Caros Ouvintes | Astros e Estrelas do Rádio
Radialista e músico, um dos pioneiros da radiodifusão do alto Uruguai catarinense, Antoninho da Fronteira será homenageado no 6º Encontro da Imprensa de Santa Catarina. A homenagem está programada para o dia 03 de agosto, na sede campestre da CDL, em Chapecó. E deverá contar com a presença de aproximadamente 500 profissionais de comunicação de todas as regiões do Estado.
O Encontro da Imprensa de Santa Catarina em Chapecó é organizado pela Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e MB Comunicação Empresarial/Organizacional com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL).
Antoninho iniciou na radiodifusão em 1954, como um dos apresentadores do Programa “Roda do Chimarrão”, na Rádio Rural de Concórdia, onde permanece até hoje. Além da Rural, atuou também na Rádio Salete, de Marcelino Ramos (RS). Paralelamente a carreira de comunicador, tornou-se conhecido no sul do País como cantor de estilo regional, principalmente da música gauchesca.
Antoninho, cujo nome de batismo é Antonio Ricardo Comassetto, nasceu em 04 de março de 1930 nas barrancas do Rio Ibicuí, em Santa Maria da Boca do Monte. Deixou sua terra natal ainda menino, para viver em Concórdia, no oeste catarinense. Seu pai, Ângelo Comassetto, foi um grande gaiteiro nos bailes do rincão. Por isso, Antoninho traz um estilo próprio de cantor campeiro, como um homem que nasceu com o dom de repentista e com a missão de cantar.
Iniciou sua atividade artística em 1954, como um dos integrantes do programa “Roda de Chimarrão”, ainda em atividade na Rádio Rural de Concórdia. Logo depois, Antoninho também começou a apresentar seu próprio programa, “Saudades da Minha Terra”, levado ao ar todos os domingos pela mesma emissora.
As composições, gravações e os muitos sucessos colecionados ao longo de sua trajetória musical deram origem também ao programa “Antoninho Canta na Rural”, dedicado às músicas do cantor e às interpretações de amigos e convidados. O primeiro disco gravado por Antoninho data de 1972: o compacto “Saudades da Minha Terra”. Depois desse, vieram mais dois LPs e três CDs. Recentemente, Antoninho lançou um DVD em que reúne seus maiores sucessos em produção audiovisual. Antoninho cultiva sua paixão pelo Rádio, meio de comunicação em que leva sua mensagem ao Oeste catarinense, noroeste do Rio Grande do Sul e sudoeste do Paraná há 59 anos. (Com informações de Marcos Bedin)
Compartilhar
Acaert Notícias
Antunes Severo/Blog

O Mário Vendramel havia trocado de carro e quando chegou à Rádio, em meio ao bate-papo ele nos disse que havia estacionado ali em frente à Bedois, na Rua Barão do Rio Branco.




Os bons tempos do rádio esportivo brasileiro já não existem mais. Até 2000 o jornalismo esportivo brasileiro estava presente em todos os grandes acontecimentos dentro e fora do pais.
É preciso lembrar que a 4ª geração do celular promete velocidades no mínimo dez vezes maiores do que a atual transmissão de dados. Mas a sua evolução será lenta em todo mundo.



Vivemos agora os tempos do “ficar”, essa expressão tão elástica adotada pelos jovens, significando algo entre o contato fugaz traduzido em beijos e carícias até um relacionamento um pouco mais sério e duradouro.
Durante o debate sobre os 10 anos de governo petista a filosofa Marilena Chauí, musa da falecida esquerda brasileira, vociferou, sob chuva de aplausos: “Eu odeio a classe média”. Só Sigmund Freud explica porque a classe média presente ao encontro se odeia tanto.
A emissora boliviana Rádio Santa Cruz, que emite da cidade do mesmo nome, tem tido boa performance de sintonia, aqui no Brasil, na frequência de 6135 kHz.
O Pelas Ruas da Minha Cidade foi até a Praia Comprida, no Caminho dos Açores, para conversar com o fundador do Grupo Engenho, Alisson Mota.