Arquivo para categoria 'Jornal'

O rádio vai à escola

19/06/13

Uma iniciativa despretensiosa em Biguaçu/SC chega às escolas e conquista alunos e seus familiares

Prof. Luiz Carlos Silva

Tudo começou quando Luiz Carlos Silva, professor de língua estrangeira no Colégio Educar apresentou aos alunos a proposta de um projeto chamado Rádio Escola. O projeto funciona da seguinte forma, ele explica: “Escolhe-se um tema, se faz uma pesquisa de campo, convida-se pessoas relacionadas a área e se faz um programa ao vivo transmitido pela internet”.

Os alunos participam diretamente do projeto, desenvolvendo as entrevistas, produzindo e apresentando o programa. “Estou muito satisfeito com o resultado. Tem sido um sucesso, completa entusiasmado o professor.

Com a repercussão do programa de rádio, logo em seguida foi desenvolvido o projeto do Jornal Educar. Os alunos produzem o jornal do Colégio com notícias internas e externas e da comunidade.

“Nesse projeto os alunos desenvolvem as habilidade de comunicação oral e escrita com as entrevistas. Agora eu e o professor Fernando começamos a montar um projeto que se chamará Rádio Novela. O objetivo é resgatar o conto através do rádio. Estamos apenas no começo mas em breve isso se tornará realidade”, finaliza o professor Luiz Carlos Silva.

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Prêmio CNI de Jornalismo define os finalistas de 2013

3/06/13

Comissão de Seleção escolhe quais são os três melhores trabalhos em 12 categorias. Definição dos vencedores sai dia 30 de julho

Depois de quase um mês de análise e dois dias de debates, a Comissão de Seleção definiu os finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2013. Os três melhores trabalhos em 12 categorias foram indicados e seguem agora para avaliação da Comissão de Julgamento. A reportagem vencedora do Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo sai dessa lista.

A Comissão de Seleção do Prêmio CNI foi formada pelos jornalistas Isabel Versiani (Folha de S.Paulo), Mauro Zanatta (Valor Econômico), Leonêncio Nossa (Estado de S.Paulo), Regina Alvarez (O Globo), Rodrigo Orengo (Band News), João Beltrão (TV Record), Rose Nascimento (SBT), Clarissa Oliveira (Portal IG) e Luciano Pires (FSB Comunicações). Confira os finalistas.

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Vida longa ao impresso

4/05/13

Na minha frente um jornal inteiramente dedicado ao Rádio. Editado em Curitiba por João Nunes Cotar, de saudosa memoria, o Show de Jornal circulou por bom tempo na década de 1950.  Neste exemplar  editado no dia 1º de setembro de 1959, Mauro de Alencar, um elegante e talentoso animador de auditório é destaque ao lado do gaúcho Ayrton  Fagundes, notável noticiarista da Rádio Clube Paranaense e mais tarde da Rádio Cultura do Paraná. Souza Moreno defendia suas opiniões sobre a Associação Paranaense de Rádio, Aluízio Finzetto relatava sua viagem de estudos  na Alemanha.

Na página 4, se noticiava  a realização do Segundo Festival do Rádio Brasileiro, uma promoção da Rádio Difusora de Itajaí sob o comando de Antunes Severo.

O Show de Jornal era leitura obrigatória dos profissionais do rádio, sempre atentos às novidades e promoções que eram realizadas, como escolha dos melhores do ano.

A reinauguração do Bar do Radialista ganhou notícia com direito a fotografia mostrando um grupo de profissionais comemorando a volta de seu ponto de encontro no centro da capital paranaense.

Nessa mesma época a Revista do Rádio, de circulação nacional contava o que acontecia nos grandes centros radiofônicos da época, Rio de Janeiro e São Paulo. Tudo isso está sendo revivido neste momento com objetivo de reafirmar a importância do jornal impresso como arquivo de momentos históricos registrados em suas páginas.

A historia do Rádio foi contada e impressa em dezenas de veículos impressos que andam perdidos em baús de antiguidades ou apenas na memória de algum remanescente daquela época.

A importância do jornal impresso para a preservação da memoria é inquestionável. O jornal que registra o cotidiano de uma comunidade, as ações de um governo, as conquistas nas artes, esporte etc. é o repositório da história de todos nós.

