Arquivo para categoria 'Artigo'

A crise é dos gigantes

18/06/13

Os professores desistiram, querem somente salários mais altos. Os políticos não são muito diferentes. Eles já têm altos salários e não querem perder o poder. E os jornalistas, ah! os jornalistas, esses vão na onda.

Academídia | Jornalismo | Artigo

O jornalismo é uma profissão que exige um pouquinho de leitura do jornalista. É quase um bordão: jornalista, para escrever bem, tem que ler. O problema é que o conhecimento machuca as ideias e o leitor se vê diante de três opções para a vida: ser bonzinho e lutar pelo coletivo; ser individualista e se aproximar do poder; não fazer nada e só falar algo quando sentir vontade ou for convidado.

Os jornalistas dividem-se entre a primeira e a segunda opção e a terceira é escolha comum das pessoas simples: motoristas de ônibus, cobradores, pintores, empregadas domésticas, enfermeiras, jogadores de futebol e a quem mais o chapéu servir e a consciência incomodar com essa leitura.

A história costuma preservar aqueles que escrevem com a sabedoria dos anciões e o tesão e aventureirismo dos mais novos. Esses dois ingredientes atrelados ao amor incondicional pelo ofício e à dedicação de uma mãe e pronto, mais cedo ou mais tarde o mundo há de reconhecer a qualidade do comunicador. O talento? A dedicação tratará de desenvolvê-lo. Leia mais…

Compartilhar

A jornada científica do rádio

20/05/13

Tiago Eloy Zaidan

Academídia | Artigo

O rádio mobiliza multidões. Imagem Scielo.br

A partir do desenvolvimento da tecnologia da radiodifusão, passando pela criação da primeira emissora do Brasil, o rádio representa um verdadeiro case da ciência em movimento. Tal história é permeada por nomes de cientistas brasileiros, como Landell de Moura e Roquette-Pinto. Com o fim da Primeira Grande Guerra Mundial, em 1918, a companhia Westinghouse vê-se impelida a reposicionar sua mercadoria: aparelhos receptores do tamanho de mochilas. Durante o conflito, tal tecnologia supera a telegrafia, o telefone e os recursos postais na basilar função de orientar o deslocamento das tropas e de comunicação. A diversificação natural parece ser o oferecimento dos parelhos receptores aos usuários domésticos.

Imagem Alessandro

E, como incentivo necessário à adesão da tecnologia pelos cidadãos comuns, o fabricante trata de instalar uma estação transmissora – a KDKA – dentro do próprio parque industrial em Pittsburgh, EUA. Dessa forma, quem se aventura a adquirir o antigo aliado de guerra pode ouvir uma precursora programação, inaugurada pela cobertura dos resultados da eleição presidencial norte-americana de 1920.

A estratégia bem-sucedida gera um círculo virtuoso na medida em que a ampliação do número de receptores estimula o surgimento de novas emissoras e programas.

É o advento de uma mídia que se tornaria uma das mais populares do mundo: o rádio. Leia mais…

Compartilhar

1 trilhão de vidas

23/04/13

Academídia | Ensaio | Jornalismo Unisul

Nícolas David

O Instituto de Pesquisas Estopim (IPE) além de homenagear essa frondosa angiosperma, também é responsável por estudos estatísticos que embasam as análises do Grupo Estopim de Comunicações (GEC). Nossos profissionais visitaram cemitérios, maternidades e parteiras em todo o mundo a fim de saber quantos cidadãos já passaram pela terra. Este trabalho começou em novembro de 2012 e em janeiro de 2012 a Terra ainda contava 999.345.346 pessoas.

