Arquivo para categoria 'Spot'

Edição extraordinária!

28/11/09
Nenhum presidente do Brasil teve tantos imitadores de voz e inúmeras caricaturas de sua figura

Nenhum presidente do Brasil teve tantos imitadores de voz e inúmeras caricaturas de sua figura

Criação publicitária para o rádio envolve Lula e Dilma Rousseff. Começou a ser veiculado  um comercial, cujo enfoque “nunca antes na história deste país” foi utilizado. Está no ar o mais hilário  comercial do ano. Um imitador do presidente Lula (é o que não falta hoje em dia) chama a ministra Dilma para que ela apresente o “pack que vai trazer mais economia para os brasileiros”. Dilma grita: “Alfredoooooo”, personagem consagrado, mordomo-propaganda do papel higiênico Neve. Sua voz soa de longe como se estivesse no banheiro. Lula (imitado) brinca que “a ministra está em conferência com Alfredo” e então fala sobre a qualidade do produto com 16 rolos. O comercial foi criado pela agência DPZ, que usa a palavra inglesa pack (pacote) para confundir com o PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. O diretor de criação da DPZ, Fernando Rodrigues, afirma que o comercial não tem motivação política. Defende a ideia como uma brincadeira com o presidente, que tem se mostrado  simpático e bem-humorado.  Como esse comercial será digerido pelo governo e oposição? Dentro de pouco tempo teremos a resposta. E você caro ouvinte-leitor, é a favor, contra ou muito pelo contrário? Leia mais…

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Lia Rosa Leal: radio-ouvinte – 2

26/10/09

Na chamada Era de Ouro do Rádio – décadas de 1940 e 1950 – era muito comum os ouvintes de rádio fazerem parte da história das emissoras que ouviam e dos ídolos que povoavam suas idealizações em seus sonhos.  Em 1959, na cidade de Itajaí, uma garota se destaca da multidão e compartilha dúvidas e certezas, encantos e curiosidades sem perder o equilíbrio ao navegar sobre as ondas inovadoras trazidas por uma emissora de rádio chamada Difusora Itajaí. Lia Rosa Leal, 50 anos passados, continua cultuando o amor imenso que dedica à música, à poesia, à leitura, à arte e à cultura, sempre com aquele ar crítico que a torna ainda mais encantadora. Ouça agora a segunda parte da entrevista.

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Alguém conhece o programa Caixa de Pedidos Lever?

29/03/09

O Marco Antônio Rodrigues, de Americana , São Paulo, precisa de ajuda. Ele está pesquisando sobre um antigo programa de rádio, que era transmitido por várias emissoras do interior do Brasil, entre os anos de 1955 e 1963. O programa se chamava “Caixa de Pedidos Lever”, ligado à multinacional Unilever, e produzido pela Agência de Publicidade Lintas. Leia mais…

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Bem-vindo – e bem realizado: 10º Prêmio Criatividade em Rádio!

23/03/09

Campanhas vencedoras têm inscrição garantida no próximo Festival de Cannes. Essa importante realização do GPR, Grupo dos Profissionais do Rádio tem como principal virtude motivar às agências de propaganda à produzir spots exclusivos para o rádio, aumentando assim o poder de fogo do veículo. Leia mais…

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Como fazer um comercial de rádio funcionar

16/03/09

É muito dificil em apenas 30 segundos conseguir chamar a atenção do ouvinte e ainda conseguir convencê-lo da compra. Leia mais…

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Alô! Amigo radialista, estamos juntos no Movimento Todos pela Educação

15/03/09

A partir desta edição o Caros Ouvintes passa a integrar a rede de comunicação que integra e apoia o Movimento Todos pela Educação. Leia mais…

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Consumo consciente

26/02/09

A camapnha do Instituto Akatu divulgando a necessidade do consumo consciente é um trabalho comunitário nacional que também passamos a apoiar.O spot faz parte da campanha: “1/3 de tudo o que você compra vai direto para o lixo”.