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Aldírio Simões de Jesus [05jan1942 * 22jan2004]

5/01/13

FALA MANÉ

Eterno em nosso coração

Homenagem do Instituto Caros Ouvintes e seus amigos

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Blumenau e sua imprensa

26/11/12

A história da imprensa de Blumenau em boa parte foi contada pela Revista Blumenau em Cadernos que circulou até 1966. Por sua vez, felizmente, o pesquisador Adalberto Day dá continuidade ao registro da história de Blumenau e sua imprensa  no blog que mantem na Internet. Na edição desta semana ele traz à tona o tema com a reprodução de reportagem sobre o lançamento do jornal A Tribuna que começou a circular em setembro de 1957 por inciativa dos jornalistas Gentil Telles e Evelásio Vieira. Nesse mesmo período Lazinho (Evelásio) também fundou a Rádio Nereu Ramos, hoje a emissora com maior potencia no estado de Santa Catarina. Confira matéria completa aqui.

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Papo cabeça com Luiza Lins

18/11/12

Produtora cultural destaca o cinema como forma de construção da cidadania: vem aí a Mostra de Cinema e Direitos Humanos

Outras mídias | Cinema

Carlos Damião

Luiza Lins é cineasta e produtora cultural e tem uma trajetória excepcional na produção de mostras cinematográficas em Santa Catarina. Foi presidente da Cinemateca Catarinense e produtora executiva de vários projetos culturais. É coordenadora geral da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e produtora local da Mostra de Cinema e Direitos Humanos, programada para o período de 3 a 8 de dezembro deste ano, no Cesusc, com entrada franca.

Como surgiu essa tua paixão pelo cinema, melhor ainda, por esses “recortes” temáticos de cinema? Leia mais…

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Histórias dos Jasc

11/11/12

Roberto Alves *

Banco de dados/DC

Criada em 1960 por Arthur Schlösser, em Brusque, a maior competição poliesportiva de Santa Catarina já produziu campeões e atletas olímpicos e confraternizou o Estado esportivamente. Reuniu nomes famosos, teve o mérito de unir a imprensa esportiva e proporcionou histórias que jamais serão esquecidas. Na foto, a competição de atletismo dos primeiros Jogos Abertos de SC.

Banco de dados/DC

O pássaro (1)

Murilo Barreto (à esquerda na foto ao lado) era correto em tudo o que fazia e jamais admitiria que alguém ferisse sequer um passarinho perto dele. Murilo era árbitro de natação, entre outras modalidades. Quando o árbitro gritava “Aos seus lugares”, os atletas assumiam a posição de salto na piscina. Em seguida vinha o tiro de espoleta ou algo parecido para a largada da prova.

O pássaro (2)

Em Florianópolis, durante uma edição dos Jasc, na piscina do Lira Tênis Clube, um gaiato manezinho jogou um passarinho morto na piscina após o tiro de largada. Prova suspensa, e Murilo acreditou que seu tiro de largada tinha matado o pássaro em pleno voo. Religioso, homem de fé, custou a se reabilitar do ocorrido e demorou para a competição na natação continuar. Leia mais…

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IV Semana da Imprensa acontece de 5 a 10 de novembro

27/10/12

Amanda Garcia Ludwig

Mario Belolli

A IV Semana da Imprensa já tem da marcada para acontecer: do dia 5 ao dia 10 de novembro. Serão palestras, lançamentos de livros e divulgação sobre os diversos ramos da comunicação criciumense. O evento é organizado pelo historiador Mário Belolli e acontece em diversos pontos da cidade. Um dos diferenciais da semana é o projeto Imprensa na Escola, em que profissionais conversarão com estudantes sobre a profissão de comunicador. Já estão confirmadas as presenças de Antunes Severo, Ana Cristina Lavratti e Maria Cristina de Patta. Severo foi radialista por dez anos e foi escolhido como o melhor animador de Rádio do Estado do Paraná e de Florianópolis. Foi, ainda, o primeiro gerente comercial e executivo da RBS em Santa Catarina, gerente de marketing da Band e diretor comercial do Jornal O Estado. Leia mais…

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Morre Arthur O. Sulzberger, presidente do New York Times

30/09/12

Nos 34 anos em que esteve à frente da publicação, ele liderou importantes mudanças no jornal, cuja tinta está no sangue de sua família há quatro gerações

