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Quando me perguntam qual é a parte do dia que eu mais gosto, não tenho dúvida alguma da resposta: Voltar para casa!
Minha jornada tem três períodos e preciso trocar os “chips” entre eles. No entanto, a memória “ROM” guarda o caminho de casa, como um renovado instinto primordial, sem necessidade de cópia de segurança, posto que impresso indelevelmente no GPS do espírito.
Minha cabeça pode estar em vários lugares, mas meu coração está lá, na forma de minha mulher e de meu filho, mesmo que ele esteja em sua segunda casa: a “república” da universidade onde estuda.
É assim há mais de vinte anos e não consigo imaginar de outra forma, pois é a rotina mais prazerosa que tenho!
E não é um prazer consumista, materialista ou ostentador, para os outros verem ou invejarem. É espiritual, pois quando estou longe de quem amo é como se uma parte de mim – a melhor, imprescindível! – fosse emprestada com 3V (vai e volta, voando!). Uma parte imantada, cujo invisível – às vezes bem visível – magnetismo quer de volta ao “todo”, atração tanto maior quanto a distância ou o tempo que os separam. Leia mais…
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