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Spot em radionovelas

27/01/08

Paralelo ao jingle, o spot também era utilizado como peça de áudio em publicidade para anunciar, por exemplo, nos anos 1960 na Rádio Diário da Manhã de Florianópolis, o Sabonete Lever, Sabonete Palmolive, Talco Palmolive e Creme Dental Colgate.
Por Ricardo Medeiros

 Neste tipo de mensagem destaca-se a voz do locutor que « torna sensível o sentido da palavra, que é personalizada pela cor, ritmo, fraseado, emoção, atmosfera e gesto vocal » ( SILVA, Júlia Lúcia de Oliveira Albano da. Rádio : oralidade mediatizada : o spot e os elementos da linguagem radiofônica. São Paulo : Annablume, 1999. P. 54) . Há de se dizer ainda que esta voz será guiada, modulada, em função do público a ser atingido.
O spot muitas vezes pode ser embalado por uma leve trilha musical ao fundo. De um outro modo dito, não há canto que se sobressaia, exceto em alguns casos no início da propaganda ou no meio ou no final dela com a assinatura sobre o produto. Em sua maioria, cada spot tem em média 30 segundos para articular conceitos e idéias sobre o que será oferecido ao público.
De acordo ainda com Júlia Lúcia de Oliveira Albano da Silva, o fator que  torna  interessante a análise do spot como fonte para discussão da linguagem do rádio   « reside no fato de que o texto, que é traduzido pela performance do locutor, passa pela escritura, ou seja, a voz torna presente aquilo que fora anteriormente pensado em termos de escrita. Este texto, por sua vez, adquire uma organização e estrutura sintática diferentes daqueles que é elaborado para ser apreciado pela visão, uma vez que tem como alvo um receptor em constante movimento e um canal de comunicação com o aparato da imagem »(P.18).
Para melhor explicar o funcionamento de um spot, tomamos a nível de ilustração a propaganda do Sabonete Palmolive , veiculado na novela Lágrimas de Mãe. Nesta peça   percebe-se que logo no início o ouvinte entrava em contato com um pequeno trecho musical referente à mercadoria: « Limpando sua Pele/ Palmolive Embeleza… ». Em seguida havia uma locução feminina que iria discorrer aos amantes de novelas o método embelezador palmolive, com suas vantagens para que mulher ficasse com uma pele mais bonita e atraente : « (…)Especialistas de pele provaram o método embelezador Palmolive em 1.285 mulheres de todas as idades e de todos os tipos de pele/ Em apenas 14 dias, 2 entre 3 dessas mulheres ficaram com a pele mais limpa, mais fresca, aparência mais jovem (…) ».  Após a locução feminina, que tomava o maior espaço da mensagem publicitária, o spot do Sabonete Palmolive terminava com uma pequena assinatura cantada :  « Pele enveludada/Mais bonita/ Embelezada com Palmolive ».
 


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Os inesquecíveis reclames

15/10/07

Hoje, jingles, spots…
“Rriiiinmmmm, trrrrrrrimmmmmm, trimmmmmmmmm
-Alô, quem fala?
-É a tosse.
-Como vai a senhora, D. Tosse? Aqui quem fala é o Xarope São João.
Tlop.
-Alô, alô, alô..Fugiu, heim?
Por João Chamadoira

É sempre assim: a tosse, a bronquite e a rouquidão, fogem atemorizadas quando ouvem falar no Xarope São João. E não se esqueçam: contra a tosse , bronquite e a rouquidão, Xarope São João.”
E havia também o outro:
“Ela é linda, oh!
Está noiva, oh!
Usa Ponds, ah!!!”
Ou então os jingles (lembro-me até da melodia).”
“As rosas desabrocham
Com a luz do sol,
E a beleza das mulheres,
Com o CREME RUGO-OL..
CREME RUGOL.
CREME RUGOOL.
Lembram-se?
Tempo e espaço curtos. Saudade muita.
 


