeira experiência como escritor.</p>
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			<itunes:subtitle>Roberto Alves é o personagem principal de um enredo que se passa na Ilha de Santa Catarina, mas com repercussão nacional, pois Roberto é uma das mais conhecidas personalidades da comunicação em Santa Catarina.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista12.jpg)Roberto Alves é o personagem principal de um enredo que se passa na Ilha de Santa Catarina, mas com repercussão nacional, pois Roberto é uma das mais conhecidas personalidades da comunicação em Santa Catarina. Roberto agora é livro e pelas mãos de um colega de trabalho e companheiro de infância com quem compartilhou muitos sonhos e esperanças. Urdido com a maestria e o talento de um artista que ama e sabe expressar as belezas e os encantos de um cantinho de pura magia, Dás um banho: Roberto Alves – O rádio, o futebol e a cidade é uma espécie de ponto de encontro para quem viveu e vive em Florianópolis nos últimos 60 anos.
No contato com o Brito sobre o lançamento do livro fomos trocando idéias e sugestões. Um pouco disso está na entrevista em áudio, mas há outros aspectos dos quais ele falou em resposta às nossas perguntas que também merecem ser conhecidos.

Gostaria que me dissesses quais foram as fontes de pesquisa/método utilizado para escrever a biografia?

Pessoas próximas ao Roberto, que cresceram com ele na Rua Uruguai e na Itajaí, companheiros de trabalho, livros relacionados na bibliografia anexa no final do livro, entrevista com Roberto Alves, convivência de 35 anos, vivemos a infância e adolescência juntos. A decisão de escrever o livro partiu dele em querer publicar o TCC da Geórgia Borim: Roberto Alves, o homem do gol, que a Geórgia apresentou como trabalho final em 1999 no Curso de Jornalismo da UFSC. Segui o mesmo caminho de Gay Talesse quando escreve um perfil de Frank Sinatra sem ter conversado com ele, apenas com pessoas em seu entorno.

Quem foram os principais entrevistados (se amigos ou familiares do biografado, etc.)?
As pessoas que colaboraram estão incluídas nas crônicas ou capítulos do trabalho, esse livro não é exercício de uma única pessoa, mas de uma equipe a qual agradeço individualmente nas citações como fontes e como referência. Os nomes estão no livro. Há também dois vídeos - um deles está no You Tube, basta pesquisar no nome de Roberto Alves e o outro é do programa da invasão do soldado Sílvio Roberto ao programa Terceiro Tempo, gravado pelo irmão do Roberto, Elói Alves que eu salvei ao levar uma cópia para o Curso de Jornalismo em 1986.

Como a narrativa foi construída no aspecto temporal?
Eu tento iniciar com uma narrativa de dois amigos que estavam em Los Angeles na Califórnia - USA quando a invasão foi veiculada em uma emissora de TV local ou nacional, a partir dai retorno a 1910 para descrever a primeira partida de futebol realizada em Florianópolis, seguindo-se uma descrição da cidade. Comento o porquê dos nomes Iava e Avahí e do nascimento do Roberto em 1941 até o retorno dele da Copa da África. Aproveitei para descrever a história do futebol nestes últimos 60 anos e a história do rádio, da TV e dos jornais e dou um passeio por alguns aspectos da cidade.

Que tal destacar um pequeno trecho de uma das crônicas que compõem o livro?
Entre tantas crônicas acho que num trecho que descrevo como surgiu o Uruguai FC - em moda ha pouco tempo, percebe-se como Roberto, no início da adolescência já conseguia revelar a força do seu caráter criativo e o poder de sedução e de liderança que o caracterizam. Desfrute:

(...) Newton Poeta descreve como foi morar naquela rua e conheceu Roberto Alves:

- Eu nasci na Rua Uruguai, mas fui morar numa chácara, localizada na esquina da Rua Fernando Machado com a Avenida Hercílio Luz, que era do meu avô – Manoel Vieira de Melo –,  dono das Lojas Oscar Lima, a mais antiga da cidade. Só voltei para a Rua Uruguai em 1954. Foi quando fiz amizade com o Beto...