O nascimento do cidadão 1 trilhão estava previsto para 13 de abril deste ano, mas uma parteira de Xapuri, no Acre, admitiu que errou nas contas, aumentando o número de nascimentos que ela fez. Corrigida a contagem, o menino Lindolf Stoievsk, nascido na Rússia, às 4h da manhã, de 15 de abril, de uma segunda-feira qualquer de 2013, é o cidadão de número 1 trilhão a pisar na Terra. Leia mais…

Compartilhar

Os camaradas da vizinhança

2/04/13

Nicolas David *

Davi e Golias. Imagem internet

Na Grande Florianópolis, não faltam wwws a fim de publicar conteúdo jornalístico. São sites, portais e blogs, que deixaram de ser diários pessoais de autores quaisquer e viraram cases de sucesso. Os posts assinados pelo jornalista Moacir Pereira, colunista político do Diário Catarinense, do grupo RBS, exemplificam bem o cenário. O blog do Moacir, assim como o de outros colunistas, está vinculado ao site do jornal e pertence à colcha de retalhos campeã de acessos no estado que é o Diário Catarinense. A concorrência, aqui praticada pelo jornal Notícias do Dia, do grupo RIC, não deixa a desejar nesse aspecto. Seus colunistas também escrevem em blogs e os links são exibidos no site do jornal em banners bem chamativos.

Essa imensidão infinita de endereços eletrônicos gera mais e mais acessos aos sites das mídias de massa aqui da região. A prática se repete em outros estados do Brasil. O blog do Noblat é destaque no site de O Globo e também o mais popular dessa lucrativa estratégia de marketing. Ocorre que, eventualmente, o visitante do blog navega no site da empresa e vice-versa. Isso torna os wwws dos jornais mais rentáveis, pois, se bem acessados são atrativos aos patrocinadores e ao seu precioso, valioso e indispensável incentivo financeiro.

São estratégias financeiras, sim. Daí, os humanistas de plantão dirão que os donos de jornais são mercenários. Aham! Estamos falando de empresas jornalísticas. Leia mais…

Compartilhar

O comércio da dignidade

28/01/13

É tempo de aumentar o número de ditados conhecidos pelos homens, ou refrescar a memória dos mais sabidos com palavras que eles já conhecem. Um dito popularesco é a base desses pensamentos, e outros vêm de brinde. Sem mais suspense, eis a libertação dos dizeres que são o eixo dessa narrativa. Não é comum aos autores entregar tudo no primeiro parágrafo, mas no auge do bom humor de um ranzinza, tudo é possível, então aí está: o trabalho dignifica o homem!
Agora, vamos criar cenário e ilustrar a força dessa reflexão com um pobre coitado personagem. Deixemos de lado quaisquer identificações. Trata-se de um garoto que ainda não é dono do próprio nariz (mais ditado), para ser mais exato, no cume da puberdade, quando as espinhas e os cravos sintetizavam uma bela descrição da face e as preocupações são a escola e os romances possíveis com as menininhas difíceis da mesma idade. Leia mais…

Compartilhar

Sapiência Humana

21/01/13

Comparações com girinos e espermatozoides e especulações sobre a origem da vida na Terra. Não se sabe o que exatamente nos trouxe até aqui. Um monte de teorias religiosas e científicas perambulam nossas mentes como os espermatozoides fazem na corrida pela perfuração do óvulo. Esta, aliás, é uma das verdades que ninguém questiona sobre a origem da vida. É nela que nos concentraremos. Valha-me Deus, não há maneira mais eficaz de abordar o tema do que essa, pois a Igreja Católica não encherá o saco como no caso das células tronco. Trata-se apenas dos objetos lançados no jato da vida. Leia mais…

Compartilhar

Uma história sem fim

14/01/13

Rufino de Medeiros tem história de personagem da literatura infantil. Não é daqueles senhores bobocas que o autor criou em outros momentos recheados de problemas existenciais. Rufininho, no começo dessa trama, tem apenas oito anos e não é dono de seu nariz, que pertence a Estela Rufino. A primeira vez que a mãezona mostrou sua força foi na decisão do futuro profissional do filho. Ele era mais que aqueles atletas de fim de semana e só não foi jogador de futebol em clube grande porque a mãe achava que isso era coisa pra malandro e o único filho dela tinha que ter estudo para ser alguém na vida, a exemplo do pai, que vivia no céu. A humildade da mulher somada a sua ignorância foram determinantes mais de uma vez na vida do menino que, protegido e orientado desde sempre teve problemas para ser adulto. Leia mais…

Compartilhar

Chamado de Assis

9/01/13

Há tempos não consigo ter tempo para parar e assistir ao filme do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, do falecido Machado de Assis. O filme me chama, eu vou e não vou e acabo não indo mesmo.