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Recado do Severo

17/06/07

Estamos implantando uma nova proposta aqui nos Caros Ouvintes. A “áudio-coluna” de Emilio Cerri, marqueteiro, publicitário, mentor e palestrante. Mas que nunca deixou de ser um radialista que começou carreira ao microfone da extinta Rádio Anita Garibaldi há mais de 40 anos.
Por Antunes Severo

O “Spot de 60, formato de propaganda consagrado no rádio, vai tratar de temas variados, com uma certa tendência à informação e análise das transformações na mídia digital. De fato, vai ser um “podcasting” com freqüência semanal (pelo menos existe a promessa), com comentários do Emilio e de seus convidados.
Sim, porque ele vai convidar veteranos da mídia, da propaganda e do mercado – e até alguns caros ouvintes – para registrarem aqui seus depoimentos. As únicas condições são: o tempo não deverá ultrapassar (muito) os 60 segundos e todos os convidados serão de 60 anos ou mais. Espero que você goste da idéia. Eu gostei muito.
Clique abaixo e ouça o comentário de estréia:

:: O áudio ameaça a civilização ocidental

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ONDE ESTÃO AS MELODIAS?

4/12/06

Está cada vez mais disseminada a prática de uso de play-backs  tanto no rádio como na Televisão. E também nos spots e jingles publicitários. Hoje, com a devida permissão do autor, reproduzimos praticamente  a coluna do Zelão, competente produtor de áudio de São Paulo,  publicada no Caderno de Propaganda e Marketing do dia 27 de novembro.
Chico Socorro

“Onde estão as melodias?
Você liga a TV ou o rádio e ouve somente play-backs.
Explico: quase não existe mais uma trilha que tenha uma definição melódica, é só a base. A música então fica sem nenhuma identidade, sem nenhuma personalidade, é só um fundo branco infinito, sem cor, entendem?
Virou mania colocarem um polvo para tocar bateria. O baterista tem só duas mãos e dois pés, porém, nas gravações atuais parece que tem oito de cada membro.Fica aquela coisa esquisita de se ouvir. Três bumbos, quatro chimbaus, oito pratos, cinco caixas e o escambau, não dá não minha gente. Como quase tudo hoje é feito por teclados, deveria haver um pouco mais de respeito com cada instrumento colocado numa gravação. Deve-se respeitar também a tessitura de cada instrumento tocado.
É um tal de violino virar uma viola ou cello, é um tal de trombone virar trompete e tantos outros absurdos que a gente ouve por aí. Eu sei que na ânsia de buscar novos sons para suas trilhas, os trilheiros tem recorrido a esses absurdos musicais. Que tal fazer a coisa de modo mais honesto hein?
Já que quase não se tem usado mais músicos em gravação, que pelo menos se respeite o som que os instrumentos musicais possuem de verdade.
Junto a isso tudo, o pedido encarecido para que as músicas tenham uma linha melódica, algo que fique nos nossos ouvidos, e não só um play back insosso e sem vida.
Gostaria de pedir aos RTVs das agências que procurassem ouvir mais e mais as grandes trilhas compostas por compositores de filmes.
Vocês iriam acrescentar muito ao seu currículo auricular.
Ao prestarem atenção as trilhas sonoras, vocês verão a magia da musica fazendo o filme fluir em todas as suas nuances. Nem todos tem o cuidado de ao ver um filme, prestar atenção na trilha sonora dos mesmos. Então façam o seguinte: tirem o som, e depois preste atenção a cada detalhe musical em cada cena. Vocês irão acrescentar e muito ao porque de uma trilha sonora é tão importante no filme. Alias, nós que mexemos com som, sabemos que uma trilha sonora é cinqüenta por cento do filme.
Sei que todas as afiliadas a Aprosom possuem maestros com talento e criatividade para se fazer uma boa trilha para um comercial. Então vamos deixar os meninos trabalharem com mais músicos. Tenho absoluta certeza que o produto final ficará bem melhor com a utilização deles, que são maravilhosos e capazes.
Nada é comparado ao solo de uma flauta, de um sax, de um trombone, etc, etc.
Uma trilha gravada com uma melodia solada por qualquer instrumento ficará muito mais bonita, com alma.
Não quero, e nem sou louco de pedir para pararem com os teclados. Infelizmente eu sou obrigado a reconhecer que os orçamentos não dariam hoje para se colocar uma orquestra num estúdio de gravação, porém unzinho que seja dá, não é mesmo?”.
É óbvio que endossamos a manifestação do Zelão.