- Que saudades! – suspira.

Poeta, conta que o pai, Nilo Melo, dono de uma mercearia, vendia bebidas importadas. Certa vez, numa reunião nos fundos da sua casa, na despensa, onde havia uma mesa grande com várias cadeiras, Roberto Alves fez a proposta para organizar um time de futebol. Os cúmplices: Tito, Tarquínio,</itunes:summary>
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		<title>Mauro Júlio Amorim: clássico por natureza</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 13:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor de três livros, filólogo, jornalista, publicitário, radialista e produtor cultural, há muito que já deveria ter sido entrevistado. Mas, por ser de casa – amigo, compadre, colega de atividade profissional – foi ficando para depois. Então, a entrevista saiu meio com jeito de papo de reminiscências. Daquelas que vão do cotidiano aos grandes momentos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista11.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17709" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista11.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Autor de três livros, filólogo, jornalista, publicitário, radialista e produtor cultural, há muito que já deveria ter sido entrevistado. Mas, por ser de casa – amigo, compadre, colega de atividade profissional – foi ficando para depois. Então, a entrevista saiu meio com jeito de papo de reminiscências. Daquelas que vão do cotidiano aos grandes momentos, como o da guerra das Malvinas – ou seria das ilhas Falkland? – ou como aquele do encontro com Ingrid Bergnman nos estúdios da BBC de Londres.</p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista11.jpg)Autor de três livros, filólogo, jornalista, publicitário, radialista e produtor cultural, há muito que já deveria ter sido entrevistado. Mas, por ser de casa – amigo, compadre, colega de atividade profissional – foi ficando para depois. Então, a entrevista saiu meio com jeito de papo de reminiscências. Daquelas que vão do cotidiano aos grandes momentos, como o da guerra das Malvinas – ou seria das ilhas Falkland? – ou como aquele do encontro com Ingrid Bergnman nos estúdios da BBC de Londres.</itunes:summary>
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		<title>Roberto Alves: o rádio, o futebol e a cidade – 2</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 13:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Altair Fernandes*
Sabe: falar a respeito do Roberto, Bob ou Roberto Alves, não é fácil. Nos idos anos 1970 eu, nascido em Imbituba, SC, em casa não tínhamos TV. Apaixonado por futebol fui à casa do meu colega Beto Candemil (seu nome também é Roberto, coincidências a parte), assistir ao clássico Avaí e Figueirense e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Altair Fernandes*</p>
<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/roberto21.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17667" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/roberto21.jpg" alt="" width="144" height="164" /></a>Sabe: falar a respeito do Roberto, Bob ou Roberto Alves, não é fácil. Nos idos anos 1970 eu, nascido em Imbituba, SC, em casa não tínhamos TV. Apaixonado por futebol fui à casa do meu colega Beto Candemil (seu nome também é Roberto, coincidências a parte), assistir ao clássico Avaí e Figueirense e o comentarista daquele jogo era nada mais&#8230; Quem? Quem? Quem?&#8230; Roberto Alves, o grande Roberto Alves!  Pois bem, assisti ao jogo ouvindo a narração e comentários dele; dele, Roberto Alves. Uma voz fascinante, cativante, emocionante. Tinha 10 anos e fiquei fascinado por Roberto Alves.<span id="more-17666"></span></p>
<p>Acabou o jogo com o empate magro de 1 x 1 e fui pra casa pensando naquela transmissão. Então, disse pra mim que um dia gostaria de conhecer o Roberto Alves. Fiquei com aquilo no meu coração.</p>
<p>Bem, um dia minha mãe Nilse Carvalho Fernandes, me convidou pra ir até Florianópolis pra comprar cadernos lá no MEC (lembram-se que ficava ali atrás da Telesc?). Fomos a Florianópolis e chegando lá fiquei olhando desde a ponte Hercílio Luz pro Corro da Cruz; não tirava os olhos das antenas que ficavam no alto do morro. Da ponte até a antiga rodoviária que ficava ali onde a as avenidas Hercílio Luz e Mauro Ramos juntam lá estava eu de olho vidrado no morro, agora tão pertinho de mim.</p>
<p>Minha mãe ficou intrigada, pois eu só olhava lá pra cima do morro e mesmo ralhando comigo eu não descolava o olho do morro e daquelas antenas que agora me pareciam enormes.</p>