Morreu neste sábado, aos 86 anos, o presidente do jornal The New York Times, Arthur O. Sulzberger. Nos 34 anos em que esteve à frente da publicação, Sulzberger comandou importantes mudanças no jornal, cuja tinta está no sangue de sua família há quatro gerações. Jornal, Sulzberger morreu em casa, em Southampton, Nova York, em função de uma longa enfermidade, informou o jornal. Tendo passado pelos cargos de editor, presidente e executivo-chefe do Times, Sulzberger assumiu o comando do jornal em 1963. Na ocasião, a publicação enfrentava uma grave crise financeira. Um dos mais importantes episódios na passagem de Sulzberger pelo comando do jornal foi o caso dos “Pentagon Papers”. Em junho de 1971, o Times passou a publicar uma série de reportagens com documentos secretos sobre a Guerra do Vietnã, que revelavam uma série de fraudes em Washington para encobrir os tropeços do governo americano em meio a uma guerra tão impopular. Na ocasião, o então presidente Richard Nixon chegou a pedir que as publicações fossem interrompidos, mas o jornal se recusou. O caso acabou decidido pela Supremo Corte americana, que permitiu que o Times seguisse com as reportagens. Em 1990, quando entregou as rédeas do jornal a seu filho, a empresa havia se transformado. O Times era, então, uma publicação de âmbito nacional, distribuída de Norte a Sul dos Estados Unidos – e muito mais do que apenas um veículo impresso. A empresa expandiu-se, abrangendo novos jornais, revistas, canais de televisão e estações de rádio, além de alguns empreendimentos on-line. (Burk Uzzle/The New York Times/AFP)

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Mulheres

26/09/12

Pedreiro, nunca ouvira falar de Simone de Beauvoir, Hannah Arendt ou Rosa de Luxemburgo. E nem de Virginia Woolf ou Sylvia Plath. Clarice Lispector, Nélida Piñon, Raquel de Queiroz? Não, não era dado a livros. Até aí, tudo bem, deixara a escola aos 12 anos para ajudar o pai nas construções e pegou professoras que lhe empurraram Machado e Alencar goela abaixo, sem didática e anestesia. Fazer o quê? O problema era outro. Quando lhe disseram que Indira Gandhi foi uma estadista, torceu o nariz e fez cara de quem passava ao largo dos acontecimentos para além do paralelo 27. Leia mais…

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O kamikaze & o homem-bomba

19/09/12

É fatal: basta um maluco qualquer, em qualquer parte do mundo, fazer qualquer provocação que parte do mundo muçulmano se convulsiona em termos que, para nós, os pecadores ocidentais, parece o fim do mundo. É outro motivo de angustia, mesmo estando longe. Foi assim com as polêmicas caricaturas do jornal dinamarquês Jyllands-Posten sobre Maomé em 30 de Setembro de 2005, que satirizavam a figura do profeta e é agora com o cineasta estadunidense com seu filme tido como de baixa categoria e vai ser assim enquanto as motivações de hoje não forem superadas. Não é fácil entender o fenômeno com profundidade, pois acho que agora a crise econômica também pesa. Alguns tópicos, porém, são possíveis. Um deles, o mais óbvio, é que, nessas ocasiões, o antiamericanismo barato aflora de modo mais primário e nos cega. Leia mais…

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Luiz Perroni Pereira, uma vida dedicada à comunicação

17/09/12

Perroni iniciou sua longa atuação na comunicação social em 10 de março de 1953, na Rádio Charrua de Uruguaiana. Nessa emissora, até o ano de 1964, exerceu as funções de repórter esportivo, narrador esportivo, chefe da equipe esportiva, redator e apresentador de radiojornalismo. Simultaneamente, neste mesmo período, manteve colunas esportivas nos jornais A Vanguarda e A Fronteira de Uruguaiana, e A Plateia de Livramento. De 1964 a 1965 teve a passagem de um ano na Rádio Nereu Ramos de Blumenau, como repórter e narrador esportivo. No período de 1966 a 1968 foi narrador esportivo, redator e apresentador de notícias na Rádio São Miguel de Uruguaiana. De 1971 a 1976, dedicou-se com tempo integral ao INPS, onde era funcionário do quadro desde 1960. E, com isto, galgou os postos de Agente do INPS em São Sebastião do Caí (RS) e na maior agência da previdência social do interior, em Rio Grande (RS). Nesta cidade, recebeu no ano de 1975, o título de cidadão honorário da Câmara de Vereadores. Leia mais…

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Paulo Dutra: a perda de um amigo e de um grande profissional