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QUE SAUDADE DO GUARANÁ PUREZA

13/11/06

Na minha infância da década de 1960, íamos aos finais de semana na casa de minha Tia Gê, Gertrudes, instalada no Morro da Mariquinha, em Florianópolis. Ao nos ver soltava um lindo sorriso e já dizia: “vamos hoje comprar uma Pureza”, aquele refrigerante gasoso anunciado pelas ondas da Rádio Diário da Manhã.
Por Ricardo Medeiros

Era sempre assim. Em sua casinha simples, que tinha no quintal goiabeiras e pés de mamão, aos domingos a anfitriã recebia com muito carinho a família de Sebastião e Margarida, meus pais.
Ao chegarmos na residência de madeira, Tia Gê nos beijava. Depois jogava conversa fora com meus pais. Queria saber de tudo que se passava com aquela família que havia deixado Joaçaba, no Meio Oeste catarinense, para aportar na Capital.
No almoço havia o tradicional macarrão com galinha assada. Para beber, ela sabia o que a criançada queria. Eu, meus irmãos Rudi, Beco, Jane e Rose, nós éramos uníssonos: queríamos pureza, o guaraná que descia redondo. Huuuummmm, muito gostoso e fabricado pertinho de Floripa, em Rancho Queimado.
No final da tarde, era hora de ir embora. De nos despedirmos da querida Tia Gê. Mas logo, logo faríamos uma outra visita para a ex cozinheira do Hotel Majestic. A saudade seria imensa do seu abraço e também do líquido gasoso, assim veiculado na poderosa Rádio Diário da Manhã no momento do programa Alma Sertaneja:
“Quando você pede Pureza, você está pedindo um refrigerante da mais alta qualidade. Puro porque é fabricado com a cristalina água da Serra. Saboroso porque na sua composição entram essências da mais alta qualidade. Não faça por menos. Exija Pureza. No bar, no lar, Pureza não pode faltar. Pureza é um produto de Leonardo Sell, distribuída, nesta Capital, por Eugênio Portella, no Estreito, na rua Santos Saraiva, 1199, telefone 6336”.
:: Spot de rádio do Guaraná Pureza


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O RÁDIO PODE E DEVERIA ENGAJAR-SE NA CAMPANHA CONTRA AS DROGAS

16/10/06

A Associação Parceria contra Drogas – APCD – é uma ONG sem fins lucrativos, fundada em 1996 por vários empresários da Iniciativa Privada. Sua missão é divulgar campanhas educativas de caráter preventivo contra drogas ilícitas. Nesses 10  anos de existência, a TV tem sido a mídia majoritária, a que mais sem engajou na campanha. O Rádio tem  tido um papel  tímido, quase que inexistente. Santa Catarina poderia dar um bom exemplo? Com a palavra a ACAERT.
Por Chico Socorro

O IBOPE realizou uma pesquisa com 2.000 pessoas (16 a 70 anos), em 145 municípios brasileiros. Do total de entrevistados, 73% afirmaram ter visto ou escutado, recentemente, alguma propaganda antidrogas.
A grande maioria, 94%, disse ter visto essa propaganda na TV.
Emissoras de TV de sinal aberto e a cabo veiculam filmes da campanha assinada pela Associação Parceria Contra Drogas com o conceito “Quem usa drogas financia a violência”.

Os comerciais têm como mote: “O tráfico é dependente de você” e o argumento principal desta campanha é que o consumo de drogas contribui para fortalecer os traficantes e aumentar a violência.

Durante a pesquisa realizada pelo IBOPE, uma das perguntas aplicadas foi exatamente para saber se este argumento é forte o suficiente para que as pessoas que consomem drogas deixem de usá-las ou, pelo menos, pensem em deixar. Ao todo, 44% dos entrevistados afirmaram que o argumento é forte o suficiente.