Em um tempo nem tão passado, arrisquei matar essa maldosa vontade, e quase deu certo, mas no final, não deu. Frustrei-me a tal ponto que talvez eu nem tenha mais essa vontade de assistir. É um desejo saudoso, mas coxo. Sublime e nostálgico, mas coxo. Se sublime, por que coxo? Se coxo, por que sublime? Leia mais…

Compartilhar

Rádio Além das Fronteiras

15/10/12

A próxima edição da Revista Significação – Revista de Cultura Audiovisual trará o dossiê “Rádio Além das Fronteiras”. Serão aceitos artigos que abordem o rádio no Brasil e no mundo, especialmente os que abordem temas como as possibilidades de experimentação e renovação estética da linguagem radiofônica, a inovação tecnológica e os novos espaços de veiculação. A revista é semestral e os trabalhos devem ser originais e inéditos (de autoria individual ou coletiva) de doutores, além de textos de doutorandos em coautoria com doutores. Os artigos devem ser enviados até 15 de março de 2013, para o e-mail significacao@usp.br . Além de artigos, podem ser propostas resenhas de livros recentemente lançados. As normas para publicação, bem como as edições completas para leitura podem ser encontradas aqui.

Compartilhar

WebRadio, a metamorfose da comunicação – 2

16/08/12

Em agosto de 2009 a Editora Insular de Florianópolis, SC, lançou WEBradio – novos gêneros, novas formas de interação -, da jornalista, doutora em Linguística Aplicada, Nair Prata. Nair gradou-se e doutorou-se pela Universidade Federal de Minas Gerais e com a tese que deu origem ao livro ganhou o 3º lugar no Prêmio Freitas Nobre de Doutorado, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), entre outros. Trago essa informação para reintroduzir a tecnologia como tema de consideração nas discussões acadêmicas, técnicas, políticas,  empresariais e profissionais sobre o estado atual da radiodifusão, sobre as atuais tendências e o que está por vir num futuro muito próximo. Para isso passo a palavra ao professor Eduardo Meditsch que comenta o livro de Nair Prata no artigo Da radiodifusão à rede, postado na orelha esquerda do livro de Nair Prata. Leia mais…

Compartilhar

A perda no caminho

25/06/12

ACADEMIDIA | Artigo | José Paulo Paes

A reflexão de José Paulo Paes no artigo “A perda do caminho” feita no início da década de 1980 bem demonstra que tanto o rádio como a televisão continuam sendo consumidos como algo muito vulgar que na realidade, nenhum dos dois meios é. Passados 40 anos, o que se vê é a exposição cada vez mais intensa de conteúdos midiáticos sem a necessária qualificação que deveriam ter e que não têm pela desídia de governos irresponsáveis, empresários em sua grande maioria despreparados e ouvintes e telespectadores submissos. Pois como diz o autor “Melhor se faria a comemoração dos sessenta anos de rádio no Brasil se, em vez de evocar saudosisticamente os seus bons tempos, se refletisse a cerca do que representou a substituição do aparelho de radiofonia pelo aparelho de televisão no altar-mor dos lares domésticos. E essa reflexão bem que poderia tomar por epígrafe a velha anedota do sujeito que chegou em casa entusiasmado com o último aperfeiçoamento tecnológico de que tivera notícia: um televisor que, dispensando a imagem, só transmitia o som puro…”. Confira.