16/09/12

Moacir Pereira | DC

“Seu nome: Clemente Paulo Dutra. No mundo jornalístico e entre populares e admiradores, era Paulo Dutra. Uma figura extraordinária, comunicativo com seus colegas e semelhantes, profissional de mão cheia, criativo e requintado no aspecto técnico. Marcou época como repórter fotográfico da revista Manchete, realizando grandes reportagens em Santa Catarina, em parceria com Salim Miguel e outros repórteres da publicação do grupo Bloch. Com ele realizei minha principal reportagem para a Manchete em há exatos 40 anos, na cidade de Treze Tílias. Nascia ali “O Tirol Brasileiro”, título da matéria que virou o slogan da cidade e, pelas mãos do competente secretário Bernardo Moser, mudou a paisagem arquitetônica e cultural de Treze Tílias. Paulo Dutra brilhou, também, como competente fotógrafo de “O Estado”, na fase áurea do “mais antigo matutino de Santa Catarina”, na segunda metade do século passado. E teve destacada atuação no “Jornal da Semana”, uma experiência excepcional de jornalismo gráfico, liderada por Paulo da Costa Ramos, com a atuação destacada de Sérgio da Costa Ramos, Sérgio Lopes, Carlos Damião, Bento Silvério. Tive o privilégio de integrar aquela extraordinária equipe e ali realizar os trabalhos jornalísticos de maior repercussão na imprensa catarinense na década de oitenta.”

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Os fiscais, os candidatos a vereador & o mensalão

12/09/12

UM – O bordão da moda é fiscalização. Falta fiscalização em tudo, alegamos a todo instante diante de crimes que se repetem. No meio ambiente, na saúde, no transito, nas ações de governo, no exercício profissional, na ação de menores, nas escolas, não importa a área, a queixa é a mesma: inexistência de fiscalização. Talvez nesse ponto exista uma rara unanimidade nacional, ou seja, nossa carência de fiscais é mastodôntica. Indago: é por falta de um ente tão requisitado que acabamos não respeitando as leis? Diante do clamor por mais fiscais e fiscalização fui ao amansa burro. Nada de especial, mas a ilação que brota intriga: somos imaturos? Explica o dicionário: fiscal é a pessoa encarregada da fiscalização de certos atos ou de execução de certas disposições. Fiscalizar é submeter algo ou alguém a atenta vigilância. Atento é aquele que presta atenção, é cuidadoso. Vigilância é precaução, cuidado, prevenção. Leia mais…

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Com sabor de amendoim

3/09/12

Imagem cedida pela família

Gosto e cheiro. Esta crônica impregna no olfato do leitor o cheiro de amendoim torrado, ou do amendoim doce. E tem o gosto do amendoim que, agora, mastigo, depois de ter quebrado a casca com alguma dificuldade. Este amendoim, ainda cru, fazia parte da reserva de Genésio José de Oliveira, o vendedor ambulante mais famoso da Unisul. Ele era o tio do amendoim e deixou-nos sem mais. Vítima de um atropelamento, não resistiu aos ferimentos na cabeça e partiu. Fiquei sabendo da sua morte numa conversa pela internet. Depois do baque, comecei uma apuração jornalística na tentativa de localizar a família a fim de entrevistá-los para uma matéria e consegui. No outro lado da linha, atendeu-me, Genésio. Enganou-se o leitor se pensa que se tratava de um Júnior, ou um Filho, que nada, Genésio Vieira era genro de Genésio José de Oliveira e há 16 anos está casado com Cleia de Oliveira, filha mais velha do tio do amendoim. E a coincidência não tem outro nome senão coincidência. Educadamente, Genésio, o genro, topou a entrevista. Acompanhado de uma excelente fotógrafa, fui destinado a conhecer e a contar, depois, a história do mais importante vendedor que a Unisul já teve o prazer de permitir concessão ao comércio. As fontes seriam os familiares, e a casa o estúdio. Leia mais…

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A morte do folclorista Doralécio Soares

1/09/12

Moacir Pereira

Faleceu na quinta-feira, 30/8, em sua residência, vítima de insuficiência respiratória, aos 97 anos de idade, o jornalista Doralécio Soares, presidente da Comissão Catarinense do Folclore e um dos maiores defensores do folclore no Estado. A Fundaçao Cultural Franklin Cascaes registrou o luto da área cultural da Capital e deu mais informações sobre a biografia do escritor falecido: “Nascido na cidade do Recife (PE), em 23 de outubro de 1914, Doralécio Soares iniciou seus estudos com Luís da Câmara Cascudo, um dos mais respeitados pesquisadores do folclore brasileiro. Aos 22 anos de idade, especialista em fotografia e tipografia, veio para Florianópolis ajudar na implantação da Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina (atual Instituto Federal de Santa Catarina), atuando por duas décadas no ensino técnico e profissionalizante como professor de Artes Gráficas. Leia mais…

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Menos liberdade individual?