<p>De tanto olhar, andando já em direção ao MEC, tropecei e cai, machuquei a boca e ainda recebi bronca da minha mãe que me mandava olhar para frente e prestar atenção onde pisava.</p>
<p>- Vê se olhas pra frente, rapaz! Só olhas pra cima e pro morro da cruz!<br />
Eu disse com lágrimas nos olhos e com amor no coração:</p>
<p>- Mãe, eu só queria ir lá em cima nos estúdios da TV Cultura pra conhecer o moço da transmissão de jogos, o famoso seu Roberto, a senhora me leva lá?</p>
<p>- É impossível meu filho, não conhecemos ele e não fica bem ir lá incomodá-lo, ele deve ser muito ocupado.</p>
<p>Bem, os anos passaram. Em 1979 vim pra Florianópolis estudar na Escola Técnica Federal de SC. Chegando aqui a primeira coisa que fiz foi ir ao Morro da Cruz pra ver se conseguia falar com ele. Não consegui. Não deixavam entrar pra falar com ninguém, só com autorização.</p>
<p>Então deixei as coisas assim na saudade do meu coração. E até hoje vejo ele na TV, ouço nos rádios por transmissão e na Copa do Mundo acompanho seus comentários fabulosos, que ainda me enchem de carinho, como naqueles idos tempos dos anos 1970/1980 tão saudosos pra mim.</p>
<p>Que pena não ter conseguido falar com ele. Acho que agora meu coração não aguentaria a emoção em vê-lo de perto, pois as coisas boas dão saudades, e ele o grande Roberto Alves, faz parte da minha saudade dos belos tempos e belos dias.</p>
<p>Obrigado meu caro Roberto Alves por tudo que me proporcionastes de emoção na área de esporte principalmente. Roberto, tu talvez não percebas o quanto és importante pra tantas pessoas que desconheces fora do vídeo e da rádio. Sempre fostes um dos meus ídolos. Um beijo no teu coração e que Jesus te ilumine sempre. Do teu fã, Altair que tanto te estima.<br />
<a href="http://">* altair58@uol.com.br</a></p>
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		<title>Roberto Alves: o rádio, o futebol e a cidade</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 18:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro de Paulo Brito “Dás um banho Roberto Alves” vai ser lançado no próximo dia 26 de julho, em noite de autógrafos na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. A edição é da editora Insular de Florianópolis. Sobre o livro que agora é lançado, Antunes Severo escreveu aqui no Caros Ouvintes em 2007: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/roberto2.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-17571" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/roberto2.jpg" alt="" width="240" height="197" /></a>O livro de Paulo Brito “Dás um banho Roberto Alves” vai ser lançado no próximo dia 26 de julho, em noite de autógrafos na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. A edição é da editora Insular de Florianópolis. Sobre o livro que agora é lançado, Antunes Severo escreveu aqui no Caros Ouvintes em 2007: “O Roberto Alves nestes cinqüenta anos de comunicação viveu muitos momentos de emoção. Mas, nada por certo, tão emocionante como naquela noite de 12 de maio de 1986 quando o soldado Sílvio da PM de Santa Catarina, revolver apontado para a cabeça invade o estúdio e determina: “A televisão vai ficar no ar! Ninguém vai tirar a televisão do ar. Quero a televisão no ar!”.</p>
<p>“Levanta! Levanta esse microfone aí!”A frase dita por Roberto Alves foi dirigida ao radialista Hélio Costa que segurava o microfone para o invasor falar.</p>
<p>O episódio ocorrido durante a transmissão do programa esportivo Terceiro Tempo levado ao ar pela TV Cultura de Florianópolis a meia noite das segundas-feiras, é bastante conhecido. Aliás, é com essa ocorrência que a então estudante de jornalismo Geórgia Borin abre o livro que escreveu como trabalho de conclusão de curso sobre Roberto Alves.</p>
<p>O livro de caráter biográfico, ainda inédito, foi escrito em 1999 sob a orientação da professora Aglair Bernardo com o título de Roberto Alves: o homem do gol”.</p>
<p>O projeto de Geórgia Borin não foi concluído, servindo agora de referência para o livro do professor Paulo Brito.</p>
