Nestes dias fui solicitado por uma agência de propaganda de Salvador para participar de uma concorrência de uma grande empresa prestadora de serviços públicos. Meu trabalho seria elaborar um projeto de campanha para o rádio. De cara fui alertado pelo desinteresse, tanto do cliente quanto da agência, pelo meio rádio em seu formato convencional. Assim, teria de propor algo realmente inovador e revolucionário para criar uma expectativa de interesse no cliente. Não tenho na cabeça nada revolucionário ou inovador que possa mudar a percepção tanto do cliente quanto da agência, a não ser reafirmar que estão enganados. Também não é fácil mostrar que estão enganados, mesmo propondo a utilização de novas plataformas, adequação de linguagem e formatos alternativos, adaptação de mensagem, a interação com o ouvinte em cada localidade, etc. Leia mais…
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Arquivo de autor para J Pimentel
O rádio não foi feito para isso
Semana da Radiodifusão | 88 de Rádio no Brasil
Recentemente estive em contato com um grupo de radialistas aqui do nordeste para discutir o futuro do rádio. Se depender do que ouvi, não creio que haja qualquer futuro auspicioso. Dentre as inúmeras constatações, vou aqui enumerar algumas, de uma relação de quase 50 que fiz na ocasião.
1 – As verbas publicitárias para o rádio mínguam a cada ano. Basicamente conseguem algum alento no mercado publicitário local, nos contatos diretos com pequenos clientes assediados por contatos desesperados ou pelos próprios comunicadores. Leia mais…
CompartilharCampanha política no rádio
Eleições | Influência da Mídia
Atendendo à convocação do amigo Antunes Severo, quero colocar minhas observações sobre os meios de comunicação nas campanhas políticas. Até por se tratar especificamente da minha área, vou me ater mais ao rádio. Como regra geral o rádio é o meio mais mal utilizado em campanhas políticas se compararmos com todas as outras mídias usadas. A mídia da moda é a internet, com a possibilidade de suas malas diretas, seus blogs, seus informativos, sua interatividade com o internauta. O retorno dessa mídia ainda não está devidamente avaliado e estas eleições poderão servir de parâmetro, já que, pela primeira vez esse meio é usado com mais agressividade. A televisão mantém seu padrão habitual, engessada pelas regras que a lei eleitoral impõe e já saturou. Até a audiência da programação normal das televisões abertas vêm caindo assustadoramente e o desinteresse pelo horário político é notório. Os painéis (outdoor) estão proibidos, mas os candidatos burlaram a legislação espalhando pelas ruas painéis improvisados, emporcalhando mais ainda as cidades. Também não conseguem sensibilizar mais o eleitor. Leia mais…
CompartilharO fim da carreira de radialista – 2

Por aqui passaram milhares de vozes que fizeram a alegria de milhões de ouvintes no Brasil dos últimos 80 anos
Certa vez escrevi aqui sobre o fim da carreira de radialista. Na ocasião tinha ido a um estúdio para gravar um “piloto” como se dizia antigamente ou um “demo” como dizem hoje, de um programa de rádio para uma concorrência que a agência para a qual presto serviço estava participando. O diretor do tal estúdio, um jovem de 25 anos sugeriu que eu utilizasse um ator, já que “hoje em dia não se usa mais locutores”, afirmou. O texto a que me refiro está aqui, nos arquivos do “Caros Ouvintes” para quem quiser ler. Leia mais…
CompartilharA propósito do contínuo debate sobre a necessidade ou não de ter diploma para exercer a atividade jornalística vou aqui fazer uma pequena reflexão sobre a atividade da informação nestes tempos que correm. A conhecida e famosa “Rádio Peão”, se modernizou e se globalizou, com suas virtudes e erros. Leia mais…
CompartilharRádio: o meio de maior credibilidade
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Nesta semana, separei algumas informações ligadas aos meios de comunicação que considero importantes. Mas antes eu quero lembrar que o Roberto Carlos, 68 anos, comemora 50 anos de carreira e vai apresentar seu próximo show em 10 países. Além dos shows no Brasil, RC vai percorrer vários países da América Latina e, possivelmente França, Espanha, Portugal e Itália, na Europa. Como curiosidade, estou enviando um comercial de Roberto Carlos para a Shell, no tempo da Jovem-Guarda. Ouça e depois leia o comentário, combinado? Leia mais…
CompartilharComentei aqui há algumas semanas sobre o resultado do seminário sobre rádio na Internet realizado pelo Grupo de Profissionais de Rádio – GPR – e fiz alguns questionamentos que a eficiente secretária Vera, do GPR encaminhou aos palestrantes. Leia mais…
CompartilharNa quarta feira, 28/10, deveria ter sido votada a proposta de emenda constitucional que torna novamente obrigatório o diploma para exercício do Jornalismo. A matéria deverá ser discutida e votada, nesta semana que começa. Há, no entanto, aspectos tão ou mais importantes que não foram avaliados como nos mostra Eduardo Ariente no “Portal da Imprensa”. Ariente é mestre em direito pela USP e professor de deontologia e legislação do jornalismo na Escola de Comunicação e Artes, também da USP. “Se estivessem de fato preocupados com liberdade de expressão, iam mexer na questão do monopólio dos meios de comunicação, em concessão de rádio e TV e a participação de políticos nos veículos de comunicação. Leia mais…