22/08/12

A instituição da lei foi avanço civilizatório. Para o eterno desconforto dos anarquistas. Em busca de harmonia coletiva os indivíduos fizeram concessões sobre parte da sua liberdade. Num processo que está longe de ser concluído estamos nós, a humanidade, numa eterna gangorra: lei de menos é confusão, lei demais é opressão, algemas em abundância. Nossa noção de senso comum (onde mesmo fica a virtude?) parece estar embotada. Nós temos experimentado essa gangorra. Aqui entre nós, nós brasileiros, em arroubos de entusiasmo juvenil, durante os anos mais duros, já cantamos nas ruas, nas praças, nas passeatas, nas escolas “é proibido proibir”. Não faz muito tempo. Num período da história onde o espaço era pouco exigíamos menos proibições, ou seja, menos lei regulando nossas vidas, sufocando nossos sonhos.  Agora que aparentemente temos todo espaço para nos movimentar, parece que estamos numa cruzada por mais proibições, por mais leis. Leia mais…

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Lula e o mensalão & o Bolsa Família

15/08/12

UM – Texto de Ferreira Gullar em torno do mensalão esquentou as redes sociais no fim de semana. O poeta disse que Lula sem duvida sabia de tudo o que acontecia e que “em tudo interferia, por meio de seus paus-mandados”. Gullar não mediu palavras: “É evidente que Lula não podia ignorar o mensalão porque não se tratava de uma questão secundária de seu governo”. O artigo que ele escreveu na Folha de S.Paulo tem por título “Só o chefe não sabia”. Como se diz na gíria “foi golpe nos rins”. Nessa manifestação, escrita em alto nível, o que mais chama a atenção é a reação da tropa de choque (ou seriam os latidos estridentes dos cães de guarda?) com objetivo de desqualificar o poeta. Essa tem sido a tática mais comum do comando do PT, ou seja, não entra no mérito, não vai ao ponto, não contesta o argumento, apenas descarrega sua bílis para ofender, denegrir, amedrontar quem ousa a expor sua opinião. Tem gente que se presta para tudo, inclusive para esse triste papel. Leia mais…

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Agraciados do Prêmio Dakir Polidoro recebem comenda

9/08/12

Moacir Benvenutti, Mário Pereira, Sérgio Vieira, José Valério Medeiros, Polidoro Júnior, Ademir Arnon, Oreste Araújo, Antunes Severo e Fabian Lôndero. Foto Cristian Damaceno

Em sessão solene da Câmara de Vencedores de Florianópolis, ontem à noite, os vencedores do Prêmio Dakir Polidoro de Jornalismo de 2012, receberam suas medalhas e diplomas. Em ato presidido pelo vereador Jaime Tonello foram agraciados nas categorias Jornal Mário Pereira; Rádio: Polidoro Júnior; Televisão: Fabian Lôndero; Repórter fotográfico: Oreste Araújo e Repórter cinematográfico: Sérgio Vieira. Foram também distinguidos em Homenagem Especial os radialistas Antunes Severo e José Valério Medeiros e o cronista Moacir Benvenutti.

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Eleições e o meio ambiente

8/08/12

Podemos dizer que três aspectos interessantes se destacam, neste estágio da vida nacional ao se abordar as eleições e o meio ambiente. Pela efervescência natural, fruto da intensificação dos debates, há hoje atenção maior dos eleitores e dos candidatos no que se relaciona ao meio ambiente. Neste ano houve um acréscimo importante no papo ambiental com a Rio+20 e o novo Código Florestal. Apesar de tudo, dá para dizer que a consciência sobre o tema cresceu, mas se haverá resultado prático é outra conversa e o futuro vai dizer. Em decorrência desse aumento de consciência e de vários outros fatores, os denominados “ambientalistas” estão muito mais maduros, mais realistas, mais com os pés no chão. Leia mais…

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