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		<title>Ivan Castro</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 20:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Dorneles Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não se lembra do gordo mais querido e admirado do rádio e televisão rio-grandenses? João Ivan de Castro, ou simplesmente Ivan Castro encantou durante anos os radiouvintes e depois os telespectadores na condição de cantor, radioator e comediante, principalmente das Rádios Farroupilha e Gaúcha, e das televisões Piratini, Gaúcha e Difusora. Na TV, consagrou-se com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não se lembra do gordo mais querido e admirado do rádio e televisão rio-grandenses? João Ivan de Castro, ou simplesmente Ivan Castro encantou durante anos os radiouvintes e depois os telespectadores na condição de cantor, radioator e comediante, principalmente das Rádios Farroupilha e Gaúcha, e das televisões Piratini, Gaúcha e Difusora.<span id="more-17014"></span> Na TV, consagrou-se com o programa “O Show do Gordo”, no Canal 12, quando promovia casamentos e descobria talentos artísticos. No rádio, tinha destacada atuação nos programas humorísticos “Uma Pulga na Camisola” e “Psiu, Olha Aqui”, da Rádio Farroupilha, a saudosa PRH-2; “Campeonato em Três Tempos”, da Gaúcha. E fez muita gente odiá-lo nos papéis de vilão, em dezenas de radionovelas levadas ao ar pela Farroupilha e pela Gaúcha, a PRC-2. Ivan Castro era irmão da também consagrada artista Esther Castro, radioatriz, comediante, locutora e atriz de teatro. E havia ainda mais uma pessoa da família em atividade como radioatriz: Almá Castro.</p>
<p>e-mail: <a href="mailto:ivanr@cpovo.net">ivanr@cpovo.net</a><br />
Site: <a href="http://www.geocities.ws/py3idr">http://www.geocities.ws/py3idr</a></p>
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		<title>Maria Alice Barreto e o mundo fascinante de Walt Disney</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 22:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Severo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem que o título poderia ser outro. Por exemplo: Garota nascida na Ilha de Santa Catarina é a voz brasileira de Branca de Neve. Ou ainda: A Bela Adormecida de Disney revela sotaque de ilha dos Mares do Sul. E o que dizer de suas interpretações vivendo o papel de Aninha no seriado Jerônimo, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista6.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-16751" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista6.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>Bem que o título poderia ser outro. Por exemplo: Garota nascida na Ilha de Santa Catarina é a voz brasileira de Branca de Neve. Ou ainda: A Bela Adormecida de Disney revela sotaque de ilha dos Mares do Sul. E o que dizer de suas interpretações vivendo o papel de Aninha no seriado Jerônimo, o herói do sertão? Maria Alice é tudo isso e muito mais, pois apesar de pouca conhecida em sua terra natal, continua brilhando entre as estrelas mais brilhantes do Cruzeiro do Sul.</p>
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		<itunes:subtitle>Bem que o título poderia ser outro. Por exemplo: Garota nascida na Ilha de Santa Catarina é a voz brasileira de Branca de Neve. Ou ainda: A Bela Adormecida de Disney revela sotaque de ilha dos Mares do Sul.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/entrevista6.jpg)Bem que o título poderia ser outro. Por exemplo: Garota nascida na Ilha de Santa Catarina é a voz brasileira de Branca de Neve. Ou ainda: A Bela Adormecida de Disney revela sotaque de ilha dos Mares do Sul. E o que dizer de suas interpretações vivendo o papel de Aninha no seriado Jerônimo, o herói do sertão? Maria Alice é tudo isso e muito mais, pois apesar de pouca conhecida em sua terra natal, continua brilhando entre as estrelas mais brilhantes do Cruzeiro do Sul.</itunes:summary>
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		<title>Comendador Ennio Selva Gentil: Salute!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 21:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros e Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Ouvintes]]></category>
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		<description><![CDATA[A Confraria Almoço das Estrelas voltou a brilhar ao promover mais um encontro etílico-gastronômico-cultural nesta sexta-feira, 28/5 em homenagem ao desportista Ennio Selva Gentil pela sua contribuição para o desenvolvimento dos esportes amadores – em particular o futsal – na Capital catarinense. Ennio Selva Gentil que também atuou no rádio como um dos diretores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/CARICAennio.