Compartilhar

Os caminhos pedregosos do jornalismo

25/06/12

Quase final de semestre nas escolas e nas universidades. Nos cursos de Comunicação Social, a correria é grande para vencer a terrível barreira que se antepõe entre a conclusão e a não conclusão do curso. A sombra do TCC persegue todos, sem exceção e sem escolher cara, lugar ou hora: vai de quando o futuro jornalista acorda, chega no banheiro, olha no espelho e vê meio confuso, a dupla imagem que o persegue implacável: continuar estudante ou assumir a postura de jornalista desempregado. Isso, porém, ainda não é tudo. Tem a concorrência daqueles que têm jeito para escrever, como alerta o jornalista Humberto Werneck em artigo no Suplemento Literário de Minas Gerais, edição especial “Reflexões sobre o jornalismo cultural”, Belo Horizonte, 2012 e reproduzido pelo OI. Confira.

Compartilhar

Os conglomerados e a cultura enlatada

18/06/12

O fenômeno da globalização, na contramão das afirmações dos pesquisadores mais otimistas, não é uma questão resolvida nos planos da comunicação e da cultura

ACADEMIDIA | TV e Globalização

Valério Cruz Brittos e Andres Kalikoske

Os processos de desregulamentação, transnacionalização e oligopolização das últimas quatro décadas foram cruciais para o desenvolvimento dos conglomerados de comunicação. O fenômeno da globalização, na contramão das afirmações dos pesquisadores mais otimistas, não é uma questão resolvida nos planos da comunicação e da cultura. Ao contrário, encontra-se em plena ascensão, a partir dos novos modelos de negócio que fomentam ambientes de poucas companhias mundiais difundindo cultura para amplas audiências. Mas o atual momento apenas foi possível a partir de movimentos fundamentais, tais como a privatização, que implica a transferência de ativos detidos pelos setores públicos para investidores privados e a conversão de organizações públicas em companhias privadas; a liberalização, a partir da permissão da entrada de novas operadoras nos mercados, anteriormente monopólios ou dominados por mais de um operador; e a comercialização, que constitui no o alargamento da esfera do mercado da cultura e da comunicação. Leia mais…

Compartilhar

HB 123: Dr. Blumenau vê seus planos desprovidos de rescursos

29/02/12

Aumentava o desespero e cresciam as dificuldades para o Dr. Blumenau. Assim foi o início das atividades da colônia após a recepção aos dezessete primeiros imigrantes. Estava sem meios para fazer frente aos compromissos cada vez maiores. A realização dos seus planos, que eram muitos e muito bem fundamentados, dependia de muito dinheiro. E ele havia perdido o apoio da Sociedade Protetora dos Imigrantes, extinta em Hamburgo, e deixara de contar com o beneplácito do governo da Província e do Império. Ficava, assim, completamente desprovido de recursos. Há quem registre que o seu sofrimento era de enlouquecer… inimaginável para quem não estivesse no seu lugar. Leia mais…

Compartilhar

HB 122: A sorte estava lançada

22/02/12

Era tudo diferente. Os imigrantes deixaram uma Alemanha que oferecia condições de vida bem melhores. Era um país já definido, com situação econômica estável, ainda que pudessem subsistir circunstâncias políticas motivadoras do desejo de mudar de ares. Por outro lado, o chamamento da terra prometida tem sido atração muito forte desde tempos imemoriais. O aceno para uma nova vida, com a possibilidade de realização dos mais caros sonhos, se mostrava capaz de atrair os mais desassombrados. Fazia atravessar mares, em busca do desconhecido, superando obstáculos, vencendo dificuldades, ultrapassando barreiras, a todos quantos se deixaram sensibilizar pelo eldorado destas terras. Leia mais…

Compartilhar

UM REI DO CARNAVAL

19/02/12

O Carnaval sempre foi uma festa tipicamente de rua, eminentemente popular!As ruas de Nice, Veneza e Nova Orléans são testemunhas desse “reinado” que extingue, temporariamente, os protocolos sociais e com isso aproxima as pessoas.Foi no Brasil, no entanto, que Momo estabeleceu seu trono. Fosse em corsos, bandas, cordões ou qualquer outra manifestação, com ou sem máscaras, era nas ruas que ele encontrava sua maior expressão, em músicas e danças. Era comum ver janelas se abrirem para saudar foliões; e não era raro vê-las, logo em seguida, serem fechadas, para que os moradores também se juntassem à brincadeira.
Leia mais…