CompartilharA encruzilhada
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Sou do tempo em que o rádio era o principal entretenimento das pessoas. Era um período de transição e diziam que o rádio ia perder seu espaço para a televisão. As novelas migraram do rádio para o vídeo e todos os programas humorísticos do rádio foram adaptados para a televisão. Até “Jerônimo, o Rei do Sertão” saiu das ondas do rádio para a telinha. Mas o rádio não acabou. Mudou para música e notícia, um espaço imenso ainda inexplorado, até porque não havia também FM. Antes de continuar ouça Jerry Adriani numa gravação da década de 1970. Ele canta Doce, Doce Amor, de autoria de Raul Seixas que assinava suas composições à época como Raulzito. Raul fez parte de um grupo musical, Raulzito e seus Panteras que acompanhou Jerry durante três anos. Essa música foi gravada em 1969 em Lp de 12 polegadas. Leia mais…
CompartilharO futuro chegou e está de passagem
O GPR – Grupo dos Profissionais de Rádio realizou recentemente um seminário sobre o rádio na internet. Os dados mais significativos podem ser acessados através do seguinte endereço – http://www.gpradio.com.br
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Devem ter percebido alguns leitores que me acompanham que não postei nenhum artigo nas últimas semanas. É que precisei parar para repensar meus conceitos sobre “rádio” colocados sob duras provas depois de ter feito um ciclo de três artigos sobre as Rádios Web neste site. Na dúvida, não poderia continuar escrevendo sobre algo que não reconheço mais. Leia mais…
CompartilharAntes que nossos heróis partam
Estava aqui, lendo o livro de Heródoto Barbeiro, “Fora do Ar” e me deparei com uma mensagem, sensível e bonita ao grande operador de áudio João Antônio de Souza, o Johnny Black.
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Nesta última série da pesquisa sobre rádios online, vou me prender um pouco nas chamadas rádios pessoais, ou aquelas que nós formamos em páginas da web que disponibilizam conteúdos por gênero de preferência. Leia mais…
CompartilharEm meu último post comentei sobre meu desencanto com as Rádios Web, praticamente o mesmo desencanto com as poucas transformações importantes no rádio aberto de maneira geral. Nossa amiga Vera, do GPR comentou sobre as rádios WEB do sistema GLOBO como exemplo de bom aproveitamento do novo meio. Leia mais…
CompartilharQuanto custa um apoio
J.Pimentel
Mais uma vez somos desrespeitados e insultados pelas barganhas que envolvem concessões de rádio como prêmio ao empenho deste o daquele político a favor do governo. Como se sabe, um acordo entre os parceiros absolveu Renan Calheiros de acusações e desmandos, impedindo sua cassação há pouco mais de um ano. Para compensar as benesses recebidas, Renan empunhou as armas de defesa de Sarney em nome do PMDB e em apoio à governabilidade do PT. Como gratificação, leva uma rádio de presente (mais uma, porque Renan exerce domínio sobre, pelo menos outras duas rádios em Maceió). Portanto, mais uma rádio nas mãos de políticos. A noticia está na Folha de São Paulo desta quarta feira, 12 de agosto: Leia mais…
CompartilharZapeando Rádios na Internet
Sempre que se comenta sobre a má qualidade das programações de rádios regulares surgem os comentários sobre rádios alternativas e rádios-web onde, teoricamente se poderiam corrigir as distorções das rádios regulares abertas, AM ou FM, com criatividade e bom gosto. Leia mais…
CompartilharRecentemente, Pedro Bial, apresentador do BBB, concedeu ao jornalista Mauricio Stycer, do Portal IG uma esclarecedora entrevista*, que até resultou na mudança de comportamento dos apresentadores de telejornalismo da emissora, entrevista de onde pinçamos algumas afirmações no mínimo curiosas. Vamos a elas.
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Som e Fúria levanta a questão
“- Essa droga (teatro) que você está fazendo é uma coisa que tem menos público do que rádio. E olha que ninguém mais ouve rádio hoje em dia”.
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Cadê o rádio que estava aqui
Quase dez da noite. Recostei-me no conforto de uma rede cearense, num avarandado baiano para curtir a brisa fresca do sertão nordestino, que sempre corre pela caatinga e envolve as cidades nesta época do ano. Leia mais…
CompartilharDiploma como forma de exploração
Longe de consenso continua a discussão sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalista para se exercer a profissão, com bons argumentos dos dois lados. Agora mesmo o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) obteve as assinaturas de 40 senadores para apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que restabelece a obrigatoriedade do diploma em curso superior de jornalismo para o exercício da profissão. Leia mais…
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Acaert Notícias
Antunes Severo/Blog