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-16960 alignleft" src="http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/CARICAennio.jpg" alt="" width="161" height="215" /></a>A Confraria Almoço das Estrelas voltou a brilhar ao promover mais um encontro etílico-gastronômico-cultural nesta sexta-feira, 28/5 em homenagem ao desportista Ennio Selva Gentil pela sua contribuição para o desenvolvimento dos esportes amadores – em particular o futsal – na Capital catarinense. Ennio Selva Gentil que também atuou no rádio como um dos diretores da Rádio Diário da Manhã, foi recepcionado por uma centena de amigos entre jornalistas, advogados, empresários, médicos, pescadores, músicos, artistas, aposentados, esportistas, sambistas dentre outras figuras representativas da política e do clero locais. Sob as ordens serenas do Comendador-Mor (Máximo e Soberano) Beto Laus e por decisão da egrégia corte representada pelo também comendador Édio Nunes, coube ao colega Antunes Severo ler a mensagem de saudação ao homenageado. Severo, servindo-se da oportunidade gravou entrevista relâmpago que vai aqui reproduzida. A ilustração é do publicitário Mauro Pereira, o MauZé (<a href="mailto:maurojosep@gmail.com" target="_blank">maurojosep@gmail.com</a>). Clique no &#8220;leia mais&#8221; para o texto da homenagem.<span id="more-16959"></span></p>
<p><em>Ennio Selva Gentil é ilhéu, nascido no ano de 1928 e às vésperas de completar, agora no próximo dia dois de julho, os seus vem vividos oitenta e dois anos. Com Zenir Cidade Gentil (falecida em 2005) viveu uma união de cinquenta e três anos, que lhe deu o fruto de quatro filhos (Roberto, Sandra Mara, Margarete e Maria Cristina) e a geração de quatro netos.</em></p>
<p><em>Graduou-se no curso Técnico de Contabilidade na Academia de Comércio de Santa Catarina (Academia do Jacaré) e assumiu, com grande competência, a profissão escolhida.</em></p>
<p><em>Trabalhou na agência Ford, foi contador do extinto bando INCO (uma instituição financeira catarinense que muito nos honrou) e tesoureiro da Rádio Diário da Manhã. Também por muitos anos, respondeu pela direção financeira do tradicional Clube Doze de Agosto.</em></p>
<p><em>Amante do esporte da “bola pesada”, nova paixão que atraia os desportistas florianopolitanos na década de 1950 do século passado, era assistente assíduo das partidas disputadas na quadra da Federação Atlética Catarinense (FAC).</em></p>
<p><em>A partir de um convite de seu amigo Rozendo Vasconcellos Lima, passou a integrar os quadros da recém crida Federação Catarinense de Futebol de Salão, inicialmente na qualidade de anotador cronometrista. A sua dedicação e entrega às causas salonistas, levaram-no a exercer novos e mais complexos cargos federativos: entre outros foi diretor financeiro, vice-presidente financeiro, superintendente e presidente.</em></p>
<p><em>Atualmente, todo o processamento burocrático da Federação observa um ritmo moderno, em decorrência de um processo tecnológico implantado. Durante anos, contudo, os registros. Transferências e estágios eram elaborados manualmente e o Ennio era reconhecido como o “computador humano” da entidade. Hoje, 51 e um anos após, ele é visto como a própria “lenda vida” do futsal catarinense.</em></p>
<p><em>Assim, nada mais devido que reconhecer o trabalho, dedicação, eficiência e competência desse grande desportista, prestando-lhe a homenagem de uma confraria que procura zelar pelo prestigiamento dos nomes que fazem a história de nossa terra.</em></p>
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		<itunes:summary>(http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-content/uploads/CARICAennio.jpg)A Confraria Almoço das Estrelas voltou a brilhar ao promover mais um encontro etílico-gastronômico-cultural nesta sexta-feira, 28/5 em homenagem ao desportista Ennio Selva Gentil pela sua contribuição para o desenvolvimento dos esportes amadores – em particular o futsal – na Capital catarinense. Ennio Selva Gentil que também atuou no rádio como um dos diretores da Rádio Diário da Manhã, foi recepcionado por uma centena de amigos entre jornalistas, advogados, empresários, médicos, pescadores, músicos, artistas, aposentados, esportistas, sambistas dentre outras figuras representativas da política e do clero locais. Sob as ordens serenas do Comendador-Mor (Máximo e Soberano) Beto Laus e por decisão da egrégia corte representada pelo também comendador Édio Nunes, coube ao colega Antunes Severo ler a mensagem de saudação ao homenageado. Severo, servindo-se da oportunidade gravou entrevista relâmpago que vai aqui reproduzida. A ilustração é do publicitário Mauro Pereira, o MauZé (maurojosep@gmail.com (mailto:maurojosep@gmail.com)). Clique no &quot;leia mais&quot; para o texto da homenagem.