Compartilhar

HB 121: A Realidade se impunha ao colonizador

15/02/12

A dois de setembro de mil oitocentos e cinqüenta chegaram os dezessete primeiros colonos. Essa é, sem dúvida, a data mais conhecida da história de Blumenau, pois é a data, oficial, da sua fundação. O que pouca gente sabe é que o Dr. Blumenau considerava outra data como sendo a da fundação da colônia. Para ele, o momento mais significativo do início de tudo foi o da distribuição dos doze primeiros lotes de terra. E isso aconteceu no dia vinte e oito de agosto de mil oitocentos e cinqüenta e dois. Para ele, portanto, esse era o marco inicial. Assim foi até mil oitocentos e oitenta e três, ano da instalação do Município de Blumenau, quando o Intendente José Bonifácio da Cunha propôs e a Câmara Municipal aprovou o dois de setembro como a data de fundação de Blumenau.  Leia mais…

Compartilhar

HB 120: Diante dos obstaculos eis que chegam os imigrantes

8/02/12

Após narrar os primeiros contratempos enfrentados na sua volta da Alemanha, em mil oitocentos e cinqüenta, Dr. Blumenau continua abordando os efeitos da falta de ação do sócio Fernando Hackradt. E isso comprometia os planos para recepção aos primeiros imigrantes, já a caminho do Brasil. Continua ele sua carta: “meu sócio estava firmemente decidido a retirar-se. Como um verdadeiro irmão eu aceitei a minha parte nos prejuízos, sem reclamação, continuando a estimá-lo e a considerá-lo, atribuindo ao imprevisto, à fatalidade, os danos sofridos. Mais tarde verifiquei que a maioria deles aconteceu pela sua negligência muito culpável. Leia mais…

Compartilhar

O que dizem as manchetes nos grandes e pequenos títulos

18/01/12

Luciano Martins Costa – MÍDIA | OI no Rádio

Em geral, é nas manchetes e nos grandes títulos que ocupam o alto das páginas dos jornais que o leitor vai buscar assuntos para suas conversas e a consolidação de suas opiniões. Essa é a razão principal para haver uma hierarquia entre as notícias: os jornalistas sabem que existem fatos mais e menos importantes, para mover a opinião do público e, obviamente, aplicam os critérios adotados em cada publicação para fazer essas escolhas.Um jornal ou revista que não seja capaz de se manter entre os principais interesses de seu público certamente não pode assegurar que continuará circulando por muito tempo. No entanto, eventualmente a realidade do mundo pode ser captada com mais precisão e abrangência em pequenas notas, ou até mesmo em uma palavra perdida em meio ao noticiário mais atrativo. Leia mais…

Compartilhar

Rádio de todos os dias, de todos os tempos – Final

26/09/11

Radiojornalismo no Brasil: fragmentos de história

A jornalista e professora Gisela Swetlana Ortrivano, que já escrevera A Informação no Rádio, publicado pela Summus, fez parte da edição especial da revistausp com o artigo que sintetiza boa parte da história do radiojornalismo no país e que foi publicado na edição comemorativo dos 80 anos do Rádio no Brasil. De início, ela assinala um dos fatos que mais têm contribuído para o descrédito do rádio em sua história recente: o radiojornalismo ainda afigura na grade de programação em grande parte das emissoras exclusivamente para cumprir as determinações legais. Isto é, limitam-se a preencher o horário sem atender ao fundamental que é a informação noticiosa, analítica e opinativa. Leia aqui o artigo completo.

Compartilhar
 
 
         
© 2010 por Caros Ouvintes. Todos os direitos reservados.