Não é de hoje que a sociedade brasileira se choca com crimes cometidos por usuários de drogas ilícitas ou seus familiares. Recentemente, o problema voltou ao centro da arena com o documentário de 58 minutos do rapper MV Bill exibido na TV Globo.

Caso a ACAERT decida aceitar esse desafio, recomendo começar com a veiculação de dois spots cujos áudios podem ser retirados diretamente do site www.contradrogas.org.br e que os internautas poderão conhecer clicando aqui:

- Spot Patrocínio
- Spot Obrigado

Observação: o colunista é Diretor da APCD e seu representante em SC.


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Rádio brasileiro faz bonito no Festival de Cannes 2006

25/07/06

Realizado em junho, o 53º. Festival Internacional de Publicidade de Cannes, o Oscar da Publicidade Mundial, o Brasil inscreveu 68 peças de rádio. Este foi o segundo ano em que o meio Rádio foi incluído em Cannes. No final, o Brasil trouxe na bagagem 6 Leões – 2 de prata e 4 de bronze contra apenas 2 de bronze em 2005.É o rádio ocupando o seu espaço legítimo como meio publicitário de valor. 
 Chico Socorro

Já escrevemos várias vezes neste site que o Rádio possui um potencial significativo de crescimento de participação no chamado bolo publicitário (total de investimentos feitos na mídia tradicional) que precisa acontecer. Esse crescimento depende, obviamente, de toda achamada cadeia de atores que decide a inclusãomais freqüente do Rádio nos Planos de Mídia: o anunciante, a própria área comercial das rádios e, principalmente, os profissionais que atuam nas agências de publicidade: os mídias e os criativos. Por último, mas não menos importante é o papel das produtoras de áudio pois a qualidade dos materiais demídia, produzidos por profissionais é vital e estimula toda a referida cadeia de interlocutores.
Mas hoje, queremos falar dos profissionais de criação das agências, aqueles que não só “brifam”as produtoras mas que são verdadeiros parceiros no processo de criação e produção dos comerciais de rádio. Como manter essa gente estimulada? Bem, uma das maneiras é fazer com que o seu trabalho seja reconhecido e avaliado em premiações relevantes. E Cannes, uma conquista recente,é, inegavelmente, o palco maior, onde o bom trabalho na área de Publicidade feito em nosso País pode ser comparado com o que se fazde melhor em todo o mundo. E, no Rádio, gente,temos chances reais de fazer bonito. Porquê?

Ouçamos primeiro a opinião do belga Guilhaume Van der Stighelen, presidente do júri do Radio Lions 2006: “Cada país tem características próprias, mas observei o Brasil com um talento extra para tratar o humor como algo simples, palatável e com muita alegria.O humor dá um caráter internacional à mídia [Radio], mesmo que a compreensão não seja fácil. O que isso quer dizer? Que apenas a língua é barreira, explicou ele”. Eu acrescentaria um outro fator, importante, que favorece o rádio: o custo relativamente baixo das produções.
Mário D´Andrea, Diretor Geral e de Criação da JWT em Curitiba deu este depoimento exclusivo para os nossos Caros Ouvintes, respondendo à perguntase foi muito difícil atuar como jurado brasileiro no Radio Lions de Cannes.
Para começar, não sei dizer o que foi mais difícil.
Entender o que 15 jurados de 15 países diferentes estavam pensando.
Ou entender porque o time do Brasil parecia onze zumbis vestidos de amarelo. Ser jurado do festival de Cannes é uma experiência impressionante, exaustiva, angustiante. Enfim, uma delícia.
Foram 5 dias, ouvindo quase 1.200 spots [e jingles] de 74 países.
No final, acho que o Brasil foi bem. Foram 15 finalistas e 6 Leões (deixando claro que o número de inscrições brasileiras foibaixo para o tamanho do nosso mercado de rádio).
Acho que o rádio é uma mídia que tem a cara do Brasil. Popular, divertido, democrático e íntimo de todos os lares brasileiros. Aliás, muito íntimo: que outro veículo você pode consumir nu, tomando banho?
Algumas de nossas peças em Cannes conseguiram mostrar como o brasileiro tem prazer em viver – mesmo quando o jogo não está a nosso favor. O Brasil poderia ter ido melhor? Claro que sim.
Então, é só mandar mais materiais que levamos mais Leões? Claro que não, cabeção.
Ficou claro para mim, ouvindo tantos spots [e jingles] que o rádio, antes de mais nada, é a realização. Não adianta apenas ter uma boa idéia.
Tem que procurar a melhor forma de contar a idéia, a melhor forma de interpretá-la.
A boa peça de rádio não é aquela que simplesmente atinge a mente do ouvinte; é aquela que “senta no balcão do bar pra tomar umas” com a alma dele.
Quanto mais a gente procurar este tipo de conversa através do rádio, mais chances teremos em Cannes. Quem sabe, ano que vem não comemoramos mais vitórias.
Estou falando em Cannes. Porque a Copa…”“.
 
