BrasÃlia foi sede do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, promovido pela ABERT – Associação Brasileira de Rádio e Televisão, realizado no perÃodo de 19 a 21 do corrente, no Centro de Eventos e Convenções 21 de BrasÃlia. Leia mais…
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Arquivo de autor para Ramiro Gregório da Silva
Uma rádio educativa deve antes de tudo pautar a sua conduta e programação sempre voltadas para objetivos educacionais, sem pretender dar lições ou puxões de orelha. Leia mais…
CompartilharJá vivemos tempos bem mais emocionantes e até curiosos para ouvir rádio em Santa Catarina. Claro que existe gosto para tudo. Leia mais…
CompartilharÉtica e profissionalismo
O rádio sempre foi querido pelo público ouvinte, que o considerava, e considera ainda hoje, como amigo, conselheiro, companheiro de todas horas e lugares, especialmente depois de advento do receptor transtorizado.
Por Ramiro Gregório da Silva, de Joinville
Não apareceu até hoje nenhum outro invento com igual capacidade de penetração e integração.
Referindo-se ao rádio, recentemente, a escritora Raquel de Queiroz, disse num dos seus escritos que “até do motor a explosão o rádio ganha, por causa da acessibilidade. Todo o mundo pode sonhar com um carro, até o Ãndio, mas adquiri-lo já é outra coisa. Enquanto o rádio está praticamente ao alcance de todos”. O rádio é assim, Ãntimo, sempre perto das pessoas, influenciando-as com suas músicas, suas informações, suas mensagens de consolo e solidariedade, graças à sua mobilidade e a sua capacidade de envolvimento. E por tudo isso o rádio vende! Comentar as suas virtudes e eficiência é chover no molhado.
É sabido que no atual emaranhado de inovações tecnológicas, são poucos os equipamentos que conseguem interagir com simplicidade e eficiência, como faz o rádio dentro da comunidade. Por isso cresce a responsabilidade do radiodifusor. Afinal, ele é o responsável maior por tudo o que é dito e feito na sua emissora. Por isso a importância do dono ou diretor da emissora em ditar e acompanhar o andamento da programação, impondo diretrizes e cobrando cumprimentos com ética e profissionalismo.
Caro Severo,
Naveguei pelo site “Caros Ouvintes” e adorei o conteúdo. Claro que não me acho em condições de comentar ou analisar um produto de sua lavra. Ele está simples e objetivo, coisa de professor competente. Talvez mereça uma moldura mais vistosa, Seguem-se os comentários feitos durante a visita ao site.Ótima a idéia do livro sobre 60 anos do Rádio em Floripa. É um resgate necessário e justo. Tenho certeza que terá grande público interessado na sua leitura. Quanto ao local de lançamento, as duas sugestões são válidas. Gostei mais do Largo da Alfândega. Mas depende das condições de tempo, claro.
Â
Historias como a do Ricardo Medeiros são engraçadas e se confundem com os percalços de velhos e consagrados radialistas de qualquer lugar deste Brasil. Vale a pena a gente ler para recordar as agruras dos autodidatas da época. Quantas mancadas demos!
Â
Já conhecia o Acy Cabral Teive de nome e de vista e o considerava uma “personalidade” do rádio florianopolitano. Conheci-o melhor quando fui trabalhar na Guarujá, dividindo com ele a responsabilidade da direção da emissora. Ele muito cheio de dedos e cuidados e eu metido a fogueteiro. Acho que ele muitas vezes me chamou de doido, devido as atitudes que eu tomava para limpar a radio de alguns penduricalhos que havia por lá. Foi uma grande e respeitosa amizade que fiz em Floripa. Lamento que ele não tenha aceitado o troféu “Manezinho da Ilha” que sugeri ao autor da premiação. Mais do que essa homenagem, Acy merece receber o “troféu da paciência”. Grande Acy!sem carnavalizar. Fique certo: vou invadir a sua página com freqüência. Parabéns. Um Abraço. Ramiro Gregório da Silva.

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