Ennio Selva Gentil é ilhéu, nascido no ano de 1928 e às vésperas de completar, agora no próximo dia dois de julho, os seus vem vividos oitenta e dois anos. Com Zenir Cidade Gentil (falecida em 2005) viveu uma união de cinquenta e três anos, que lhe deu o fruto de quatro filhos (Roberto, Sandra Mara, Margarete e Maria Cristina) e a geração de quatro netos.

Graduou-se no curso Técnico de Contabilidade na Academia de Comércio de Santa Catarina (Academia do Jacaré) e assumiu, com grande competência, a profissão escolhida.

Trabalhou na agência Ford, foi contador do extinto bando INCO (uma instituição financeira catarinense que muito nos honrou) e tesoureiro da Rádio Diário da Manhã. Também por muitos anos, respondeu pela direção financeira do tradicional Clube Doze de Agosto.

Amante do esporte da “bola pesada”, nova paixão que atraia os desportistas florianopolitanos na década de 1950 do século passado, era assistente assíduo das partidas disputadas na quadra da Federação Atlética Catarinense (FAC).

A partir de um convite de seu amigo Rozendo Vasconcellos Lima, passou a integrar os quadros da recém crida Federação Catarinense de Futebol de Salão, inicialmente na qualidade de anotador cronometrista. A sua dedicação e entrega às causas salonistas, levaram-no a exercer novos e mais complexos cargos federativos: entre outros foi diretor financeiro, vice-presidente financeiro, superintendente e presidente.

Atualmente, todo o processamento burocrático da Federação observa um ritmo moderno, em decorrência de um processo tecnológico implantado. Durante anos, contudo, os registros. Transferências e estágios eram elaborados manualmente e o Ennio era reconhecido como o “computador humano” da entidade. Hoje, 51 e um anos após, ele é visto como a própria “lenda vida” do futsal catarinense.

Assim, nada mais devido que reconhecer o trabalho, dedicação, eficiência e competência desse grande desportista, prestando-lhe a homenagem de uma confraria que procura zelar pelo prestigiamento dos nomes que fazem a história de nossa terra.</itunes:summary>
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