Fichas técnicas das peças premiadas da JWT Curitiba
1 PRATA
(campanha com 3 spots)
 
Título: Born to be wild
 Cliente: 91 Rádio Rock
Peça: Rádio
Produto: Institucional
Diretor de criação: Mario D’Andrea e Fabio Miraglia
Criação: Alexandre Popoviski, Mario D’Andrea e Rodrigo Duarte
Som: Lua Nova
RTVC: Larissa Storch
Atendimento: Jacqueline Vieira e Pedro Franco
Aprovação do cliente: Aldo Malucelli / Carlos Gomes / Rubens Nascimento Jr.
 
Título: It’s only rock’n’roll

Cliente: 91 Rádio Rock
Peça: Rádio
Produto: Institucional
Diretor de criação: Mario D’Andrea e Fabio Miraglia
Criação: Alexandre Popoviski, Mario D’Andrea e Rodrigo Duarte
Som: Lua Nova
RTVC: Larissa Storch
Atendimento: Jacqueline Vieira e Pedro Franco
Aprovação do cliente: Aldo Malucelli / Carlos Gomes / Rubens Nascimento Jr.
 
Título: We will rock you

Cliente: 91 Rádio Rock
Peça: Rádio
Produto: Institucional
Diretor de criação: Mario D’Andrea e Fabio Miraglia
Criação: Alexandre Popoviski, Mario D’Andrea e Rodrigo Duarte
Som: Lua Nova
RTVC: Larissa Storch
Atendimento: Jacqueline Vieira e Pedro Franco
Aprovação do cliente: Aldo Malucelli / Carlos Gomes / Rubens Nascimento Jr.
2 BRONZE
Título: Vinho

Cliente: HSBC
Diretor de criação: Mário D’Andrea / Fabio Miraglia
Criação: Claudia Freire / Fabio Miraglia
Som: Lua Nova
RTVC: Larissa Storch
Atendimento: Jacqueline Vieira / Pedro Franco / Danielle Bellio
Aprovação do cliente: Glen Valente
 
Título: Old DJ

Cliente: HSBC
Diretor de criação: Mário D’Andrea / Fabio Miraglia
Criação: Claudia Freire / Fabio Miraglia
Som: Jamute Áudio
RTVC: Larissa Storch
Atendimento: Jacqueline Vieira / Pedro Franco / Danielle Bellio
Aprovação do cliente: Glen Valente
Vamos ouvir as peças premiadas da Thompson de Curitiba?


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Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação

29/05/06

O XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom será realizado pela primeira vez em sua história na capital federal, no campus da Universidade de Brasília, de 4 a 9 de setembro de 2006. 
 Por Nelia R. Del Bianco
Comissão Organizadora do Intercom 2006
Divulgação

Espera-se que o Congresso de Brasília reúna um grande número de pesquisadores, profissionais e estudantes de todo o Brasil. As inscrições para apresentação de trabalhos estão abertas. Desde doutores a alunos de graduação, profissionais de comunicação todos podem mostrar sua pesquisa, ou apresentar relatos de experiência profissional ou de projetos em comunicação.
A Faculdade de Comunicação da UnB, realizadora do evento, preparou uma ampla de campanha de divulgação que envolve a utilização do mix de mídia, abrangendo as emissoras universitárias de todo o país.
Solicitamos ao professor (a) a gentileza de veicular na sua emissora a série de quatro spots que segue anexado. Os spots foram produzidos pela Universidade de Brasília e possuem qualidade técnica e de produção que sua veiculação em qualquer veículo.
É de fundamental importância que você informe se irá veicular as peças pelo e-mail intercombsb@uol.com.br.
A divulgação começou e nós estamos participando. Contamos com você também.
:: Ouça aqui o spot


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Alunos de Publicidade recebem prêmio internacional no Expocom-Sur

29/05/06

O spot produzido pelos alunos do curso de Publicidade e Propaganda da FURB ficou em primeiro lugar no Expocom-Sur, concurso de Comunicação Social entre universidades da América Latina, depois de vencer, em setembro do ano passado, a etapa nacional.
Por Alessandra Meinicke
Divulgação – FURB

Os estudantes disputaram o concurso com um spot gravado na disciplina ‘Redação Publicitária II’, do professor Clóvis Reis: “a gravação do spot foi uma atividade prática realizada na disciplina a partir de um roteiro de trabalho, (briefing na linguagem publicitária), fictício, apresentado em sala de aula”, explica o professor para quem o prêmio “é o reconhecimento pela qualidade do curso oferecido pela FURB”.
“Historicamente o curso de Publicidade e Propaganda alcança bons resultados nos eventos da Expocom, o prêmio vem certificar esta participação”, diz Clóvis. 
O Expocom-Sur ocorreu na Bolívia, entre 18 e 20 de maio, e as melhores faculdades de comunicação da América Latina participaram do concurso. O Brasil ficou em primeiro lugar em oito categorias.
A equipe de alunos foi composta por Paula Mafra Branco, Mônica Reis Felippi, Gabriela Regina Reiter, Giovana Paola Baptista e Matheus Grando.
A Expocom, Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação é promovida pela Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. A organização do Expocom-Sur deve marcar para breve a data de entrega dos prêmios.


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Enquanto isso corre paralela a correspondência com o Ricardo…

20/06/04

… da Rádio Difusora de Joinville que, segundo ele, está comemorando os seus 60 anos.

Com certeza terá material inclusive se der tempo, para incluir no Caros Ouvintes. Até o Brozig, pai do rádio em Joinville deu uma declaração exclusiva. Vou te mandar por correio a gravação do CD junto com tua entrevista. Um peque problema do CD é que todos os entrevistados, cerca de 70 locutores, estão numa faixa só. É apertar o play e vai tudo de uma vez. Estou preparando a edição do CD, separando cada locutor numa faixa, mas ainda não está pronto este serviço, te mandarei como está, o que já é um arquivo sonoro relevante. Vou tentar colocar no correio amanhã, 11.2. Em tudo que se tratar de cultura e história pode contar comigo. Em breve chega o material. Ricardo Carvalho.Olá Ricardo.

Manda assim como está a gravação que aqui a gente também pode fazer a seleção. Caso haja dificuldade vou pedir socorro para você. AbrSvr

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Campanha está no ar

20/06/04

Começou a ser veiculada a campanha do projeto CAROS OUVINTES em Rádios e TVs.As peças sugerem às pessoas que têm registros, documentos, fotos, testemunhos,
objetos da época que entrem em contato com a equipe do projeto pelo telefone:
3028.3323 ou aqui href=”http://www.carosouvintes.com/index.php?option=contact&Itemid=6″>pelo
site.

O spot e o anúncio da campanha também estão à disposição no
site do na seção href=”http://www.carosouvintes.org.br/antigo/index.php?option=com_mediatrac&Itemid=59″>audioteca.


>> Veja o Anúncio
>> href=”http://www.carosouvintes.org.br/antigo/index.php?option=com_listamidia&Itemid=92″>Para
ouvir o spot de rádio acesse a Audioteca

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